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Reforma da Previdência e PEC 241 são alvo de críticas em todo o país

Servidores da Prefeitura de Curitiba fazem vigília com caminhada pelo Centro da cidade

Escrito por: Pedro Carrano • Publicado em: 06/10/2016 - 10:54 • Última modificação: 07/10/2016 - 19:17 Escrito por: Pedro Carrano Publicado em: 06/10/2016 - 10:54 Última modificação: 07/10/2016 - 19:17

Pedro Carrano Ato concentrou-se na Boca Maldita, na Capital do PR

O dia 5 de outubro fica marcado como a data na qual os servidores públicos de todo o país disseram não às tentativas de corte de direitos e redução de investimentos no serviço público.

Convocado pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), CUT e outras entidades, em Curitiba o ato concentrou-se na Boca Maldita (Centro) e iniciou uma caminhada em procissão contra a retirada de direitos.

“(A reforma da Previdência) tem alguns pontos muito polêmicos, como o aumento da idade para a aposentadoria para 65 anos. Ou seja, a partir de agora o servidor público, seja homem ou mulher, terá que trabalhar mais independentemente do tempo de contribuição. Um impacto muito grande para professores e outras áreas”, afirma Jonathan Ramos, da coordenação do Sismuc.

Vários ataques contra os direitos

Na caminhada, os servidores recordaram também outras questões importantes, caso da luta contra a MP do ensino médio, que leva secundaristas a ocupar escolas neste momento, principalmente em São José dos Pinhais. Assim como redução do investimento no serviço público em 20 anos (PEC 241) e ataques aos direitos trabalhistas:

“Não queremos que a lei seja usurpada e o negociado prevaleça sobre o legislado”, critica Irene Rodrigues, coordenadora geral do Sismuc, referindo-se à tentativa atual de ampliar as terceirizações e também de flexibilização dos direitos trabalhistas.

Título: Reforma da Previdência e PEC 241 são alvo de críticas em todo o país, Conteúdo: O dia 5 de outubro fica marcado como a data na qual os servidores públicos de todo o país disseram não às tentativas de corte de direitos e redução de investimentos no serviço público. Convocado pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), CUT e outras entidades, em Curitiba o ato concentrou-se na Boca Maldita (Centro) e iniciou uma caminhada em procissão contra a retirada de direitos. “(A reforma da Previdência) tem alguns pontos muito polêmicos, como o aumento da idade para a aposentadoria para 65 anos. Ou seja, a partir de agora o servidor público, seja homem ou mulher, terá que trabalhar mais independentemente do tempo de contribuição. Um impacto muito grande para professores e outras áreas”, afirma Jonathan Ramos, da coordenação do Sismuc. Vários ataques contra os direitos Na caminhada, os servidores recordaram também outras questões importantes, caso da luta contra a MP do ensino médio, que leva secundaristas a ocupar escolas neste momento, principalmente em São José dos Pinhais. Assim como redução do investimento no serviço público em 20 anos (PEC 241) e ataques aos direitos trabalhistas: “Não queremos que a lei seja usurpada e o negociado prevaleça sobre o legislado”, critica Irene Rodrigues, coordenadora geral do Sismuc, referindo-se à tentativa atual de ampliar as terceirizações e também de flexibilização dos direitos trabalhistas.



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