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Revista Ágora destaca desindustrialização no Brasil em sua edição de dezembro

A publicação do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) também aborda o aumento da violência policial contra movimentos sociais, estudantes e sindicatos

Escrito por: Sismuc • Publicado em: 21/12/2016 - 17:06 • Última modificação: 09/01/2017 - 19:40 Escrito por: Sismuc Publicado em: 21/12/2016 - 17:06 Última modificação: 09/01/2017 - 19:40

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A última revista Ágora de 2016 reflete a mudança do cenário econômico e político no Brasil desde o golpe parlamentar. A crise, que se arrasta desde 2014, tem como reflexo a desindustrialização do país. Na reportagem de capa, o jornalista Pedro Carrano observa que a redução industrial revela a preferência pelo sistema financeiro no Brasil. A reportagem traz dados de como o setor desaqueceu, principalmente em Curitiba, onde o “linhão do emprego” não deu certo, assim como o abandono da CIC (região industrial).

Outra reportagem significativa da revista editada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) é “Polícia para quem luta”. A jornalista Waleiska Fernandes mostra como tem crescido a repressão policial principalmente contra estudantes, movimentos sociais e sindicatos que se opõe ao golpe e a políticas que retiram direitos da população. Ela mostra que 25 anos após a redemocratização, o Brasil ainda tem uma polícia que não sabe lidar com manifestações.

Ágora também aborda uma das principais lutas a serem travadas em 2017: a reforma da previdência. André Rosendo entrevista Marcelo Gonçalves, da ONG Auditoria Cidadã. Ele aponta outros caminhos que não sejam aumentar o tempo de contribuição do trabalhador. Marcelo argumenta que o país está transferindo recursos do setor produtivo para o financeiro.

Ainda no campo da reportagem, a sessão “3 cliques” publica fotos de Leandro Taques e texto de Gibran Mendes sobre o funeral do líder cubano Fidel Castro. As imagens revelam o amor do povo ao presidente que mudou a realidade da pequena ilha caribenha.

Em suas colunas, o filósofo Pedro Elói aponta 50 anos de regresso social em cinco meses de Michel Temer efetivado no poder. Já Naiara Bittencourt discute aborto em “Mulheres”. O ressurgimento da pauta ocorreu após o STF decidir que abortar até três meses de gestação não é crime.  Em “Coordenadas Sindicais”, o diretor de comunicação da CUT Paraná, Daniel Mittelbach, lança provocação sobre os desafios da comunicação sindical para 2017.

A revista ainda tem “Cartoon” da equipe CtrlS sobre Trump colocando fogo no mundo, “Curtas” abordando a  Zika, “Ponto de Vista” discutindo tática de atuação em protestos, “Nossa Cidade” retornando e mostrando a transformação de Medellin, em texto da jornalista Thea Tavares, o tradicional “Radar da Luta” e “Arte e Cultura em Movimento”.

Título: Revista Ágora destaca desindustrialização no Brasil em sua edição de dezembro, Conteúdo: A última revista Ágora de 2016 reflete a mudança do cenário econômico e político no Brasil desde o golpe parlamentar. A crise, que se arrasta desde 2014, tem como reflexo a desindustrialização do país. Na reportagem de capa, o jornalista Pedro Carrano observa que a redução industrial revela a preferência pelo sistema financeiro no Brasil. A reportagem traz dados de como o setor desaqueceu, principalmente em Curitiba, onde o “linhão do emprego” não deu certo, assim como o abandono da CIC (região industrial). Outra reportagem significativa da revista editada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) é “Polícia para quem luta”. A jornalista Waleiska Fernandes mostra como tem crescido a repressão policial principalmente contra estudantes, movimentos sociais e sindicatos que se opõe ao golpe e a políticas que retiram direitos da população. Ela mostra que 25 anos após a redemocratização, o Brasil ainda tem uma polícia que não sabe lidar com manifestações. Ágora também aborda uma das principais lutas a serem travadas em 2017: a reforma da previdência. André Rosendo entrevista Marcelo Gonçalves, da ONG Auditoria Cidadã. Ele aponta outros caminhos que não sejam aumentar o tempo de contribuição do trabalhador. Marcelo argumenta que o país está transferindo recursos do setor produtivo para o financeiro. Ainda no campo da reportagem, a sessão “3 cliques” publica fotos de Leandro Taques e texto de Gibran Mendes sobre o funeral do líder cubano Fidel Castro. As imagens revelam o amor do povo ao presidente que mudou a realidade da pequena ilha caribenha. Em suas colunas, o filósofo Pedro Elói aponta 50 anos de regresso social em cinco meses de Michel Temer efetivado no poder. Já Naiara Bittencourt discute aborto em “Mulheres”. O ressurgimento da pauta ocorreu após o STF decidir que abortar até três meses de gestação não é crime.  Em “Coordenadas Sindicais”, o diretor de comunicação da CUT Paraná, Daniel Mittelbach, lança provocação sobre os desafios da comunicação sindical para 2017. A revista ainda tem “Cartoon” da equipe CtrlS sobre Trump colocando fogo no mundo, “Curtas” abordando a  Zika, “Ponto de Vista” discutindo tática de atuação em protestos, “Nossa Cidade” retornando e mostrando a transformação de Medellin, em texto da jornalista Thea Tavares, o tradicional “Radar da Luta” e “Arte e Cultura em Movimento”.



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