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Municipais participam de Seminário Internacional sobre Negociação Coletiva em Tempos de Crise

Presidente da Confetam, Vilani Oliveira representou a entidade no Seminário Internacional que abordou as experiência de negociações coletivas na Itália, Alemanha, Argentina, Espanha e Brasil

Escrito por: Confetam • Publicado em: 18/10/2016 - 17:18 • Última modificação: 19/10/2016 - 19:30 Escrito por: Confetam Publicado em: 18/10/2016 - 17:18 Última modificação: 19/10/2016 - 19:30

. Vicente Flávio, Vilani Oliveira e Graça Costa participam do Seminário Internacional

Encerrou hoje, em São Paulo, o Seminário Internacional Negociação Coletiva em Tempos de Crise, promovido pelo Instituto Lavoro, com o apoio do escritório LBS Advogados e da Fundação Friedrich Ebert (FES). Aberto nesta segunda-feira (17), no Novotel Jaraguá, o evento contou com a participação da presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, da secretária nacional de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Graça Costa, e do assessor da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Fetamce), Vicente Flávio Belém.  

O objetivo do seminário foi discutir o impacto da atual conjuntura econômica e política nas mesas de negociação entre empregados e patrões, bem como debater caminhos para superar a crise nas negociações salariais num cenário hostil para os trabalhadores. Nos últimos 10 anos, a negociação coletiva tem sido bastante enfraquecida nos países centrais e em desenvolvimento em função dos efeitos diretos de três décadas de globalização e liberalização comercial, como também da crise financeira que se acirrou nos Estados Unidos e abala a Europa. 

"A ascensão do governo golpista de Michel Temer, que tenta impor ao povo brasileiro um ajuste fiscal sem precedentes, deve dificultar ainda mais as negociações salariais, que já não eram fáceis em cenário de inflação baixa e governo progressista. Por isso, é fundamental que o dirigentes sindicais se capacitem para enfrentar um futuro de adversidades para a classe trabalhadora, que refletirá diretamente nas negociações coletivas nos setores público e privado", afirma a presidente da Confetam, Vilani Oliveira. 

Itália e Alemanha

No primeiro dia de debates, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer as experiências de negociação coletiva na Itália e Alemanha, relatadas por Gianni Arrigo, advogado e professor de Direito do Trabalho da Faculdade de Economia da Universidade do Estudo de Bari, na Itália; e Helmut Platow, advogado em Berlim e ex-chefe do setor Direito e Política Judiciária da Administrativa Federal do Sindicato Unido de Prestação de Serviços.

Também participaram da mesa como debatedores Fernanda Giorgi, primeira-secretária do Instituto Lavoro; Jose Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pesquisador e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (CESIT); e Otávio Pinto e Silva, doutor e livre-docente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, e Conselheiro Estadual da OAB/SP.

Argentina e Espanha

Hoje, foram apresentadas as experiências de negociações coletivas em tempos de crise na Argentina e Espanha por Carlos Tomada, ex-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social da Argentina (2003 e 2015); e Francisco Trillo Párraga, advogado, professor em Direito do Trabalho e Segurança Social na Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha) e pesquisador de negociações coletivas e salários na Europa.

Como debatedores, participaram Silvia Portella, integrante do Instituto Lavoro, socióloga e consultora sobre relações trabalhistas, ex-membro do Foro Consultivo Econômico Social do Mercosul e ex-assessora da CUT; Mauro de Azevedo Menezes, sócio-diretor-geral do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados; e Jacy Afonso, secretário de Formação da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (FETEC-CUT/CN). 

Realidade no Brasil

A última mesa, que encerrou a programação do evento, abordou o tema Realidade e Perspectivas das negociações salariais no Brasil, com Manoel Messias Melo, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Informática, Processamento de Dados e Tecnologia da Informação de Pernambuco (Sindpd-PE) e ex-Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho; Roberto Von Der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (CONTRAF); Claudir Nespolo, presidente da CUT-RS; Cláudio da Silva Gomes, presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (CONTICOM-CUT); e Rafael Marques da Silva Júnior, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. 

Participaram como debatedores José Eymard Loguercio, diretor presidente do Instituto Lavoro; e Alessandra Camarano, advogada trabalhista especialista em Direito Sindical, ex-presidente da Associação de Advogados Trabalhistas do DF e vice-presidência da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT). 

Com informações da Fundação Perseu Abramo

Título: Municipais participam de Seminário Internacional sobre Negociação Coletiva em Tempos de Crise, Conteúdo: Encerrou hoje, em São Paulo, o Seminário Internacional Negociação Coletiva em Tempos de Crise, promovido pelo Instituto Lavoro, com o apoio do escritório LBS Advogados e da Fundação Friedrich Ebert (FES). Aberto nesta segunda-feira (17), no Novotel Jaraguá, o evento contou com a participação da presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, da secretária nacional de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Graça Costa, e do assessor da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Fetamce), Vicente Flávio Belém.   O objetivo do seminário foi discutir o impacto da atual conjuntura econômica e política nas mesas de negociação entre empregados e patrões, bem como debater caminhos para superar a crise nas negociações salariais num cenário hostil para os trabalhadores. Nos últimos 10 anos, a negociação coletiva tem sido bastante enfraquecida nos países centrais e em desenvolvimento em função dos efeitos diretos de três décadas de globalização e liberalização comercial, como também da crise financeira que se acirrou nos Estados Unidos e abala a Europa.  A ascensão do governo golpista de Michel Temer, que tenta impor ao povo brasileiro um ajuste fiscal sem precedentes, deve dificultar ainda mais as negociações salariais, que já não eram fáceis em cenário de inflação baixa e governo progressista. Por isso, é fundamental que o dirigentes sindicais se capacitem para enfrentar um futuro de adversidades para a classe trabalhadora, que refletirá diretamente nas negociações coletivas nos setores público e privado, afirma a presidente da Confetam, Vilani Oliveira.  Itália e Alemanha No primeiro dia de debates, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer as experiências de negociação coletiva na Itália e Alemanha, relatadas por Gianni Arrigo, advogado e professor de Direito do Trabalho da Faculdade de Economia da Universidade do Estudo de Bari, na Itália; e Helmut Platow, advogado em Berlim e ex-chefe do setor Direito e Política Judiciária da Administrativa Federal do Sindicato Unido de Prestação de Serviços. Também participaram da mesa como debatedores Fernanda Giorgi, primeira-secretária do Instituto Lavoro; Jose Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pesquisador e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (CESIT); e Otávio Pinto e Silva, doutor e livre-docente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, e Conselheiro Estadual da OAB/SP. Argentina e Espanha Hoje, foram apresentadas as experiências de negociações coletivas em tempos de crise na Argentina e Espanha por Carlos Tomada, ex-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social da Argentina (2003 e 2015); e Francisco Trillo Párraga, advogado, professor em Direito do Trabalho e Segurança Social na Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha) e pesquisador de negociações coletivas e salários na Europa. Como debatedores, participaram Silvia Portella, integrante do Instituto Lavoro, socióloga e consultora sobre relações trabalhistas, ex-membro do Foro Consultivo Econômico Social do Mercosul e ex-assessora da CUT; Mauro de Azevedo Menezes, sócio-diretor-geral do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados; e Jacy Afonso, secretário de Formação da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (FETEC-CUT/CN).  Realidade no Brasil A última mesa, que encerrou a programação do evento, abordou o tema Realidade e Perspectivas das negociações salariais no Brasil, com Manoel Messias Melo, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Informática, Processamento de Dados e Tecnologia da Informação de Pernambuco (Sindpd-PE) e ex-Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho; Roberto Von Der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (CONTRAF); Claudir Nespolo, presidente da CUT-RS; Cláudio da Silva Gomes, presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (CONTICOM-CUT); e Rafael Marques da Silva Júnior, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.  Participaram como debatedores José Eymard Loguercio, diretor presidente do Instituto Lavoro; e Alessandra Camarano, advogada trabalhista especialista em Direito Sindical, ex-presidente da Associação de Advogados Trabalhistas do DF e vice-presidência da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT).  Com informações da Fundação Perseu Abramo



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