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Prefeituras pedem a Bolsonaro que libere socorro e vete reajuste a servidores

Em ofícios ao presidente, CNM e FNP afirmam que precisam dos recursos contra coronavírus e não há ambiente dar aumento de salário

Escrito por: Com informações da Folha de SP • Publicado em: 19/05/2020 - 12:07 • Última modificação: 19/05/2020 - 12:33 Escrito por: Com informações da Folha de SP Publicado em: 19/05/2020 - 12:07 Última modificação: 19/05/2020 - 12:33

Reprodução da Internet

Entidades que representam prefeitos de 5.406 municípios brasileiros enviaram ofícios ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrando a assinatura do projeto de lei que libera dinheiro para socorrer as contas de estados e municípios, agravadas com a crise econômica da pandemia do coronavírus.

Os prefeitos cobram também o veto à liberação para reajustes salariais das maiores categorias do funcionalismo.

Os documentos foram assinados pela FNP (Frente Nacional de Prefeitos), que reúne 406 municípios com mais de 80 mil habitantes, e a CNM (Confederação Nacional de Municípios), com 5.000 governos locais.

Glademir Aroldi, presidente da CNM, assina o ofício em que os prefeitos manifestam "apoio ao veto anunciado pelo ministro Paulo Guedes" às regras que permitiriam reajustes salariais no funcionalismo público.

A flexibilização do congelamento salarial opôs Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes, da Economia. Na última sexta, Guedes disse que se valer do momento de crise para elevar custos é fazer palanque político em cima de cadáveres.

Para a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) , Vilani Oliveira, os prefeitos brasileiros agem com oportunismo, ao defenderem a tese de achatamento salarial e paralisação dos benefícios da carreira de servidores municipais, que hoje estão na linha de frente de combate ao coronavírus. "É cruel sacrificar os trabalhadores, enquanto as grandes fortunas seguem intocáveis e os ricos continuam sonegando impostos. Nós servidores públicos não podemos pagar essa conta", diz a dirigente.

 

 

 
Título: Prefeituras pedem a Bolsonaro que libere socorro e vete reajuste a servidores, Conteúdo: Entidades que representam prefeitos de 5.406 municípios brasileiros enviaram ofícios ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrando a assinatura do projeto de lei que libera dinheiro para socorrer as contas de estados e municípios, agravadas com a crise econômica da pandemia do coronavírus. Os prefeitos cobram também o veto à liberação para reajustes salariais das maiores categorias do funcionalismo. Os documentos foram assinados pela FNP (Frente Nacional de Prefeitos), que reúne 406 municípios com mais de 80 mil habitantes, e a CNM (Confederação Nacional de Municípios), com 5.000 governos locais. Glademir Aroldi, presidente da CNM, assina o ofício em que os prefeitos manifestam apoio ao veto anunciado pelo ministro Paulo Guedes às regras que permitiriam reajustes salariais no funcionalismo público. A flexibilização do congelamento salarial opôs Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes, da Economia. Na última sexta, Guedes disse que se valer do momento de crise para elevar custos é fazer palanque político em cima de cadáveres. Para a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) , Vilani Oliveira, os prefeitos brasileiros agem com oportunismo, ao defenderem a tese de achatamento salarial e paralisação dos benefícios da carreira de servidores municipais, que hoje estão na linha de frente de combate ao coronavírus. É cruel sacrificar os trabalhadores, enquanto as grandes fortunas seguem intocáveis e os ricos continuam sonegando impostos. Nós servidores públicos não podemos pagar essa conta, diz a dirigente.      



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