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Municipais de Valparaíso cobram resposta à pauta de reivindicações

No último dia 10, os servidores entregaram a pauta na prefeitura e secretaria de Educação exigindo reajuste salarial e valorização dos docentes, mas até o momento não houve retorno

Escrito por: CUT Brasília com informações do Sindsepem/Val • Publicado em: 20/01/2017 - 15:28 • Última modificação: 24/01/2017 - 15:42 Escrito por: CUT Brasília com informações do Sindsepem/Val Publicado em: 20/01/2017 - 15:28 Última modificação: 24/01/2017 - 15:42

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Já está vigorando o reajuste de 7,64% dado ao piso salarial dos professores. Com o aumento, o salário-base passa de R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80. No entanto, para os educadores municipais, a realidade é bem diferente, nem todas as prefeituras cumprem a norma. Em Valparaíso de Goiás, por exemplo, de 2009 a 2012, a tabela salarial era alterada de maneira ilegal e não cumpria a lei do piso.

A presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso (Sindsepem/Val), Olízia Alves, lembra que só em 2013, quando um novo governo assumiu a gestão no município, a categoria conseguiu ter avanços nas negociações, reestruturar a carreira e elevar, inclusive, a gratificação de regência de classe de 15% para 25%. 

“Diferente de seu antecessor, o então governo esteve disposto a negociar e corrigir a defasagem salarial do magistério. Foi um importante avanço conquistado pelos professores”.

Perspectivas para 2017

Para este ano, Olízia garante que o sindicato se manterá atento e continuará lutando para que a Lei do Piso seja cumprida. Para tanto, protocolou na prefeitura e na secretaria de Educação a pauta de reivindicações dos servidores públicos municipais que, entre outras exigências, incluem o reajuste salarial e a valorização dos docentes. O documento foi entregue no dia 10 de janeiro, mas até o momento não houve retorno para início das negociações.

“Nós esperamos que o prefeito esteja disposto a dar continuidade aos avanços, pois o sindicato, como representante legal da categoria, não aceitará que retirem o que é nosso por direito”, afirmou.

Título: Municipais de Valparaíso cobram resposta à pauta de reivindicações, Conteúdo: Já está vigorando o reajuste de 7,64% dado ao piso salarial dos professores. Com o aumento, o salário-base passa de R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80. No entanto, para os educadores municipais, a realidade é bem diferente, nem todas as prefeituras cumprem a norma. Em Valparaíso de Goiás, por exemplo, de 2009 a 2012, a tabela salarial era alterada de maneira ilegal e não cumpria a lei do piso. A presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso (Sindsepem/Val), Olízia Alves, lembra que só em 2013, quando um novo governo assumiu a gestão no município, a categoria conseguiu ter avanços nas negociações, reestruturar a carreira e elevar, inclusive, a gratificação de regência de classe de 15% para 25%.  “Diferente de seu antecessor, o então governo esteve disposto a negociar e corrigir a defasagem salarial do magistério. Foi um importante avanço conquistado pelos professores”. Perspectivas para 2017 Para este ano, Olízia garante que o sindicato se manterá atento e continuará lutando para que a Lei do Piso seja cumprida. Para tanto, protocolou na prefeitura e na secretaria de Educação a pauta de reivindicações dos servidores públicos municipais que, entre outras exigências, incluem o reajuste salarial e a valorização dos docentes. O documento foi entregue no dia 10 de janeiro, mas até o momento não houve retorno para início das negociações. “Nós esperamos que o prefeito esteja disposto a dar continuidade aos avanços, pois o sindicato, como representante legal da categoria, não aceitará que retirem o que é nosso por direito”, afirmou.



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