Webmail CUT

Acesse seu Webmail CUT


Login CUT

Acesse a CUT

Esqueceu a senha?

Servidores públicos municipais de Belo Horizonte entram em greve por tempo indeterminado nesta terça (6)

Prefeitura da capital de Minas Gerais mantém contraproposta já rejeitada e categorias aprovam paralisação em assembleia

Escrito por: • Publicado em: 07/05/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 07/05/2014 - 00:00

Servidores e servidoras públicos municipais de Belo Horizonte entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (6). A decisão foi aprovada em assembleia geral realizada pela manhã na Praça da Estação, Região Central da capital mineira. De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), em reunião realizada segunda-feira (5), a prefeitura manteve a proposta de 5,76% de reajuste nos salários a partir de outubro. Ofereceu também aumento de R$ 1 no vale-alimentação, o que é considerado insuficiente pelos servidores. As categorias, que fazem campanha salarial unificada, pediam 15% de aumento e R$ 28 de vale-refeição, entre outras reivindicações específicas.
Trabalhadores, trabalhadoras e entidades sindicais defendem que a proposta é totalmente insatisfatória porque não repõe valores acima da inflação.
Outro ponto levantado pelo Sindibel é a disparidade de salários na prefeitura. Atualmente, dos mais de 45 mil servidores, 36% (cerca de 15 mil) ganham entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Enquanto isso, pouco mais de 600 trabalhadores (cerca de 1% do total) possuem remuneração superior a R$ 20 mil por mês.
Aderiram à paralisação por tempo indeterminado os profissionais da saúde, educação, administrações regionais, fiscalização, limpeza urbana, entre outros grupos. Os trabalhadores terceirizados da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) aderiram à paralisação nesta terça-feira (6) e se juntaram às demais categorias. Na noite de segunda-feira (5), pouco mais de duas semanas após a categoria reivindicar reajuste salarial, os garis suspenderam o serviço.
Cerca de 3 mil servidores e servidoras deixaram a Praça da Estação, por volta das 11 horas, com carro de som, faixas e bandeiras e saíram em passeata pelas ruas do Centro de Belo Horizonte, passaram pela Praça Sete. Eles se uniram aos servidores estaduais da saúde na esquina da avenida Afonso Pena com a rua da Bahia e todos participaram de ato público em frente à prefeitura. A manifestação interrompeu o trânsito, durante 40 minutos, em uma das pistas da avenida Afonso Pena.
A secretária de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Lourdes Aparecida de Jesus Vasconcelos, parabenizou servidores e servidoras pela disposição de lutar por seus direitos e mais conquistas e reiterou o apoio da Central ao movimento. “Vocês estão de parabéns pela organização do movimento e pela disposição de enfrentar este prefeito, que segue em Belo Horizonte o exemplo do governo de Minas Gerais, que desrespeita trabalhadores e trabalhadoras. Servidores e servidoras podem contar com a CUT, que disponibiliza toda sua infraestrutura e o apoio político de toda sua base a esta luta por um tratamento justo, melhores salários e condições de trabalho.”
A próxima assembleia dos servidores está agendada para o dia 14 de maio. Eles esperam obter uma nova proposta da prefeitura, que será debatida em um mesa de negociação sindical, marcada para a próxima segunda-feira (12).
Fonte: CUT Nacional

Título: Servidores públicos municipais de Belo Horizonte entram em greve por tempo indeterminado nesta terça (6), Conteúdo: Servidores e servidoras públicos municipais de Belo Horizonte entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (6). A decisão foi aprovada em assembleia geral realizada pela manhã na Praça da Estação, Região Central da capital mineira. De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), em reunião realizada segunda-feira (5), a prefeitura manteve a proposta de 5,76% de reajuste nos salários a partir de outubro. Ofereceu também aumento de R$ 1 no vale-alimentação, o que é considerado insuficiente pelos servidores. As categorias, que fazem campanha salarial unificada, pediam 15% de aumento e R$ 28 de vale-refeição, entre outras reivindicações específicas. Trabalhadores, trabalhadoras e entidades sindicais defendem que a proposta é totalmente insatisfatória porque não repõe valores acima da inflação. Outro ponto levantado pelo Sindibel é a disparidade de salários na prefeitura. Atualmente, dos mais de 45 mil servidores, 36% (cerca de 15 mil) ganham entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Enquanto isso, pouco mais de 600 trabalhadores (cerca de 1% do total) possuem remuneração superior a R$ 20 mil por mês. Aderiram à paralisação por tempo indeterminado os profissionais da saúde, educação, administrações regionais, fiscalização, limpeza urbana, entre outros grupos. Os trabalhadores terceirizados da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) aderiram à paralisação nesta terça-feira (6) e se juntaram às demais categorias. Na noite de segunda-feira (5), pouco mais de duas semanas após a categoria reivindicar reajuste salarial, os garis suspenderam o serviço. Cerca de 3 mil servidores e servidoras deixaram a Praça da Estação, por volta das 11 horas, com carro de som, faixas e bandeiras e saíram em passeata pelas ruas do Centro de Belo Horizonte, passaram pela Praça Sete. Eles se uniram aos servidores estaduais da saúde na esquina da avenida Afonso Pena com a rua da Bahia e todos participaram de ato público em frente à prefeitura. A manifestação interrompeu o trânsito, durante 40 minutos, em uma das pistas da avenida Afonso Pena. A secretária de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Lourdes Aparecida de Jesus Vasconcelos, parabenizou servidores e servidoras pela disposição de lutar por seus direitos e mais conquistas e reiterou o apoio da Central ao movimento. “Vocês estão de parabéns pela organização do movimento e pela disposição de enfrentar este prefeito, que segue em Belo Horizonte o exemplo do governo de Minas Gerais, que desrespeita trabalhadores e trabalhadoras. Servidores e servidoras podem contar com a CUT, que disponibiliza toda sua infraestrutura e o apoio político de toda sua base a esta luta por um tratamento justo, melhores salários e condições de trabalho.” A próxima assembleia dos servidores está agendada para o dia 14 de maio. Eles esperam obter uma nova proposta da prefeitura, que será debatida em um mesa de negociação sindical, marcada para a próxima segunda-feira (12). Fonte: CUT Nacional



Informativo CONFETAM

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.