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Servidores em greve ocupam gabinete do prefeito de Florianópolis

Bem sucedida, a ocupação arrancou uma nova contraproposta do Executivo: a retirada do PL 1.560/16, que altera o regime de previdência

Escrito por: Confetam • Publicado em: 19/08/2016 - 09:42 • Última modificação: 22/08/2016 - 16:23 Escrito por: Confetam Publicado em: 19/08/2016 - 09:42 Última modificação: 22/08/2016 - 16:23

. Servidores ocuparam o gabinete do prefeito Cesar Sousa Júnior (PSD) nesta quinta (18)

Em greve desde 8 de agosto, servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis (SC) ocuparam, nesta quinta-feira (18), o gabinete do prefeito Cesar Sousa Júnior (PSD). Com o ato histórico, eles conquistaram uma contraproposta do Executivo e a garantia de mesa de negociação. Nesta sexta-feira (19), a mobilização continuou pela manhã, com os roteiros de greve, seguida de reunião do comando do movimento e do conselho deliberativo, às 10h30, para analisar a contraproposta.

Às 13h30, a categoria se reúne em assembleia para deliberar sobre a nova proposta da Prefeitura, que se comprometeu a retirar da pauta de votação da Câmara Municipal o PL 1.560/16 que altera o regime próprio de previdência. A tramitação do projeto é um dos principais motivos da greve.

Na quarta-feira (17), os servidores deram uma verdadeira aula de como lutar pela cidade e o serviço público. Debaixo de muita chuva e apesar de todas as táticas de desmobilização do Executivo, os trabalhadores lotaram a assembleia na Praça Tancredo Neves, de onde partiram até a Câmara Municipal numa grande caminhada pelo Centro da Capital.

Vereadores se escondem

Na Câmara acontecia uma sessão solene, sem problemas de quórum e com os vereadores presentes. O PL 1.560/16 estava na pauta da sessão ordinária, que deveria iniciar imediatamente após as homenagens no Plenário. No entanto, ao fim da sessão solene e sentindo a pressão dos trabalhadores, diversos vereadores sumiram para impedir o quórum necessário à votação do PL que ataca a previdência municipal.

Seguiram presentes apenas 11 - faltando um para completar o quórum mínimo. Dos doze vereadores ausentes, apenas Deglaber Goulart (PSD) apresentou justificativa – a realização de sessões de quimioterapia. Não deram as caras Aldérico Furlan (PSC), Célio João (PMDB), César Faria (PSD), Dalmo Meneses (PSD), Ed (PSB), Erádio (PSD), Gui Pereira(PR), Jerônimo Alves (PRB), Marcelo da Intendência (PP), Badeko (PHS) e Roberto Katumi (PSD).

Servidores enfrentam chuva e frio

Enquanto os vereadores se escondiam, os servidores enfrentavam chuva e frio, dando mais uma prova de que não o desistiriam da luta enquanto as reivindicações da categoria não fossem atendidas. "A previdência não é mercadoria e não será vendida", avisaram os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Muicipais de Florianópolis (Sintrasem).

Além de contrários ao PL 1.560/16, eles acusam o prefeito de dar calote na categoria, de descumprir acordo e de promover cortes de recursos, em prejuízo do serviço público municipal e da população. 

Fonte: Sintrasem

Título: Servidores em greve ocupam gabinete do prefeito de Florianópolis, Conteúdo: Em greve desde 8 de agosto, servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis (SC) ocuparam, nesta quinta-feira (18), o gabinete do prefeito Cesar Sousa Júnior (PSD). Com o ato histórico, eles conquistaram uma contraproposta do Executivo e a garantia de mesa de negociação. Nesta sexta-feira (19), a mobilização continuou pela manhã, com os roteiros de greve, seguida de reunião do comando do movimento e do conselho deliberativo, às 10h30, para analisar a contraproposta. Às 13h30, a categoria se reúne em assembleia para deliberar sobre a nova proposta da Prefeitura, que se comprometeu a retirar da pauta de votação da Câmara Municipal o PL 1.560/16 que altera o regime próprio de previdência. A tramitação do projeto é um dos principais motivos da greve. Na quarta-feira (17), os servidores deram uma verdadeira aula de como lutar pela cidade e o serviço público. Debaixo de muita chuva e apesar de todas as táticas de desmobilização do Executivo, os trabalhadores lotaram a assembleia na Praça Tancredo Neves, de onde partiram até a Câmara Municipal numa grande caminhada pelo Centro da Capital. Vereadores se escondem Na Câmara acontecia uma sessão solene, sem problemas de quórum e com os vereadores presentes. O PL 1.560/16 estava na pauta da sessão ordinária, que deveria iniciar imediatamente após as homenagens no Plenário. No entanto, ao fim da sessão solene e sentindo a pressão dos trabalhadores, diversos vereadores sumiram para impedir o quórum necessário à votação do PL que ataca a previdência municipal. Seguiram presentes apenas 11 - faltando um para completar o quórum mínimo. Dos doze vereadores ausentes, apenas Deglaber Goulart (PSD) apresentou justificativa – a realização de sessões de quimioterapia. Não deram as caras Aldérico Furlan (PSC), Célio João (PMDB), César Faria (PSD), Dalmo Meneses (PSD), Ed (PSB), Erádio (PSD), Gui Pereira(PR), Jerônimo Alves (PRB), Marcelo da Intendência (PP), Badeko (PHS) e Roberto Katumi (PSD). Servidores enfrentam chuva e frio Enquanto os vereadores se escondiam, os servidores enfrentavam chuva e frio, dando mais uma prova de que não o desistiriam da luta enquanto as reivindicações da categoria não fossem atendidas. A previdência não é mercadoria e não será vendida, avisaram os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Muicipais de Florianópolis (Sintrasem). Além de contrários ao PL 1.560/16, eles acusam o prefeito de dar calote na categoria, de descumprir acordo e de promover cortes de recursos, em prejuízo do serviço público municipal e da população.  Fonte: Sintrasem



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