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Trabalhadores são tema de exposição e filmes no Memorial da América Latina

Nas carvoarias, nos canaviais, nas minas, nos rios, nas greves, nos centros e nas periferias. Até de 2 junho, eles estão em cartaz

Escrito por: • Publicado em: 14/05/2013 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 14/05/2013 - 00:00

Até dia 2 de junho, os trabalhadores ficam em cartaz na Galeria Marta Traba, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Além de imagens feitas por fotógrafos que acompanharam de perto vários movimentos grevistas, a exposição 1° de Maio também mostra a triste realidade do trabalho infantil e dos que são submetidos ao trabalho escravo. Entre as obras, estão fotos feitas por João Roberto Ripper e por sua Agência-Escola Imagens do Povo, que formou fotógrafos na Favela da Maré, no Rio de Janeiro.
O olhar afiado e ao mesmo tempo delicado de Ripper captou a foto em que uma mulher dá um singelo beijo em um homem em meio a fumaça insalubre de uma carvoaria. Egberto Nogueira clicou o perfil tristonho de um menino colhendo fumo ao lado de um adulto. Iatã Cannabrava retratou periferias de várias cidades da América Latina.
Na exposição, a riqueza do universo do trabalhador também é ilustrada pelo cartunista argentino Luiz Trimano e pelo fotógrafo suíço Jean-Claude Wicky, que documentou a vida de mineiros na Bolívia. Além deles, participam da exposição coletiva trabalhos de João Bittar, Renato Stocker, Ricardo Alvez, Cristian Sepúlveda, Mayerling Garcia, Flávio Meyer e Livia Buchele.
Programação:
9/5 – Terra Sem Pão, de Luis Buñuel, 1932 (Espanha) / A Quem Pertence o Mundo?, de Bertold Brecht, 1932 (Alemanha)

14/5 – A Terra Treme, de Luchino Visconti, 1948 (Itália)
16/5 – Os companheiros, de Mário Monicelli 1963 (Itália)
21/5 – A Greve, de Sergei Eisenstein, 1925 (União Soviética) – apresentação seguida de debate com o professor Giovai Alves (Unesp)
23/5 – A Classe Operária Vai ao Paraíso, de Elio Petri, 1971 (Itália - foto acima)
28/5 – A Patagônia Rebelde, de Hector Oliveira, 1974 (Argentina)
30/5 – Atas de Marusia, de Miguel Littín, 1976 (Chile)
As sessões do Cineclube Latino-Americano são sempre às terças e quintas-feiras às 20h, no Espaço Vídeo do Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro.
Os ingressos individuais custam R$ 5, mas quem se associa à entidade paga R$ 20 mensais, com direito a quatro ingressos.
Entrada pelos portões 8, 9 e 12 do Memorial da América Latina, na Barra Funda.
Escrito por: Xandra Stefanel - Rede Brasil Atual
Título: Trabalhadores são tema de exposição e filmes no Memorial da América Latina, Conteúdo: Até dia 2 de junho, os trabalhadores ficam em cartaz na Galeria Marta Traba, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Além de imagens feitas por fotógrafos que acompanharam de perto vários movimentos grevistas, a exposição 1° de Maio também mostra a triste realidade do trabalho infantil e dos que são submetidos ao trabalho escravo. Entre as obras, estão fotos feitas por João Roberto Ripper e por sua Agência-Escola Imagens do Povo, que formou fotógrafos na Favela da Maré, no Rio de Janeiro. O olhar afiado e ao mesmo tempo delicado de Ripper captou a foto em que uma mulher dá um singelo beijo em um homem em meio a fumaça insalubre de uma carvoaria. Egberto Nogueira clicou o perfil tristonho de um menino colhendo fumo ao lado de um adulto. Iatã Cannabrava retratou periferias de várias cidades da América Latina. Na exposição, a riqueza do universo do trabalhador também é ilustrada pelo cartunista argentino Luiz Trimano e pelo fotógrafo suíço Jean-Claude Wicky, que documentou a vida de mineiros na Bolívia. Além deles, participam da exposição coletiva trabalhos de João Bittar, Renato Stocker, Ricardo Alvez, Cristian Sepúlveda, Mayerling Garcia, Flávio Meyer e Livia Buchele. Programação: 9/5 – Terra Sem Pão, de Luis Buñuel, 1932 (Espanha) / A Quem Pertence o Mundo?, de Bertold Brecht, 1932 (Alemanha) 14/5 – A Terra Treme, de Luchino Visconti, 1948 (Itália) 16/5 – Os companheiros, de Mário Monicelli 1963 (Itália) 21/5 – A Greve, de Sergei Eisenstein, 1925 (União Soviética) – apresentação seguida de debate com o professor Giovai Alves (Unesp) 23/5 – A Classe Operária Vai ao Paraíso, de Elio Petri, 1971 (Itália - foto acima) 28/5 – A Patagônia Rebelde, de Hector Oliveira, 1974 (Argentina) 30/5 – Atas de Marusia, de Miguel Littín, 1976 (Chile) As sessões do Cineclube Latino-Americano são sempre às terças e quintas-feiras às 20h, no Espaço Vídeo do Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro. Os ingressos individuais custam R$ 5, mas quem se associa à entidade paga R$ 20 mensais, com direito a quatro ingressos. Entrada pelos portões 8, 9 e 12 do Memorial da América Latina, na Barra Funda. Escrito por: Xandra Stefanel - Rede Brasil Atual



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