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Terceirização e precarização; polêmica do lixo está de volta

A polêmica envolvendo o manejo e o destino do lixo em Maringá, ao que tudo indica está de volta.

Escrito por: • Publicado em: 28/05/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 28/05/2014 - 00:00

A prefeitura defende a terceirização do serviço, e indica a contração por meio de licitação internacional de empresa para realizar o serviço de compostagem (biomecanização do lixo).
Em encontro com dirigentes na sede do SISMMAR o vereador, Humberto Henrique, explicou que é impossível tirar qualquer conclusão sobre a proposta sem estudos que apontem os custos do projeto, e outros detalhes. Henrique defende que, a municipalidade precisa encontrar formas viáveis de lidar com o problema. “Sou contra a terceirização, primeiro, porque custa mais caro para o contribuinte e por entender que, o município tem condições para fazer a coleta do lixo e dar o destino correto aos rejeitos”, propõe.
Além da terceirização, outra problemática foi a declaração feita pelo secretário de serviços públicos, defendendo a precarização do trabalho, quando afirma que os trabalhadores (as) da empresa contratada terão que prestar o serviço, sob quaisquer condições. “Uma empresa terceirizada será encarregada pela coleta e destinação do lixo independentemente do clima, do número de funcionários afastados ou em férias, por exemplo", defendeu.
Não se pode admitir e, tampouco, aceitar a terceirização dos serviços públicos, ainda mais sob a ótica da precarização do trabalho. É necessário pensar outras soluções para a problemática do lixo, que sejam benéficas tanto para a população como para o trabalhador (a). Diante de tais motivos, o SISMMAR é contra esta política que prova mais uma vez a supervalorização do privado em detrimento do bem estar comum.
Fonte: SISMMAR

Título: Terceirização e precarização; polêmica do lixo está de volta, Conteúdo: A prefeitura defende a terceirização do serviço, e indica a contração por meio de licitação internacional de empresa para realizar o serviço de compostagem (biomecanização do lixo). Em encontro com dirigentes na sede do SISMMAR o vereador, Humberto Henrique, explicou que é impossível tirar qualquer conclusão sobre a proposta sem estudos que apontem os custos do projeto, e outros detalhes. Henrique defende que, a municipalidade precisa encontrar formas viáveis de lidar com o problema. “Sou contra a terceirização, primeiro, porque custa mais caro para o contribuinte e por entender que, o município tem condições para fazer a coleta do lixo e dar o destino correto aos rejeitos”, propõe. Além da terceirização, outra problemática foi a declaração feita pelo secretário de serviços públicos, defendendo a precarização do trabalho, quando afirma que os trabalhadores (as) da empresa contratada terão que prestar o serviço, sob quaisquer condições. “Uma empresa terceirizada será encarregada pela coleta e destinação do lixo independentemente do clima, do número de funcionários afastados ou em férias, por exemplo, defendeu. Não se pode admitir e, tampouco, aceitar a terceirização dos serviços públicos, ainda mais sob a ótica da precarização do trabalho. É necessário pensar outras soluções para a problemática do lixo, que sejam benéficas tanto para a população como para o trabalhador (a). Diante de tais motivos, o SISMMAR é contra esta política que prova mais uma vez a supervalorização do privado em detrimento do bem estar comum. Fonte: SISMMAR



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