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Nota da direção do Sismuc: o machismo mata!

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc) denuncia que a cultura do machismo vitimiza mulheres todos os dias

Escrito por: Sismuc • Publicado em: 20/06/2016 - 13:17 • Última modificação: 21/06/2016 - 15:47 Escrito por: Sismuc Publicado em: 20/06/2016 - 13:17 Última modificação: 21/06/2016 - 15:47

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No dia 16 de junho, Marcos de Oliveira Cunha foi preso no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. As investigações da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que ele teria pagado R$ 2 mil para um adolescente matar a sua esposa, a professora de educação infantil, Lucicleide Gouveia da Luz.

Além de prestar solidariedade à família e aos servidores que perdem uma colega e companheira no local de trabalho, a direção do Sismuc lança mais uma vez o alerta e reforça que a cultura do machismo vitimiza todos os dias mulheres, por meio de agressões, assédio moral e sexual, estupros e chegando a casos de assassinatos. O machismo mata!

Lucicleide foi atingida na cabeça por quatro disparos de arma de fogo, em frente à escola do filho de quatro anos. E o motivo não foi o dito “crime passional”, pelo fato de a trabalhadora ter sinalizado se separar do marido. O motivo é o machismo, numa sociedade que faz da mulher objeto de propriedade e uso dos homens, rebaixa seus direitos econômicos e ainda submete a mulher à dupla ou tripla jornada de trabalho.

Não podemos permitir a impunidade e a continuação desse cenário.

Por esse motivo, o Sismuc constrói e incentiva a luta dos movimentos populares contra o machismo, os espaços onde as mulheres se organizam em torno das suas pautas e direitos, que contam com amplo espaço de divulgação em nossos veículos de comunicação.

Por isso, estivemos na luta por uma Casa da Mulher Brasileira que garanta o acolhimento, proteção, punição e combate à cultura do machismo.

Por isso, lutamos pelo empoderamento das mulheres, pela paridade e participação das mulheres nas lutas do sindicato.

Como grande parte dos segmentos que conformam o funcionalismo municipal são mulheres trabalhadoras, sabemos das suas dores e dificuldades no cotidiano. E temos certeza de que a luta das mulheres é a luta dos servidores públicos municipais!

Direção do Sismuc

Título: Nota da direção do Sismuc: o machismo mata!, Conteúdo: No dia 16 de junho, Marcos de Oliveira Cunha foi preso no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. As investigações da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que ele teria pagado R$ 2 mil para um adolescente matar a sua esposa, a professora de educação infantil, Lucicleide Gouveia da Luz. Além de prestar solidariedade à família e aos servidores que perdem uma colega e companheira no local de trabalho, a direção do Sismuc lança mais uma vez o alerta e reforça que a cultura do machismo vitimiza todos os dias mulheres, por meio de agressões, assédio moral e sexual, estupros e chegando a casos de assassinatos. O machismo mata! Lucicleide foi atingida na cabeça por quatro disparos de arma de fogo, em frente à escola do filho de quatro anos. E o motivo não foi o dito “crime passional”, pelo fato de a trabalhadora ter sinalizado se separar do marido. O motivo é o machismo, numa sociedade que faz da mulher objeto de propriedade e uso dos homens, rebaixa seus direitos econômicos e ainda submete a mulher à dupla ou tripla jornada de trabalho. Não podemos permitir a impunidade e a continuação desse cenário. Por esse motivo, o Sismuc constrói e incentiva a luta dos movimentos populares contra o machismo, os espaços onde as mulheres se organizam em torno das suas pautas e direitos, que contam com amplo espaço de divulgação em nossos veículos de comunicação. Por isso, estivemos na luta por uma Casa da Mulher Brasileira que garanta o acolhimento, proteção, punição e combate à cultura do machismo. Por isso, lutamos pelo empoderamento das mulheres, pela paridade e participação das mulheres nas lutas do sindicato. Como grande parte dos segmentos que conformam o funcionalismo municipal são mulheres trabalhadoras, sabemos das suas dores e dificuldades no cotidiano. E temos certeza de que a luta das mulheres é a luta dos servidores públicos municipais! Direção do Sismuc



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