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Prefeitura do Crato perde liminar na justiça e greve dos professores continua

A defesa foi feita pela assessoria jurídica do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Crato, que lidera os educadores em luta.

Escrito por: • Publicado em: 29/08/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 29/08/2014 - 00:00

 Os professores da rede municipal de ensino do Crato, em greve desde o dia 20 de agosto, após mais de 30 dias de mobilização e paralisações, derrotaram na justiça liminar da Prefeitura do Crato, que pedia a ilegalidade do movimento. 
Conforme o Sindicato, os profissionais entraram em greve após verem frustradas a tentativa de diálogo com a Prefeitura durante as negociações da campanha salarial 2014. Segundo Júnior Matos, presidente da organização sindical, “a Prefeitura erra mais uma vez. Errou ao não negociar com qualidade com os professores e agora persiste no erro ao criminalizar, judicializar, a nossa luta. Isso é repressão, é conservadorismo”, esclarece o dirigente, que aguarda respostas aos pontos abaixo, que motivam a mobilização da categoria:
1. Repasse da diferença salarial do piso para todos os profissionais do magistério;
2. Majoração do percentual de regência de classe atualmente de 8% (oito por cento) sobre o salário base, para 20% (vinte por cento);
3. Reformulação do Plano de Cargos e Carreiras do Magistério;
4. Pela progressão dos Auxiliares de Serviço Gerais, Merendeiras, Técnicos Administrativos e Secretários Escolares.
Fonte: FETAMCE

Título: Prefeitura do Crato perde liminar na justiça e greve dos professores continua, Conteúdo:  Os professores da rede municipal de ensino do Crato, em greve desde o dia 20 de agosto, após mais de 30 dias de mobilização e paralisações, derrotaram na justiça liminar da Prefeitura do Crato, que pedia a ilegalidade do movimento.  Conforme o Sindicato, os profissionais entraram em greve após verem frustradas a tentativa de diálogo com a Prefeitura durante as negociações da campanha salarial 2014. Segundo Júnior Matos, presidente da organização sindical, “a Prefeitura erra mais uma vez. Errou ao não negociar com qualidade com os professores e agora persiste no erro ao criminalizar, judicializar, a nossa luta. Isso é repressão, é conservadorismo”, esclarece o dirigente, que aguarda respostas aos pontos abaixo, que motivam a mobilização da categoria: 1. Repasse da diferença salarial do piso para todos os profissionais do magistério; 2. Majoração do percentual de regência de classe atualmente de 8% (oito por cento) sobre o salário base, para 20% (vinte por cento); 3. Reformulação do Plano de Cargos e Carreiras do Magistério; 4. Pela progressão dos Auxiliares de Serviço Gerais, Merendeiras, Técnicos Administrativos e Secretários Escolares. Fonte: FETAMCE



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