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Prefeitura de Malhador massacra magistério ao atrasar e parcelar salários

Estudo do sindicato mostra que existe recurso suficiente, mas falta vontade política.

Escrito por: Caroline Santos • Publicado em: 15/01/2019 - 16:01 • Última modificação: 15/01/2019 - 16:32 Escrito por: Caroline Santos Publicado em: 15/01/2019 - 16:01 Última modificação: 15/01/2019 - 16:32

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Em ato realizado na manhã desta sexta, 11, em frente à prefeitura, integrantes do magistério da rede municipal protestaram contra o parcelamento do salário de dezembro.

Os professores e professoras da cidade de Malhador terminaram o ano de 2018 sem receber o salário de dezembro e só esta semana foram informados que o pagamento será parcelado. No dia 11, o magistério recebeu 40%, e foi informado que os 60% só no dia 30 de janeiro.

A justificativa da administração de Elayne Oliveira de Araújo (Elayne de Dedé) é que os recursos do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação que a prefeitura recebeu em dezembro não foram suficientes para fazer o pagamento.

Mas ao fazer uma pesquisa no site do Banco do Brasil (onde são fornecidas informações dos repasses do fundo) é possível constatar que no mês de dezembro o município de Malhador recebeu R$702.590,63, comparado com os R$574.000,17 que é valor da folha de pagamento (no mês de agosto, pois os demais meses o município não disponibilizou) do magistério (já com encargos sociais) divulgado no site do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é possível verificar que os recursos foram mais que suficientes. Vale ressaltar que o município não reajustou o valor do piso para 2018, ou seja, a folha de pagamento do magistério é quase a mesma (com exceção do crescimento vegetativo que dificilmente ultrapassa os 2%) de 2017.

O verdadeiro motivo é a desorganização que inchou a folha de pagamento com contratos, cargos em comissão e irregularidades. Estudo feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese) mostra que se as correções forem feitas, os recursos serão mais que suficientes. A entidade está buscando marcar audiência no Tribunal de Contas do Estado com a conselheira Suzana Azevedo, responsável por fiscalizar as contas de Malhador.

Título: Prefeitura de Malhador massacra magistério ao atrasar e parcelar salários, Conteúdo: Em ato realizado na manhã desta sexta, 11, em frente à prefeitura, integrantes do magistério da rede municipal protestaram contra o parcelamento do salário de dezembro. Os professores e professoras da cidade de Malhador terminaram o ano de 2018 sem receber o salário de dezembro e só esta semana foram informados que o pagamento será parcelado. No dia 11, o magistério recebeu 40%, e foi informado que os 60% só no dia 30 de janeiro. A justificativa da administração de Elayne Oliveira de Araújo (Elayne de Dedé) é que os recursos do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação que a prefeitura recebeu em dezembro não foram suficientes para fazer o pagamento. Mas ao fazer uma pesquisa no site do Banco do Brasil (onde são fornecidas informações dos repasses do fundo) é possível constatar que no mês de dezembro o município de Malhador recebeu R$702.590,63, comparado com os R$574.000,17 que é valor da folha de pagamento (no mês de agosto, pois os demais meses o município não disponibilizou) do magistério (já com encargos sociais) divulgado no site do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é possível verificar que os recursos foram mais que suficientes. Vale ressaltar que o município não reajustou o valor do piso para 2018, ou seja, a folha de pagamento do magistério é quase a mesma (com exceção do crescimento vegetativo que dificilmente ultrapassa os 2%) de 2017. O verdadeiro motivo é a desorganização que inchou a folha de pagamento com contratos, cargos em comissão e irregularidades. Estudo feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese) mostra que se as correções forem feitas, os recursos serão mais que suficientes. A entidade está buscando marcar audiência no Tribunal de Contas do Estado com a conselheira Suzana Azevedo, responsável por fiscalizar as contas de Malhador.



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