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Municipais brasileiros participam da Cúpula dos Povos em oposição à reunião do G 20

Luba Melo, diretora do Sindsep/SP e da Fetam/SP, representou o Brasil a convite da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip).

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 30/11/2018 - 15:19 • Última modificação: 30/11/2018 - 16:13 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 30/11/2018 - 15:19 Última modificação: 30/11/2018 - 16:13

. Definições do G 20 aprofundam a exploração, a desigualdade e a pobreza, critica Luba Melo

As servidoras e os servidores públicos municipais brasileiros estão representados na Cúpula dos Povos em oposição à 13ª Reunião da Cúpula do G20, que ocorre nesta sexta (30) e sábado (1º), em Buenos Aires. Paralelo ao encontro das 20 maiores economias do mundo, o evento reúne líderes de organizações políticas e sociais de diversos países, entre elas Luba Melo, secretária da Mulher Trabalhadora do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), secretária de Formação da Federação dos Trabalhadores da Administração do Serviço Municipal no Estado (Fetam/SP) e militante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB).

Os participantes da Cúpula dos Povos começaram a chegar à Capital argentina nesta quinta-feira (29). Eles foram recebidos com diversas tendas armadas na Praça do Congresso da Argentina, onde participam de apresentações e debates que discutem durante todo o dia temas como trabalho, direitos humanos, soberania alimentar, feminismo, meio ambiente e sustentabilidade, entre outros.

Propostas do G 20 não contemplam as raízes da desigualdade

Formado pela União Europeia e 19 países (Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul e Turquia), o G 20 se encontra anualmente, sendo esta a primeira reunião da cúpula realizada em um país da América do Sul. Em paralelo, também todos os anos, movimentos feministas, organizações de esquerda e movimentos sociais se contrapõem ao fórum internacional promovendo a Cúpula dos Povos.

"Consideramos que as propostas do G 20 não contemplam as raízes da desigualdade que aflige as mulheres, os negros, a classe trabalhadora, os mais vulneráveis. As definições das reuniões do G 20 hegemonizam uma agenda de liberalização econômica e de ajustes que representam os interesses do capital, aprofundando ainda mais a exploração, a desigualdade e a pobreza", afirma Luba Melo, que representa os municipais do Brasil no evento a convite da Rede Brasileira pela integração dos Povos (Rebrip).

As ações de protesto contra o G20 culminarão na tarde desta sexta (30) com uma manifestação em Buenos Aires e outras cidades do país.

Com informações do Sindsep/SP

Título: Municipais brasileiros participam da Cúpula dos Povos em oposição à reunião do G 20, Conteúdo: As servidoras e os servidores públicos municipais brasileiros estão representados na Cúpula dos Povos em oposição à 13ª Reunião da Cúpula do G20, que ocorre nesta sexta (30) e sábado (1º), em Buenos Aires. Paralelo ao encontro das 20 maiores economias do mundo, o evento reúne líderes de organizações políticas e sociais de diversos países, entre elas Luba Melo, secretária da Mulher Trabalhadora do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), secretária de Formação da Federação dos Trabalhadores da Administração do Serviço Municipal no Estado (Fetam/SP) e militante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB). Os participantes da Cúpula dos Povos começaram a chegar à Capital argentina nesta quinta-feira (29). Eles foram recebidos com diversas tendas armadas na Praça do Congresso da Argentina, onde participam de apresentações e debates que discutem durante todo o dia temas como trabalho, direitos humanos, soberania alimentar, feminismo, meio ambiente e sustentabilidade, entre outros. Propostas do G 20 não contemplam as raízes da desigualdade Formado pela União Europeia e 19 países (Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul e Turquia), o G 20 se encontra anualmente, sendo esta a primeira reunião da cúpula realizada em um país da América do Sul. Em paralelo, também todos os anos, movimentos feministas, organizações de esquerda e movimentos sociais se contrapõem ao fórum internacional promovendo a Cúpula dos Povos. Consideramos que as propostas do G 20 não contemplam as raízes da desigualdade que aflige as mulheres, os negros, a classe trabalhadora, os mais vulneráveis. As definições das reuniões do G 20 hegemonizam uma agenda de liberalização econômica e de ajustes que representam os interesses do capital, aprofundando ainda mais a exploração, a desigualdade e a pobreza, afirma Luba Melo, que representa os municipais do Brasil no evento a convite da Rede Brasileira pela integração dos Povos (Rebrip). As ações de protesto contra o G20 culminarão na tarde desta sexta (30) com uma manifestação em Buenos Aires e outras cidades do país. Com informações do Sindsep/SP



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