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Municipais discutem Relações de Trabalho em seminário promovido pela CUT

Dirigentes denunciam que Congresso quer instituir a escravidão branca

Escrito por: Confetam • Publicado em: 25/08/2016 - 17:53 • Última modificação: 31/08/2016 - 16:38 Escrito por: Confetam Publicado em: 25/08/2016 - 17:53 Última modificação: 31/08/2016 - 16:38

. Vicentinho participou do evento promovido pela Secretaria de Relações do Trabalho da CUT

Servidores municipais de diversos estados do país marcaram presença no Seminário Cenários para as Relações de Trabalho no Brasil, promovido em Brasília pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), com o apoio da Fundação Friedrich Ebert. Realizado nos dias 24 e 25 de agosto, o evento reuniu dirigentes nacionais cutistas, assessorias parlamentar e jurídica e secretários de Relações do Trabalho de vários entidades, como a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), representada pela diretora Carmem Santiago.  

Entre os convidados, o deputado federal Vicente Paulo da Silva (PT/SP), o Vicentinho, abordou o tema O Cenário Atual do Trabalho no Brasil e o Papel da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora. Ele explanou sobre a correlação de forças no Congresso Nacional entre os parlamentares comprometidos com a defesa da classe trabalhadora e a esmagadora maioria de deputados e senadores liberais, que representam ideias retrógradas e conservadoras no Parlamento. Na luta entre os interesses dos grandes empresários e os direitos sociais da população, o povo brasileiro sempre leva a pior, avaliou.

Agenda liberal

O seminário debateu a agenda legislativa, que aponta um futuro nebuloso para os trabalhadores ao incluir na ordem do dia a retirada de direitos trabalhistas, a terceirização sem limites, a prevalência do negociado sobre o legislado, entre dezenas de projetos prejudiciais aos trabalhadores que avançam a passos largos no Congresso.

A organização e a mobilização dos trabalhadores foram apontadas como caminho a ser seguido pelo movimento sindical, em especial os servidores públicos municipais, estaduais e federais, para barrar o retrocesso que se desenha.

Resistência foi a palavra de ordem defendida pela CUT para que confederações, federações e sindicatos de base reajam no sentido de impedir retrocessos nas conquistas e assegurar a manutenção de direitos arrancados com muita luta.

De volta à escravidão

"Estamos voltando aos tempos da Velha República, aos tempos da escravidão, uma escravidão branca na qual os direitos de todos os trabalhadores, conquistados ao longo de anos, estão caindo por terra a partir de uma postura reacionária do Congresso Nacional", afirmou o diretor da Confetam/CUT, Marcos de Jesus Leandro.

Ele destacou que dos 513 deputados federais, 400 têm problemas com o Tribunal de Justiça, o Tribunal Regional Eleitoral ou Tribunal Superior Eleitoral, e estão comprometidos exclusivamente com a defesa de 1% da população rica do país, em detrimento da maioria do povo brasileiro. 

Título: Municipais discutem Relações de Trabalho em seminário promovido pela CUT, Conteúdo: Servidores municipais de diversos estados do país marcaram presença no Seminário Cenários para as Relações de Trabalho no Brasil, promovido em Brasília pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), com o apoio da Fundação Friedrich Ebert. Realizado nos dias 24 e 25 de agosto, o evento reuniu dirigentes nacionais cutistas, assessorias parlamentar e jurídica e secretários de Relações do Trabalho de vários entidades, como a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), representada pela diretora Carmem Santiago.   Entre os convidados, o deputado federal Vicente Paulo da Silva (PT/SP), o Vicentinho, abordou o tema O Cenário Atual do Trabalho no Brasil e o Papel da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora. Ele explanou sobre a correlação de forças no Congresso Nacional entre os parlamentares comprometidos com a defesa da classe trabalhadora e a esmagadora maioria de deputados e senadores liberais, que representam ideias retrógradas e conservadoras no Parlamento. Na luta entre os interesses dos grandes empresários e os direitos sociais da população, o povo brasileiro sempre leva a pior, avaliou. Agenda liberal O seminário debateu a agenda legislativa, que aponta um futuro nebuloso para os trabalhadores ao incluir na ordem do dia a retirada de direitos trabalhistas, a terceirização sem limites, a prevalência do negociado sobre o legislado, entre dezenas de projetos prejudiciais aos trabalhadores que avançam a passos largos no Congresso. A organização e a mobilização dos trabalhadores foram apontadas como caminho a ser seguido pelo movimento sindical, em especial os servidores públicos municipais, estaduais e federais, para barrar o retrocesso que se desenha. Resistência foi a palavra de ordem defendida pela CUT para que confederações, federações e sindicatos de base reajam no sentido de impedir retrocessos nas conquistas e assegurar a manutenção de direitos arrancados com muita luta. De volta à escravidão Estamos voltando aos tempos da Velha República, aos tempos da escravidão, uma escravidão branca na qual os direitos de todos os trabalhadores, conquistados ao longo de anos, estão caindo por terra a partir de uma postura reacionária do Congresso Nacional, afirmou o diretor da Confetam/CUT, Marcos de Jesus Leandro. Ele destacou que dos 513 deputados federais, 400 têm problemas com o Tribunal de Justiça, o Tribunal Regional Eleitoral ou Tribunal Superior Eleitoral, e estão comprometidos exclusivamente com a defesa de 1% da população rica do país, em detrimento da maioria do povo brasileiro. 



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