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Uma professora é a nova presidenta da Confetam/CUT - Conheça Vilani Oliveira

"A grandeza da CONFETAM passa, fundamentalmente, pela grandeza de seus Dirigentes."

Escrito por: • Publicado em: 28/05/2013 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 28/05/2013 - 00:00

Essa foi uma das muitas declarações marcantes do discurso de posse da professora pública municipal de Maracanaú (CE) VILANI OLIVEIRA, que no último dia 25 de maio de 2013 chegou à Presidência da CONFETAM/CUT, que vem a ser a única entidade legítima representante do Ramo dos Municipais do Brasil.
A unanimidade da multidão de delegados e delegadas em torno do nome da Sindicalista cearense reflete entre muitos pontos a destacar o nível de maturidade da política sindical classista e socialista praticada na Confederação que a cada ano, leva, segundo último levantamento estatístico, 60 sindicatos por ano para a CUT Nacional.
A Professora Vilani aglutina em sua biografia o perfil mais que adequado para comandar uma Confederação que, segundo dados de instituições internacionais, representa o Ramo que mais crescerá nos próximos anos no Brasil e no Mundo: os servidores(as) públicos(as). A garra com a qual a nova Presidenta engendrou em sua trajetória de militância insere-se de forma muito mais veemente no desafio abraçado por ela no que tange a fortalecer a CONFETAM diante das necessidades macroestruturais do Serviço Público Municipal do Brasil.
UMA MILITÂNCIA FORJADA NA INDESISTÊNCIA
Vilani vivenciou contextos cujo limite entre a linha tênue do conformismo e a rebeldia necessária para o enfrentamento às injustiças forjaram o caráter de uma mulher que certamente se apossou do elemento da reflexão e do ato de formação como uma ferramenta de compreensão e intervenção no Mundo.
DE DESPEJADA DE SUA MORADA À TOMADA DE POSIÇÃO COM A COLETIVIDADE
Não é possível elencarmos todos os momentos em que a mulher Vilani teve que refazer a rota como cumprimento de sua decisão de ser livre e libertadora mas alguns fatos realmente foram icônicos. Exemplo, foi que em 1979, aos dezenove anos, a comunidade onde morava sofreu uma ação de despejo. Tal ação partir da costumeira truculência á época embevecida pelo capitalismo selvagem que aliançado com o coronelismo relegava os injustiçados, social e economicamente, a um lugar à margem daquilo que minimamente podemos chamar de sobrevivência.
O confronto com essa realidade: casas sendo derrubadas, pessoas sendo agredidas, outras baleadas, violência moral e física, não apenas tentaram contra as estruturas geográficas do lugar mas marcaram a vida e os sonhos de homens, mulheres, jovens, idosos e crianças. Este episódio entrou para História como o despejo da favela José Bastos, o que muitos não acreditavam é que dessas cinzas nasceria a resistência para se identificar com outros em favor do bem comum, especialmente, com os(as) trabalhadores(as)
PASSOS NA “LIDA” E NO FAZER SOCIOPOLÍTICO COTIDIANO
Na caminhada com os companheiros e companheiras, Vilani Oliveira agregou valores a sua própria biografia que, se não fora a identificação de princípios com outras fontes de resisitência, talvez não teria sido possível fazer-se a Liderança que é.
Entre esses marcos de sua trajetória podemos citar:
- Militância no PRC (Partido Revolucionário Comunista) em 1984;
- Participação na Direção da União das Mulheres Cearense/UMC, primeira entidade feminista no Ceará depois da ditadura militar;
- Participação na fundação do PT chegando a integrar comissões Pró-PT no Ceará, articulando núcleos de base e enfrentando o debate com a população que movida pelo preconceito e pelo combate da mídia burguesa que atacava qualquer possibilidade de organização partidária dos trabalhadores.
- Participação na criação da JORNADA DE LUTA CONTRA A FOME, a qual foi presidenta. Este movimento surgiu como resposta aos milhares de trabalhadores que perambulavam pelas ruas de Fortaleza, fugindo da seca que castigava o ceará desde 1982.
- Participação na criação da UNIÃO DAS COMUNIDADES DA GRANDE FORTALEZA como uma reação coletiva, criou-se a que fazia oposição a federação de bairros e favelas. O movimento popular participava ativamente das greves gerais e demais movimentos era tudo intercalado.
São muitos os caminhos percorridos por essa mulher que militou desde sempre, em todas as instâncias, como resposta a busca pessoal pela plenitude da vida, compartilhando essa busca na Família, na Comunidade, no Partido, no Grupo de Estudos Filosóficos e Políticos, no Sindicato, na Federação de Municipais, na CUT estadual e agora, na PRESIDÊNCIA DA CONFETAM.
Com o mérito da própria história, essa é Vilani Oliveira, a nova Presidenta da CONFETAM/CUT.
Fonte: Blog Sindsep em Ação

Título: Uma professora é a nova presidenta da Confetam/CUT - Conheça Vilani Oliveira, Conteúdo: Essa foi uma das muitas declarações marcantes do discurso de posse da professora pública municipal de Maracanaú (CE) VILANI OLIVEIRA, que no último dia 25 de maio de 2013 chegou à Presidência da CONFETAM/CUT, que vem a ser a única entidade legítima representante do Ramo dos Municipais do Brasil. A unanimidade da multidão de delegados e delegadas em torno do nome da Sindicalista cearense reflete entre muitos pontos a destacar o nível de maturidade da política sindical classista e socialista praticada na Confederação que a cada ano, leva, segundo último levantamento estatístico, 60 sindicatos por ano para a CUT Nacional. A Professora Vilani aglutina em sua biografia o perfil mais que adequado para comandar uma Confederação que, segundo dados de instituições internacionais, representa o Ramo que mais crescerá nos próximos anos no Brasil e no Mundo: os servidores(as) públicos(as). A garra com a qual a nova Presidenta engendrou em sua trajetória de militância insere-se de forma muito mais veemente no desafio abraçado por ela no que tange a fortalecer a CONFETAM diante das necessidades macroestruturais do Serviço Público Municipal do Brasil. UMA MILITÂNCIA FORJADA NA INDESISTÊNCIA Vilani vivenciou contextos cujo limite entre a linha tênue do conformismo e a rebeldia necessária para o enfrentamento às injustiças forjaram o caráter de uma mulher que certamente se apossou do elemento da reflexão e do ato de formação como uma ferramenta de compreensão e intervenção no Mundo. DE DESPEJADA DE SUA MORADA À TOMADA DE POSIÇÃO COM A COLETIVIDADE Não é possível elencarmos todos os momentos em que a mulher Vilani teve que refazer a rota como cumprimento de sua decisão de ser livre e libertadora mas alguns fatos realmente foram icônicos. Exemplo, foi que em 1979, aos dezenove anos, a comunidade onde morava sofreu uma ação de despejo. Tal ação partir da costumeira truculência á época embevecida pelo capitalismo selvagem que aliançado com o coronelismo relegava os injustiçados, social e economicamente, a um lugar à margem daquilo que minimamente podemos chamar de sobrevivência. O confronto com essa realidade: casas sendo derrubadas, pessoas sendo agredidas, outras baleadas, violência moral e física, não apenas tentaram contra as estruturas geográficas do lugar mas marcaram a vida e os sonhos de homens, mulheres, jovens, idosos e crianças. Este episódio entrou para História como o despejo da favela José Bastos, o que muitos não acreditavam é que dessas cinzas nasceria a resistência para se identificar com outros em favor do bem comum, especialmente, com os(as) trabalhadores(as) PASSOS NA “LIDA” E NO FAZER SOCIOPOLÍTICO COTIDIANO Na caminhada com os companheiros e companheiras, Vilani Oliveira agregou valores a sua própria biografia que, se não fora a identificação de princípios com outras fontes de resisitência, talvez não teria sido possível fazer-se a Liderança que é. Entre esses marcos de sua trajetória podemos citar: - Militância no PRC (Partido Revolucionário Comunista) em 1984; - Participação na Direção da União das Mulheres Cearense/UMC, primeira entidade feminista no Ceará depois da ditadura militar; - Participação na fundação do PT chegando a integrar comissões Pró-PT no Ceará, articulando núcleos de base e enfrentando o debate com a população que movida pelo preconceito e pelo combate da mídia burguesa que atacava qualquer possibilidade de organização partidária dos trabalhadores. - Participação na criação da JORNADA DE LUTA CONTRA A FOME, a qual foi presidenta. Este movimento surgiu como resposta aos milhares de trabalhadores que perambulavam pelas ruas de Fortaleza, fugindo da seca que castigava o ceará desde 1982. - Participação na criação da UNIÃO DAS COMUNIDADES DA GRANDE FORTALEZA como uma reação coletiva, criou-se a que fazia oposição a federação de bairros e favelas. O movimento popular participava ativamente das greves gerais e demais movimentos era tudo intercalado. São muitos os caminhos percorridos por essa mulher que militou desde sempre, em todas as instâncias, como resposta a busca pessoal pela plenitude da vida, compartilhando essa busca na Família, na Comunidade, no Partido, no Grupo de Estudos Filosóficos e Políticos, no Sindicato, na Federação de Municipais, na CUT estadual e agora, na PRESIDÊNCIA DA CONFETAM. Com o mérito da própria história, essa é Vilani Oliveira, a nova Presidenta da CONFETAM/CUT. Fonte: Blog Sindsep em Ação



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