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Municipários de Nova Esperança do Sul lutam por reajuste digno

Os municipários de Nova Esperança do Sul estão na luta para barrar o projeto de lei encaminhado pelo prefeito municipal, que estipula o percentual para o reajuste da categoria em apenas 3% e joga a data-base para 1º de outubro.

Escrito por: • Publicado em: 04/06/2013 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 04/06/2013 - 00:00

Na justificativa do projeto, o gestor público trata o percentual de reajuste do vale refeição, que foi elevado para R$ 210,00 como parte do percentual de reajuste e afirma que os municipários estão conquistando ganho real. Seguindo o texto, elaborado sem nenhum argumento técnico, o prefeito também usa indicadores genéricos para falar da situação financeira do município e não apresentou o balanço que comprova o impacto financeiro da lei no orçamento público da cidade. Fugindo a qualquer lógica, chegou a questionar a validade dos indicadores do IBGE e do FGV.
Fora da realidade também foi sua colocação de que os servidores não precisam de reajuste maior porque estão com um maior poder de compra. Escreveu ele: “A porcentagem de funcionários que possuem carros é muito maior do que há 10 (dez) anos. Quase todos têm casa própria.” Lança argumentos sem nenhuma comprovação e sem nenhum fundamento e arremata: “Como vemos, nobres edis, nossos servidores não tem do que se queixar”, firmando seu compromisso com a valorização do funcionalismo e suas famílias.
Para o secretário de Imprensa e Comunicação da FEMERGS, Danúbio Junior, a situação vivenciada pelos municipários de Nova Esperança do Sul retrata uma difícil realidade em muitos municípios do Estado, aonde “os prefeitos ainda conduzem a gestão pública sem nenhum respeito às técnicas administrativas, construindo situações caóticas na carreira dos servidores e entraves para um efetivo serviço público de qualidade que prejudicam as cidades.”
Fonte: FEMERGS

Título: Municipários de Nova Esperança do Sul lutam por reajuste digno, Conteúdo: Na justificativa do projeto, o gestor público trata o percentual de reajuste do vale refeição, que foi elevado para R$ 210,00 como parte do percentual de reajuste e afirma que os municipários estão conquistando ganho real. Seguindo o texto, elaborado sem nenhum argumento técnico, o prefeito também usa indicadores genéricos para falar da situação financeira do município e não apresentou o balanço que comprova o impacto financeiro da lei no orçamento público da cidade. Fugindo a qualquer lógica, chegou a questionar a validade dos indicadores do IBGE e do FGV. Fora da realidade também foi sua colocação de que os servidores não precisam de reajuste maior porque estão com um maior poder de compra. Escreveu ele: “A porcentagem de funcionários que possuem carros é muito maior do que há 10 (dez) anos. Quase todos têm casa própria.” Lança argumentos sem nenhuma comprovação e sem nenhum fundamento e arremata: “Como vemos, nobres edis, nossos servidores não tem do que se queixar”, firmando seu compromisso com a valorização do funcionalismo e suas famílias. Para o secretário de Imprensa e Comunicação da FEMERGS, Danúbio Junior, a situação vivenciada pelos municipários de Nova Esperança do Sul retrata uma difícil realidade em muitos municípios do Estado, aonde “os prefeitos ainda conduzem a gestão pública sem nenhum respeito às técnicas administrativas, construindo situações caóticas na carreira dos servidores e entraves para um efetivo serviço público de qualidade que prejudicam as cidades.” Fonte: FEMERGS



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