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Terrorismo de Estado de Israel multiplica destruição e morte na Palestina

Em nota oficial, CUT repudia agressão israelense e defende direito do povo palestino à autodeterminação

Escrito por: • Publicado em: 14/07/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 14/07/2014 - 00:00

Dando continuidade à sua política de terrorismo de Estado, o governo de Israel lançou sobre a população de Gaza mais de 400 toneladas de bombas em 36 horas. A partir de então, a multiplicação dos ataques fez com que o número de palestinos mortos já ultrapasse os 70, com mais de 500 feridos e mutilados, grande parte idosos, mulheres e crianças, atestam organizações médicas internacionais.
É inadmissível que o governo de Israel continue se utilizando da inaceitável e lamentável execução de três colonos israelenses, ocorrida recentemente, como justificativa para continuar com sua política de “punição coletiva”. É completamente absurdo que um Estado queira comportar-se como “xerife”, assassinando impunemente, enquanto mantém a odiosa ocupação militar com milhares de presos políticos e centenas de milhares sob cerco, com o muro do apartheid.
No momento em que Israel afronta uma vez mais a legislação internacional e insiste em manter a ocupação de terras que não lhe pertencem, estendendo suas colônias, humilhando um povo inteiro em seus postos de controle, desviando a água dos rios, cortando a energia elétrica, e atentando contra direitos humanos básicos, cresce a nossa responsabilidade em apoio à resistência palestina.
Assim como o regime de segregação racial caiu na África do Sul com a pressão dos povos e governos somada ao boicote econômico, precisamos ampliar a mobilização pelo rompimento de qualquer acordo com empresas israelenses, como a Elbit - que desenvolve a tecnologia dos drones – ou a Mekorot - responsável por violações e discriminações no direito à água na Palestina desde a década de 1950. Acordos deste tipo servem apenas para aumentar o poder de um regime que se sustenta na agressão.
Neste momento de luto e de dor, redobramos nosso compromisso com a luta pela afirmação de uma paz duradoura a partir da construção de dois estados –um israelense e um palestino - assegurada pelas fronteiras internacionais de 1967, garantindo também o retorno dos refugiados, conforme resolução da ONU.
Pela paz!
Pelo direito da autodeterminação da Palestina!
Pelo fim da agressão israelense!
Fonte: CUT Nacional

Título: Terrorismo de Estado de Israel multiplica destruição e morte na Palestina, Conteúdo: Dando continuidade à sua política de terrorismo de Estado, o governo de Israel lançou sobre a população de Gaza mais de 400 toneladas de bombas em 36 horas. A partir de então, a multiplicação dos ataques fez com que o número de palestinos mortos já ultrapasse os 70, com mais de 500 feridos e mutilados, grande parte idosos, mulheres e crianças, atestam organizações médicas internacionais. É inadmissível que o governo de Israel continue se utilizando da inaceitável e lamentável execução de três colonos israelenses, ocorrida recentemente, como justificativa para continuar com sua política de “punição coletiva”. É completamente absurdo que um Estado queira comportar-se como “xerife”, assassinando impunemente, enquanto mantém a odiosa ocupação militar com milhares de presos políticos e centenas de milhares sob cerco, com o muro do apartheid. No momento em que Israel afronta uma vez mais a legislação internacional e insiste em manter a ocupação de terras que não lhe pertencem, estendendo suas colônias, humilhando um povo inteiro em seus postos de controle, desviando a água dos rios, cortando a energia elétrica, e atentando contra direitos humanos básicos, cresce a nossa responsabilidade em apoio à resistência palestina. Assim como o regime de segregação racial caiu na África do Sul com a pressão dos povos e governos somada ao boicote econômico, precisamos ampliar a mobilização pelo rompimento de qualquer acordo com empresas israelenses, como a Elbit - que desenvolve a tecnologia dos drones – ou a Mekorot - responsável por violações e discriminações no direito à água na Palestina desde a década de 1950. Acordos deste tipo servem apenas para aumentar o poder de um regime que se sustenta na agressão. Neste momento de luto e de dor, redobramos nosso compromisso com a luta pela afirmação de uma paz duradoura a partir da construção de dois estados –um israelense e um palestino - assegurada pelas fronteiras internacionais de 1967, garantindo também o retorno dos refugiados, conforme resolução da ONU. Pela paz! Pelo direito da autodeterminação da Palestina! Pelo fim da agressão israelense! Fonte: CUT Nacional



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