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São Paulo: Greve arranca conquista para trabalhadores

Os trabalhadores municipais de São Paulo decidiram em assembleia (3 de junho) suspender a GREVE iniciada em 27 de maio.

Escrito por: • Publicado em: 04/06/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 04/06/2014 - 00:00

Depois de uma semana de atividades (passeatas, reuniões, discussões, mutirões) a adesão cresceu e a cada dia mais unidades paravam os trabalhos. O resultado foi que o prefeito Fernando Haddad foi obrigado a buscar condições para atender nossas reivindicações. A Greve foi a nossa única e melhor saída.
A campanha salarial tinha até o momento da Greve ouvido não, não e não. O Governo até o momento não havia respeitado as mesas de negociação. Os negociadores não têm poder de decisão e jogam assuntos simples para frente. No entanto, as nossas necessidades são imediatas e já estão com prazo de validade vencido. Haddad mostrou que precisa do povo na rua para se sensibilizar, foi o que fizemos e continuaremos se necessário.
A resposta oficial e positiva a maior parte da nossa pauta de reivindicações motivou os servidores voltarem ao trabalho. Um ponto de honra nessa campanha era a mudança da Lei Salarial com regras impostas no Governo do ex-prefeito Paulo Maluf e mantidas pelos seus sucessores. Hoje essa Lei está com os dias contados. Teremos uma nova lei que discutida com o Sindsep, considerando mecanismos de reposição da inflação anual. Essa é certamente a nossa maior vitória.
Após assembleia, um grupo de servidores, na maioria profissionais da assistência social, foram com a direção para o Sindsep, dando continuidade ao comando de mobilização. O objetivo foi discutir a continuidade do movimento, pois temos apenas um protocolo que precisa ser transformado em efetivas leis e ações práticas.
Estamos em alerta e faremos uma assembleia dia 9 de junho, às 14 horas, no Centro de Formação para discutir os encaminhamentos do comando.
Fonte: SINDSEP

Título: São Paulo: Greve arranca conquista para trabalhadores, Conteúdo: Depois de uma semana de atividades (passeatas, reuniões, discussões, mutirões) a adesão cresceu e a cada dia mais unidades paravam os trabalhos. O resultado foi que o prefeito Fernando Haddad foi obrigado a buscar condições para atender nossas reivindicações. A Greve foi a nossa única e melhor saída. A campanha salarial tinha até o momento da Greve ouvido não, não e não. O Governo até o momento não havia respeitado as mesas de negociação. Os negociadores não têm poder de decisão e jogam assuntos simples para frente. No entanto, as nossas necessidades são imediatas e já estão com prazo de validade vencido. Haddad mostrou que precisa do povo na rua para se sensibilizar, foi o que fizemos e continuaremos se necessário. A resposta oficial e positiva a maior parte da nossa pauta de reivindicações motivou os servidores voltarem ao trabalho. Um ponto de honra nessa campanha era a mudança da Lei Salarial com regras impostas no Governo do ex-prefeito Paulo Maluf e mantidas pelos seus sucessores. Hoje essa Lei está com os dias contados. Teremos uma nova lei que discutida com o Sindsep, considerando mecanismos de reposição da inflação anual. Essa é certamente a nossa maior vitória. Após assembleia, um grupo de servidores, na maioria profissionais da assistência social, foram com a direção para o Sindsep, dando continuidade ao comando de mobilização. O objetivo foi discutir a continuidade do movimento, pois temos apenas um protocolo que precisa ser transformado em efetivas leis e ações práticas. Estamos em alerta e faremos uma assembleia dia 9 de junho, às 14 horas, no Centro de Formação para discutir os encaminhamentos do comando. Fonte: SINDSEP



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