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Reino Unido: Conferência do Unison pede Lula livre

Em Conferência Internacional, brasileiros denunciam prisão política de Lula como uma tentativa das forças de direita de impedi-lo de ser candidato às eleições presidenciais.

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 22/06/2018 - 15:03 • Última modificação: 22/06/2018 - 15:48 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 22/06/2018 - 15:03 Última modificação: 22/06/2018 - 15:48

. Sessão de encerramento da Conferência do UNISON será na tarde de hoje (22)

A presidenta licenciada da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, a diretora da entidade, Zelita Ramos, dirigente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José dos Campos (Sindserv/SJC) e da Federação dos Servidores Municipais de São Paulo (Fetam/SP), e o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT), Sandro Alex de Oliveira Cezar, representaram o Brasil na Conferência Nacional de Delegados do Sindicato do Setor Público do Reino Unido (UNISON), realizado de 18 a 22 de junho, na cidade de Brighton, na Iglaterra.

Eles denunciaram a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma tentativa desesperada das forças de direita nacionais e internacionais de impedi-lo de ser candidato às eleições presidenciais de 7 de outubro e de ser eleito presidente pela terceira vez. Encarcerado na Polícia Federal de Curitiba (PR) desde o dia 7 de abril, Lula foi condenado e preso sem que o Ministério Público e o Judiciário apresentassem provas do cometimento de crime. Mesmo preso, ele desponta como líder absoluto das pesquisas de intenção de voto para presidente do Brasil, com possibilidade de eleição ainda no primeiro turno.

Identidade com os pobres

Zelita Ramos fez um relato sobre o perfil de Lula, destacou a simplicidade e a identidade do maior líder da América Latina com as causas dos trabalhadores e da população mais pobre. Os convidados brasileiros ressaltaram a importância da organização de comitês pela libertação de Lula em todos os países democráticos para que a denúncia da prisão política do ex-presidente ganhe ainda mais força internacional. 

Eles destacaram ainda o papel decisivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT) na denúncia e no combate ao golpe parlamentar no Brasil, iniciado com a deposição da presidenta Dilma Rousseff, e agravado com a entrega das riquezas naturais do país ao capital internacional, com a legalização da precarização das relações de trabalho e com a tentativa de inabilitar Lula às eleições presidencias deste ano, dentre inúmeros retrocessos civilizatótios impostos ao povo brasileiro pelo governo do presidente golpista Michel Temer. 

Solidariedade internacional 

Os participantes da Conferência do UNISON 2018, que somaram cerca de três mil delegados de vários países, demonstraram solidariedade a Lula logo no início do evento, durante ato "Free Lula", realizado no dia da abertura, nesta segunda-feira (18). Após discurso, a presidenta licenciada da Confetam/CUT foi aplaudida de pé. Vilani Oliveira foi bastante cumprimentada pelo público presente, que gritou "Lula Livre" junto ela.  

Na tarde do mesmo dia (18), as mulheres do Comitê Lula Livre de Londres roubaram a cena ao reafirmarem a inocência do ex-presidente e exigirem sua libertação. A ação foi articulada pelas brasileiras Mara e Luzia, que moram em Londres e tomaram a iniciativa de formar o Comitê "Free Lula" na cidade.

Na quarta-feira (20), representantes da Colômbia também engrossaram o coro "Free Lula".

Conjuntura

Os representantes do Brasil fizeram uma análise de conjutura nacional e internacional sobre a situação dos trabalhadores, o avanço da política neoliberal, a redução dos direitos trabalhistas e do emprego formal, o crescimento do desemprego em função das novas tecnologias e o aumento do número de miseráveis. "Paralelamente a isso, o Estado vai reduzindo o seu papel como indutor de políticas públicas e promotor da redução das desigualdades sociais. Isso é preocupante não só no Brasil, na Europa, mas no mundo mundo inteiro", afirmou Vilani Oliveira. 

Promotor do evento, o Sindicato do Setor Público do Reino Unido é o maior sindicado inglês da área de serviços públicos, com mais de 1,3 milhão de trabalhadores filiados. A Conferência Nacional de Delegados do UNISON termina na tarde de hoje (22), com sessão de encerramento às 16h.
 

Título: Reino Unido: Conferência do Unison pede Lula livre, Conteúdo: A presidenta licenciada da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, a diretora da entidade, Zelita Ramos, dirigente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José dos Campos (Sindserv/SJC) e da Federação dos Servidores Municipais de São Paulo (Fetam/SP), e o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT), Sandro Alex de Oliveira Cezar, representaram o Brasil na Conferência Nacional de Delegados do Sindicato do Setor Público do Reino Unido (UNISON), realizado de 18 a 22 de junho, na cidade de Brighton, na Iglaterra. Eles denunciaram a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma tentativa desesperada das forças de direita nacionais e internacionais de impedi-lo de ser candidato às eleições presidenciais de 7 de outubro e de ser eleito presidente pela terceira vez. Encarcerado na Polícia Federal de Curitiba (PR) desde o dia 7 de abril, Lula foi condenado e preso sem que o Ministério Público e o Judiciário apresentassem provas do cometimento de crime. Mesmo preso, ele desponta como líder absoluto das pesquisas de intenção de voto para presidente do Brasil, com possibilidade de eleição ainda no primeiro turno. Identidade com os pobres Zelita Ramos fez um relato sobre o perfil de Lula, destacou a simplicidade e a identidade do maior líder da América Latina com as causas dos trabalhadores e da população mais pobre. Os convidados brasileiros ressaltaram a importância da organização de comitês pela libertação de Lula em todos os países democráticos para que a denúncia da prisão política do ex-presidente ganhe ainda mais força internacional.  Eles destacaram ainda o papel decisivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT) na denúncia e no combate ao golpe parlamentar no Brasil, iniciado com a deposição da presidenta Dilma Rousseff, e agravado com a entrega das riquezas naturais do país ao capital internacional, com a legalização da precarização das relações de trabalho e com a tentativa de inabilitar Lula às eleições presidencias deste ano, dentre inúmeros retrocessos civilizatótios impostos ao povo brasileiro pelo governo do presidente golpista Michel Temer.  Solidariedade internacional  Os participantes da Conferência do UNISON 2018, que somaram cerca de três mil delegados de vários países, demonstraram solidariedade a Lula logo no início do evento, durante ato Free Lula, realizado no dia da abertura, nesta segunda-feira (18). Após discurso, a presidenta licenciada da Confetam/CUT foi aplaudida de pé. Vilani Oliveira foi bastante cumprimentada pelo público presente, que gritou Lula Livre junto ela.   Na tarde do mesmo dia (18), as mulheres do Comitê Lula Livre de Londres roubaram a cena ao reafirmarem a inocência do ex-presidente e exigirem sua libertação. A ação foi articulada pelas brasileiras Mara e Luzia, que moram em Londres e tomaram a iniciativa de formar o Comitê Free Lula na cidade. Na quarta-feira (20), representantes da Colômbia também engrossaram o coro Free Lula. Conjuntura Os representantes do Brasil fizeram uma análise de conjutura nacional e internacional sobre a situação dos trabalhadores, o avanço da política neoliberal, a redução dos direitos trabalhistas e do emprego formal, o crescimento do desemprego em função das novas tecnologias e o aumento do número de miseráveis. Paralelamente a isso, o Estado vai reduzindo o seu papel como indutor de políticas públicas e promotor da redução das desigualdades sociais. Isso é preocupante não só no Brasil, na Europa, mas no mundo mundo inteiro, afirmou Vilani Oliveira.  Promotor do evento, o Sindicato do Setor Público do Reino Unido é o maior sindicado inglês da área de serviços públicos, com mais de 1,3 milhão de trabalhadores filiados. A Conferência Nacional de Delegados do UNISON termina na tarde de hoje (22), com sessão de encerramento às 16h.  



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