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Professores de Universidades e Institutos Federais se unem à Aliança das Três Esferas para derrotar a PEC 32

Proifes se juntou à Fenasepe, Confetam, Condsef, CNTE e CNTSS para enterrar de vez a Reforma Administrativa. Carta das Três Esferas foi lida na 16º Plenária Nacional da CUT, encerrada domingo (24)

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 25/10/2021 - 17:23 • Última modificação: 25/10/2021 - 17:57 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 25/10/2021 - 17:23 Última modificação: 25/10/2021 - 17:57

ROBERTO PARIZOTTI (SAPÃO) Graça Costa representou o Ramo dos Servidores Municipais no encerramento da Plenária

A “Carta da Aliança das Três Esferas”, documento subscrito pelas cinco entidades nacionais de servidores públicos CUTistas, foi lida durante a 16ª Plenária Nacional da Central Única dos Trabalhadores (PlenCUT), encerrada na tarde do último domingo (24) pela secretária-geral e o vice-presidente da entidade, Carmen Foro e Vagner Freitas.

Assinada pela Confetam (servidores municipais), Fenasepe (estaduais), Condsef (federais), CNTE (trabalhadores da Educação) e CNTSS (Saúde, Assistência e Previdência Social), a carta conclama toda a classe trabalhadora a seguir o exemplo dos servidores municipais, estaduais e federais brasileiros, que decidiram unir forças para derrotar a Reforma Administrativa (PEC 32) e o desgoverno Bolsonaro. 

A Aliança Nacional das Três Esferas ganhou grande reforço: a adesão dos docentes das Universidades e Institutos Federais representados pela Federações de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes). Agora, a Aliança passa a ser formada por duas federações e quatro confederações CUTistas do serviço público. "Nos somamos a partir de agora. Temos como prioridade o reforço do campo da CUT dentro das pautas dos professores federais", anunciou o presidente da Proifes, Nilton Brandão. 

28 de outubro é Dia de Luta!

Em Brasília, a pressão pela derrota da PEC 32 segue firme. Seja no Aeroporto Internacional, na Câmara dos Deputados ou pela Esplanada dos Ministérios, os sindicalistas continuam avisando os deputados federais: se votar, não volta nas eleições de 2022. Reiniciado nesta segunda-feira (25), o programa de atividades na Capital Federal segue até a próxima quinta-feira (28), Dia Nacional dos Servidores e Servidoras Públicas. Na data, serão realizadas mobilizações por todo o Brasil para pressionar os parlamentares a dizerem NÃO à Reforma Administrativa, que desmonta o Estado brasileiro para privatizar os serviços públicos.  

No encerramento da 16ª PlenCUT “Organização e Unidade para Lutar”, após quatro dias de intenso trabalho, os mais de 950 delegados e delegadas foram convocados para o 14º Congresso Nacional da entidade, que ocorrerá em outubro de 2023. “Conseguimos realizar debates tão profundos e aprovar resoluções muito significantes para o presente e para o futuro da classe trabalhadora que representamos e para a luta geral da sociedade, para reconstruir e transformar o Brasil e tomar impulso para as mudanças mundiais. O debate da CUT colabora muito com a sociedade”, avaliou Carmen Foro.

Julgamento nas urnas

Para Vagner Freitas, o papel da CUT na construção do 14º Congresso da entidade será colocar o plano de lutas em ação e a agenda sindical em prática. Para isso é necessário fortalecer os sindicatos. “Bolsonaro quando foi eleito disse que ia acabar com o MST e com a CUT, mas a nossa central não só não acabou, como está mais forte. Ele é que está derretendo. As pesquisas mostram isso. A nossa Central segue forte, grande e vamos continuar representando a classe trabalhadora. Quem estará fora é este genocida”, afirmou Vagner. “Se não tiver impeachment agora, faremos o julgamento de Bolsonaro nas urnas em 2022 elegendo Lula presidente”.

Liderados pela presidente Jucélia Vargas, 21 dirigentes da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) representaram a entidade na 16ª Plenária Nacional da CUT, além da secretária de Saúde do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), Lourdes Estêvão, do presidente do Sindicato dos Municipais de Florianópolis (Sintrasem), Renê Munaro, e de dezenas de delegados e delegadas da categoria representando os estados brasileiros. 

Título: Professores de Universidades e Institutos Federais se unem à Aliança das Três Esferas para derrotar a PEC 32, Conteúdo: A “Carta da Aliança das Três Esferas”, documento subscrito pelas cinco entidades nacionais de servidores públicos CUTistas, foi lida durante a 16ª Plenária Nacional da Central Única dos Trabalhadores (PlenCUT), encerrada na tarde do último domingo (24) pela secretária-geral e o vice-presidente da entidade, Carmen Foro e Vagner Freitas. Assinada pela Confetam (servidores municipais), Fenasepe (estaduais), Condsef (federais), CNTE (trabalhadores da Educação) e CNTSS (Saúde, Assistência e Previdência Social), a carta conclama toda a classe trabalhadora a seguir o exemplo dos servidores municipais, estaduais e federais brasileiros, que decidiram unir forças para derrotar a Reforma Administrativa (PEC 32) e o desgoverno Bolsonaro.  A Aliança Nacional das Três Esferas ganhou grande reforço: a adesão dos docentes das Universidades e Institutos Federais representados pela Federações de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes). Agora, a Aliança passa a ser formada por duas federações e quatro confederações CUTistas do serviço público. Nos somamos a partir de agora. Temos como prioridade o reforço do campo da CUT dentro das pautas dos professores federais, anunciou o presidente da Proifes, Nilton Brandão.  28 de outubro é Dia de Luta! Em Brasília, a pressão pela derrota da PEC 32 segue firme. Seja no Aeroporto Internacional, na Câmara dos Deputados ou pela Esplanada dos Ministérios, os sindicalistas continuam avisando os deputados federais: se votar, não volta nas eleições de 2022. Reiniciado nesta segunda-feira (25), o programa de atividades na Capital Federal segue até a próxima quinta-feira (28), Dia Nacional dos Servidores e Servidoras Públicas. Na data, serão realizadas mobilizações por todo o Brasil para pressionar os parlamentares a dizerem NÃO à Reforma Administrativa, que desmonta o Estado brasileiro para privatizar os serviços públicos.   No encerramento da 16ª PlenCUT “Organização e Unidade para Lutar”, após quatro dias de intenso trabalho, os mais de 950 delegados e delegadas foram convocados para o 14º Congresso Nacional da entidade, que ocorrerá em outubro de 2023. “Conseguimos realizar debates tão profundos e aprovar resoluções muito significantes para o presente e para o futuro da classe trabalhadora que representamos e para a luta geral da sociedade, para reconstruir e transformar o Brasil e tomar impulso para as mudanças mundiais. O debate da CUT colabora muito com a sociedade”, avaliou Carmen Foro. Julgamento nas urnas Para Vagner Freitas, o papel da CUT na construção do 14º Congresso da entidade será colocar o plano de lutas em ação e a agenda sindical em prática. Para isso é necessário fortalecer os sindicatos. “Bolsonaro quando foi eleito disse que ia acabar com o MST e com a CUT, mas a nossa central não só não acabou, como está mais forte. Ele é que está derretendo. As pesquisas mostram isso. A nossa Central segue forte, grande e vamos continuar representando a classe trabalhadora. Quem estará fora é este genocida”, afirmou Vagner. “Se não tiver impeachment agora, faremos o julgamento de Bolsonaro nas urnas em 2022 elegendo Lula presidente”. Liderados pela presidente Jucélia Vargas, 21 dirigentes da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) representaram a entidade na 16ª Plenária Nacional da CUT, além da secretária de Saúde do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), Lourdes Estêvão, do presidente do Sindicato dos Municipais de Florianópolis (Sintrasem), Renê Munaro, e de dezenas de delegados e delegadas da categoria representando os estados brasileiros. 



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