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Atos desta sexta serão primeiro passo para a greve geral

A orientação é atrasar a entrada no trabalho, fazer assembleias, paralisar as atividades e, no fim do dia, fazer um grande ato público pela saída de Temer

Escrito por: CUT • Publicado em: 08/06/2016 - 16:43 • Última modificação: 09/06/2016 - 13:19 Escrito por: CUT Publicado em: 08/06/2016 - 16:43 Última modificação: 09/06/2016 - 13:19

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Em diferentes encontros em Brasília, o presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, falou a senadores e jornalistas sobre a construção da greve geral.

“Dia 10 é Dia Nacional de Mobilização, de luta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, de construção, de aquecimento para uma greve geral que ainda não tem data marcada. As bandeiras desse dia serão ‘Fora, Temer’ e ‘nenhum direito a menos’.

Como em outras mobilizações realizadas pela CUT e pelos movimentos sociais nos últimos meses, os trabalhadores podem atrasar a entrada, fazer assembleias, paralisar as atividades durante a manhã ou durante 24 horas, como a FUP (Federação Única dos Petroleiros) decidiu fazer e, no fim do dia, fazerem um grande ato em uma avenida ou praça pública das cidades.

A greve geral está sendo construída, mas só vai ocorrer quando o governo interino do vice-presidente Michel Temer encaminhar para o Congresso Nacional as medidas de retirada de direitos que vêm sendo anunciadas via imprensa. 

"A CUT está construindo uma greve geral com suas bases para lutar contra retrocessos, retirada de direitos, como da previdência social, da educação, da saúde, a mudança no regime do pré-sal, como Michel Temer, o golpista interino, vem anunciando", completou o presidente da CUT.

Título: Atos desta sexta serão primeiro passo para a greve geral, Conteúdo: Em diferentes encontros em Brasília, o presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, falou a senadores e jornalistas sobre a construção da greve geral. “Dia 10 é Dia Nacional de Mobilização, de luta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, de construção, de aquecimento para uma greve geral que ainda não tem data marcada. As bandeiras desse dia serão ‘Fora, Temer’ e ‘nenhum direito a menos’. Como em outras mobilizações realizadas pela CUT e pelos movimentos sociais nos últimos meses, os trabalhadores podem atrasar a entrada, fazer assembleias, paralisar as atividades durante a manhã ou durante 24 horas, como a FUP (Federação Única dos Petroleiros) decidiu fazer e, no fim do dia, fazerem um grande ato em uma avenida ou praça pública das cidades. A greve geral está sendo construída, mas só vai ocorrer quando o governo interino do vice-presidente Michel Temer encaminhar para o Congresso Nacional as medidas de retirada de direitos que vêm sendo anunciadas via imprensa.  A CUT está construindo uma greve geral com suas bases para lutar contra retrocessos, retirada de direitos, como da previdência social, da educação, da saúde, a mudança no regime do pré-sal, como Michel Temer, o golpista interino, vem anunciando, completou o presidente da CUT.



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