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Política do salário mínimo passa por revisão ano que vem. Centrais vão às ruas defendê-la

Tema é uma das bandeiras da manifestação desta quarta, dia 9, em SP

Escrito por: • Publicado em: 09/04/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 09/04/2014 - 00:00

Uma das principais conquistas do movimento sindical nos últimos 12 anos, o salário mínimo volta à pauta na 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, amanhã, nas ruas de São Paulo.
Já existe uma política de valorização, responsável por aumento real (acima da inflação) de mais de 70%, desde que entrou em vigor. A luta por um piso nacional mais forte, por sinal, foi a razão de as centrais terem se unido em 2004 para promover grandes marchas a Brasília, sempre no final do ano, com o objetivo de pressionar o governo às vésperas da análise do Orçamento da União. Naquele ano, os reajustes tiveram início, até que a atual fórmula de valorização (PIB + INPC) virasse acordo formal entre governo e centrais, em 2007, à margem do Congresso, à época ainda reticente em aprová-la.
O problema à vista é que esse mesmo acordo passará por uma revisão no ano que vem. A depender da correlação de forças, não está totalmente descartada uma mudança que reduza a fórmula de valorização. Por isso o movimento sindical decidiu recolocar o tema entre suas prioridades e resistir a investidas conservadoras.
“Já vemos movimentações, via imprensa, de analistas defendendo a desaceleração do processo de fortalecimento do mínimo”, comenta o presidente da CUT, Vagner Freitas. “Os argumentos são os mesmos que a realidade já desmentiu: temor de descontrole inflacionário, perda de competitividade e outros, que os anos recentes, de mínimo valorizado, provaram falsos”, diz Vagner.
O salário mínimo, hoje em R$ 724, atende aproximadamente 48,2 milhões de brasileiros, entre aposentados e ativos. Só em 2014, segundo cálculos do Dieese, o aumento injeta quase R$ 29 bilhões novos na economia.
Fonte: CUT Nacional

Título: Política do salário mínimo passa por revisão ano que vem. Centrais vão às ruas defendê-la, Conteúdo: Uma das principais conquistas do movimento sindical nos últimos 12 anos, o salário mínimo volta à pauta na 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, amanhã, nas ruas de São Paulo. Já existe uma política de valorização, responsável por aumento real (acima da inflação) de mais de 70%, desde que entrou em vigor. A luta por um piso nacional mais forte, por sinal, foi a razão de as centrais terem se unido em 2004 para promover grandes marchas a Brasília, sempre no final do ano, com o objetivo de pressionar o governo às vésperas da análise do Orçamento da União. Naquele ano, os reajustes tiveram início, até que a atual fórmula de valorização (PIB + INPC) virasse acordo formal entre governo e centrais, em 2007, à margem do Congresso, à época ainda reticente em aprová-la. O problema à vista é que esse mesmo acordo passará por uma revisão no ano que vem. A depender da correlação de forças, não está totalmente descartada uma mudança que reduza a fórmula de valorização. Por isso o movimento sindical decidiu recolocar o tema entre suas prioridades e resistir a investidas conservadoras. “Já vemos movimentações, via imprensa, de analistas defendendo a desaceleração do processo de fortalecimento do mínimo”, comenta o presidente da CUT, Vagner Freitas. “Os argumentos são os mesmos que a realidade já desmentiu: temor de descontrole inflacionário, perda de competitividade e outros, que os anos recentes, de mínimo valorizado, provaram falsos”, diz Vagner. O salário mínimo, hoje em R$ 724, atende aproximadamente 48,2 milhões de brasileiros, entre aposentados e ativos. Só em 2014, segundo cálculos do Dieese, o aumento injeta quase R$ 29 bilhões novos na economia. Fonte: CUT Nacional



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