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País gera 588.671 empregos formais no primeiro semestre do ano

No primeiro semestre de 2014, o país gerou 588.671 empregos com carteira assinada

Escrito por: • Publicado em: 22/07/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 22/07/2014 - 00:00

Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última quinta-feira (17) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, demonstram que no primeiro semestre de 2014, o país gerou 588.671 empregos com carteira assinada, um crescimento de 1,45% em relação ao estoque de dezembro de 2013.
O crescimento ocorreu nos sete dos oito setores de atividade econômica, com destaque para o setor de Serviços que gerou no ano 386.036 postos, saldo superior ao registrado no mesmo período do ano anterior (361.180 postos). O setor Agrícola registrou no período a maior taxa de crescimento gerando 110.840 empregos formais, seguido da Construção Civil (73.343 empregos), a Indústria de Transformação (44.146 empregos), a Administração Pública (26.172 empregos), e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup) (4.867 empregos). O setor Comércio foi o único que apresentou queda no período com perda de 58.096 postos, decorrente do declínio do Comércio Varejista (-83.646 postos).
O ministro Manoel Dias avaliou o desempenho fraco da indústria como fator preponderante na geração de vagas no mês, mas espera que as desonerações propostas ao setor revertam essa tendência. "A meta do governo é criar 1 milhão de empregos formais em 2014", avaliou.
Emprego por região
No recorte geográfico, o crescimento ocorreu em quatro das cinco grandes regiões brasileiras, com o Sudeste apresentando +330.009 postos, Sul com +177.251 postos, Centro-Oeste com +90.319 e Norte com +15.534. Apenas o Nordeste apresentou queda com -24.442 postos. Nos estados, 21 deles elevaram o nível do emprego com destaques positivos para São Paulo com +187.505 postos, Minas Gerais com +97.503, Paraná com +62.909 e Santa Catarina com + 62.387.
Dados de junho
No mês de junho foram gerados 25.363 empregos com carteira assinada, o que representou um crescimento de 0,06% em relação ao estoque do mês anterior. O resultado aponta uma desaceleração no ritmo de crescimento. No acumulado do ano, ocorreu expansão de 1,45% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 588.671 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 763.499 postos de trabalho, correspondendo à elevação de 1,89%.
No período entre janeiro de 2011 a junho de 2014 já foi criado um total de 5.106.855 empregos, um crescimento de 11,59%. Em termos setoriais, o desempenho positivo do emprego em junho originou-se da elevação em três dos oito setores de atividade econômica, com o destaque para a Agricultura com +40.818 postos, Serviços com +31.143 e Administração Pública com +1.548.
Os dados também revelam aumento do emprego em três regiões: Sudeste com +19.894 postos, Centro-Oeste com +7.471 postos e Norte com +6.471. Norte apresentou geração superior à registrada no mesmo período do ano anterior (+4.341 postos em junho de 2013).
Salários

No primeiro semestre de 2014, os salários médios de admissão, apresentaram um aumento real de 1,84%, em relação ao mesmo semestre de 2013, ao passarem de R$ 1.152,73 em 2013, para R$ 1.173,90 em 2014, dando continuidade à tendência de crescimento verificada nos últimos anos.
Segundo o recorte por gênero, o crescimento real do salário médio obtido pelos homens foi de 1,81%, ante um aumento das mulheres, de 2,17%. Com esse resultado, a relação entre os salários reais médios de admissão feminino versus masculino teve um aumento de 86,05% em 2013 para 86,35% em 2014.
Fonte: DIAP

Título: País gera 588.671 empregos formais no primeiro semestre do ano, Conteúdo: Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última quinta-feira (17) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, demonstram que no primeiro semestre de 2014, o país gerou 588.671 empregos com carteira assinada, um crescimento de 1,45% em relação ao estoque de dezembro de 2013. O crescimento ocorreu nos sete dos oito setores de atividade econômica, com destaque para o setor de Serviços que gerou no ano 386.036 postos, saldo superior ao registrado no mesmo período do ano anterior (361.180 postos). O setor Agrícola registrou no período a maior taxa de crescimento gerando 110.840 empregos formais, seguido da Construção Civil (73.343 empregos), a Indústria de Transformação (44.146 empregos), a Administração Pública (26.172 empregos), e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup) (4.867 empregos). O setor Comércio foi o único que apresentou queda no período com perda de 58.096 postos, decorrente do declínio do Comércio Varejista (-83.646 postos). O ministro Manoel Dias avaliou o desempenho fraco da indústria como fator preponderante na geração de vagas no mês, mas espera que as desonerações propostas ao setor revertam essa tendência. A meta do governo é criar 1 milhão de empregos formais em 2014, avaliou. Emprego por região No recorte geográfico, o crescimento ocorreu em quatro das cinco grandes regiões brasileiras, com o Sudeste apresentando +330.009 postos, Sul com +177.251 postos, Centro-Oeste com +90.319 e Norte com +15.534. Apenas o Nordeste apresentou queda com -24.442 postos. Nos estados, 21 deles elevaram o nível do emprego com destaques positivos para São Paulo com +187.505 postos, Minas Gerais com +97.503, Paraná com +62.909 e Santa Catarina com + 62.387. Dados de junho No mês de junho foram gerados 25.363 empregos com carteira assinada, o que representou um crescimento de 0,06% em relação ao estoque do mês anterior. O resultado aponta uma desaceleração no ritmo de crescimento. No acumulado do ano, ocorreu expansão de 1,45% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 588.671 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 763.499 postos de trabalho, correspondendo à elevação de 1,89%. No período entre janeiro de 2011 a junho de 2014 já foi criado um total de 5.106.855 empregos, um crescimento de 11,59%. Em termos setoriais, o desempenho positivo do emprego em junho originou-se da elevação em três dos oito setores de atividade econômica, com o destaque para a Agricultura com +40.818 postos, Serviços com +31.143 e Administração Pública com +1.548. Os dados também revelam aumento do emprego em três regiões: Sudeste com +19.894 postos, Centro-Oeste com +7.471 postos e Norte com +6.471. Norte apresentou geração superior à registrada no mesmo período do ano anterior (+4.341 postos em junho de 2013). Salários No primeiro semestre de 2014, os salários médios de admissão, apresentaram um aumento real de 1,84%, em relação ao mesmo semestre de 2013, ao passarem de R$ 1.152,73 em 2013, para R$ 1.173,90 em 2014, dando continuidade à tendência de crescimento verificada nos últimos anos. Segundo o recorte por gênero, o crescimento real do salário médio obtido pelos homens foi de 1,81%, ante um aumento das mulheres, de 2,17%. Com esse resultado, a relação entre os salários reais médios de admissão feminino versus masculino teve um aumento de 86,05% em 2013 para 86,35% em 2014. Fonte: DIAP



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