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Municipais do Paraná elegem representantes para Congresso Nacional da CUT

As bandeiras contra o golpe e por direitos devem nortear sindicatos

Escrito por: Manoel Ramires com informações da CUT e CUT/PR • Publicado em: 19/06/2017 - 16:20 • Última modificação: 19/06/2017 - 16:51 Escrito por: Manoel Ramires com informações da CUT e CUT/PR Publicado em: 19/06/2017 - 16:20 Última modificação: 19/06/2017 - 16:51

. Clair Rodrigues, Alessandra Leite e Allysson Nathan representarão os municipais do PR

FOZ DO IGUAÇU | O Congresso Extraordinário da CUT Paraná, realizado em Foz do Iguaçu, elegeu 16 delegados para a 15º Plenária – Congresso Extraordinário da CUT. O evento ocorre entre os dias 28 a 31 de agosto, em São Paulo, com o tema “100 anos depois… a luta continua”. Os delegados e delegadas aprovaram o plano de lutas para o próximo período. Com a participação de mais de 400 pessoas, o evento ainda encaminhou moções de repúdio às administrações do prefeito de Curitiba Rafael Greca de Macedo e do governador do Paraná, Beto Richa.

Duas dessas vagas eleitas ficou com o ramo dos municipais dentro da Central. A representante é a diretora do SISPPMUG, Clair Rodrigues, que é secretária de finanças da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais Cutistas do Paraná (Fessmuc). Outra servidora pública municipal eleita é Alessandra Leite Magno da Silva, do Sismuc (Curitiba). Como suplente ficou eleita Marlene da Silva, do SerToledo, que também é secretária geral da Fessmuc. Essa delegação ainda conta com vagas natas como o presidente da Fessmuc e membro da CUT Nacional, Allysson Nathan, secretário de Juventude da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT).

Para Juliana Mildemberg, servidora municipal em Curitiba, o encontro foi fundamental para ajustar as bandeiras de lutas e enfrentar a pauta conservadora que se estabeleceu no país. “Temos que ter consciência que a greve geral do dia 30 de junho é fundamental para reverter esse quadro de retirada de direitos. Independente da esfera de governo, o ataque tem sido contra os trabalhadores, preservando os ricos e ampliando a desigualdade em nosso país”, alerta.

Durante o Congresso, ficou definida a defesa intransigente da democracia com a campanha “Diretas Já” e a ampliação das alianças com os movimentos sociais estiveram no centro dos debates e fazem parte do plano de lutas da Central. “O fortalecimento da aliança com os movimentos sociais tem sido fundamental para garantir a resistência, para sinalizamos que não há uma única opinião, há mais de uma opinião na sociedade brasileira”, enfatizou a vice-presidenta da CUT Nacional, Carmem Foro, na plenária final do evento.

“Vamos, desde já, intensificar os esforços para a próxima Greve Geral, programada para o dia 30 de junho. Precisamos fazer, no mínimo, uma paralisação com a mesma dimensão da anterior para dar o nosso recado. Não aceitamos direitos a menos. Não aceitamos este governo golpista e tampouco aceitamos eleições indiretas”, completou a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz.

Plano de Lutas Nacional

O texto base para as discussões da 15a plenária já está disponível no site da CUT. O encontro ocorre em meio a tentativa do governo golpista em aprovar as reformas. Na tese, se destaca que em “pouco menos de um ano, as forças conservadoras tomaram o poder de assalto – rompendo neste ato com o Estado de Direito – e utilizaram a subserviência do Executivo, o oportunismo da maioria não menos servil no Congresso, a cumplicidade do Judiciário e o apoio irrestrito da mídia golpista”.

Para enfrentar esse cenário, os sindicatos estabelecem como estratégia a  denúncia do golpe no Brasil e de combate ao neoliberalismo, aumento da política de cooperação: estratégia sul-sul e maior intervenção nos espaços institucionais, entre outros.

“A avaliação de conjuntura no Plenária-Congresso Extraordinário nacional, no final de agosto, deverá trazer elementos para o desenho de ações estratégicas de longo prazo da CUT, considerando dois cenários: a derrota do governo golpista ou sua continuidade”, destaca o caderno.

Confira os delegados eleitos do Paraná:
Julia Maria Morais – APP São José dos Pinhais
Donizetti Aparecido- Rosa da Silva SINDISEAB PR
Neveraldo da Silva Oliboni – STR Nova Prata do Iguaçu
Vera Lucia Pedroso Nogueira – SINDAEN Maringá
Wagner do Nascimento Rodrigues – Alimentação Carambeí
Clair Simões Rodrigues – Servidores Municipais Guarapuava
Otavio Bezerra Sampaio – SINDIEDUTEC (Educação) Curitiba
Vanda do Pilar Santos Bandeira Santana – APP Paranaguá
Alessandra Leite Magno da Silva – SISMUC Curitiba
Anacelie de Assis Azevedo – SINDIPETRO PR SC Curitiba
Hermes Gonçalves – Bancários Apucarana
Lauro Grunevald – SINTRACON Curitiba
José de Oliveira Lima – SINTRACON Curitiba
Marcio Mauri Kieller Gonçalves – Bancários Curitiba
Marli de Castro – Saúde Apucarana
Patricia Pott – Oposição SINDITEST PR

Título: Municipais do Paraná elegem representantes para Congresso Nacional da CUT, Conteúdo: FOZ DO IGUAÇU | O Congresso Extraordinário da CUT Paraná, realizado em Foz do Iguaçu, elegeu 16 delegados para a 15º Plenária – Congresso Extraordinário da CUT. O evento ocorre entre os dias 28 a 31 de agosto, em São Paulo, com o tema “100 anos depois… a luta continua”. Os delegados e delegadas aprovaram o plano de lutas para o próximo período. Com a participação de mais de 400 pessoas, o evento ainda encaminhou moções de repúdio às administrações do prefeito de Curitiba Rafael Greca de Macedo e do governador do Paraná, Beto Richa. Duas dessas vagas eleitas ficou com o ramo dos municipais dentro da Central. A representante é a diretora do SISPPMUG, Clair Rodrigues, que é secretária de finanças da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais Cutistas do Paraná (Fessmuc). Outra servidora pública municipal eleita é Alessandra Leite Magno da Silva, do Sismuc (Curitiba). Como suplente ficou eleita Marlene da Silva, do SerToledo, que também é secretária geral da Fessmuc. Essa delegação ainda conta com vagas natas como o presidente da Fessmuc e membro da CUT Nacional, Allysson Nathan, secretário de Juventude da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT). Para Juliana Mildemberg, servidora municipal em Curitiba, o encontro foi fundamental para ajustar as bandeiras de lutas e enfrentar a pauta conservadora que se estabeleceu no país. “Temos que ter consciência que a greve geral do dia 30 de junho é fundamental para reverter esse quadro de retirada de direitos. Independente da esfera de governo, o ataque tem sido contra os trabalhadores, preservando os ricos e ampliando a desigualdade em nosso país”, alerta. Durante o Congresso, ficou definida a defesa intransigente da democracia com a campanha “Diretas Já” e a ampliação das alianças com os movimentos sociais estiveram no centro dos debates e fazem parte do plano de lutas da Central. “O fortalecimento da aliança com os movimentos sociais tem sido fundamental para garantir a resistência, para sinalizamos que não há uma única opinião, há mais de uma opinião na sociedade brasileira”, enfatizou a vice-presidenta da CUT Nacional, Carmem Foro, na plenária final do evento. “Vamos, desde já, intensificar os esforços para a próxima Greve Geral, programada para o dia 30 de junho. Precisamos fazer, no mínimo, uma paralisação com a mesma dimensão da anterior para dar o nosso recado. Não aceitamos direitos a menos. Não aceitamos este governo golpista e tampouco aceitamos eleições indiretas”, completou a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz. Plano de Lutas Nacional O texto base para as discussões da 15a plenária já está disponível no site da CUT. O encontro ocorre em meio a tentativa do governo golpista em aprovar as reformas. Na tese, se destaca que em “pouco menos de um ano, as forças conservadoras tomaram o poder de assalto – rompendo neste ato com o Estado de Direito – e utilizaram a subserviência do Executivo, o oportunismo da maioria não menos servil no Congresso, a cumplicidade do Judiciário e o apoio irrestrito da mídia golpista”. Para enfrentar esse cenário, os sindicatos estabelecem como estratégia a  denúncia do golpe no Brasil e de combate ao neoliberalismo, aumento da política de cooperação: estratégia sul-sul e maior intervenção nos espaços institucionais, entre outros. “A avaliação de conjuntura no Plenária-Congresso Extraordinário nacional, no final de agosto, deverá trazer elementos para o desenho de ações estratégicas de longo prazo da CUT, considerando dois cenários: a derrota do governo golpista ou sua continuidade”, destaca o caderno. Confira os delegados eleitos do Paraná: Julia Maria Morais – APP São José dos Pinhais Donizetti Aparecido- Rosa da Silva SINDISEAB PR Neveraldo da Silva Oliboni – STR Nova Prata do Iguaçu Vera Lucia Pedroso Nogueira – SINDAEN Maringá Wagner do Nascimento Rodrigues – Alimentação Carambeí Clair Simões Rodrigues – Servidores Municipais Guarapuava Otavio Bezerra Sampaio – SINDIEDUTEC (Educação) Curitiba Vanda do Pilar Santos Bandeira Santana – APP Paranaguá Alessandra Leite Magno da Silva – SISMUC Curitiba Anacelie de Assis Azevedo – SINDIPETRO PR SC Curitiba Hermes Gonçalves – Bancários Apucarana Lauro Grunevald – SINTRACON Curitiba José de Oliveira Lima – SINTRACON Curitiba Marcio Mauri Kieller Gonçalves – Bancários Curitiba Marli de Castro – Saúde Apucarana Patricia Pott – Oposição SINDITEST PR



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