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Movimento LGBT teme retrocesso nas políticas públicas para homossexuais durante o governo Temer

No Dia Internacional de Combate a Homofobia, o secretário de LGBT da Confetam afirma que governo golpista representa a perda de direitos conquistados pelos homossexuais

Escrito por: Eurian da Nóbrega Leite, secretário de LGBT da Confetam • Publicado em: 17/05/2016 - 14:02 • Última modificação: 18/05/2016 - 19:58 Escrito por: Eurian da Nóbrega Leite, secretário de LGBT da Confetam Publicado em: 17/05/2016 - 14:02 Última modificação: 18/05/2016 - 19:58

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O dia 17 de maio é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional de Combate a Homofobia. A isonomia de direitos entres seres humanos é a meta a ser alcançada. Mesmo assim, ainda há países onde a homossexualidade é encarada como crime e punida até com a morte.

Quando direitos individuais são cerceados, os demais direitos em outros campos da nossa vida também sofrem consequências. A homofobia não apenas mata e humilha os LGBT no cotidiano de suas vidas. Ela subtrai os direitos deles na escola, no trabalho e em todos os espaços da vida. Por isso, se fazem necessárias ações afirmativas das entidades sindicais para que o preconceito e a violência nos locais de trabalho, motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero, sejam superados. 

Nos últimos 13 anos, a pauta LGBT avançou bastante no Brasil. Tivemos três Conferências de Políticas Públicas para a população LBGT, a criação do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT, a consolidação do Programa Brasil sem Homofobia e o fomento do uso do nome social por travestis e transsexuais no serviço público.
 
Infelizmente com o golpe aplicado no Brasil, onde o poder é tomado por políticos retrógrados e conservadores, o futuro para a pauta LGBT parece sombrio. Teme-se que não apenas não se avance, mas que, sobretudo, haja retrocesso nas conquistas adquiridas a duras penas.
   
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) possui uma Secretaria LGBT bastante atuante e tem dialogado com as Federações do Ramo no sentido de minimizar os efeitos danosos da homofobia nos locais de trabalho.

VI Marcha Nacional contra a LGBTFobia

Em Fortaleza, uma ato na Praça da Gentilândia, agendado para às 17 horas de hoje, marcará o Dia Internacional de Combate a Homofobia. A atividade, que integra o programa da VI Marcha Nacional contra a LGBTFobia, reunirá negros, índios, gays, lésbicas, mulheres cisgêneras, mulheres travestis e transexuais, homens trans e trabalhadores, que aproveitarão a data para ir às ruas protestar contra o golpismo, pela despatologização das identidades trans, pelo fim do machismo e da lesbofobia e em defesa da democracia.

Com informações da Fetamce

Título: Movimento LGBT teme retrocesso nas políticas públicas para homossexuais durante o governo Temer, Conteúdo: O dia 17 de maio é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional de Combate a Homofobia. A isonomia de direitos entres seres humanos é a meta a ser alcançada. Mesmo assim, ainda há países onde a homossexualidade é encarada como crime e punida até com a morte. Quando direitos individuais são cerceados, os demais direitos em outros campos da nossa vida também sofrem consequências. A homofobia não apenas mata e humilha os LGBT no cotidiano de suas vidas. Ela subtrai os direitos deles na escola, no trabalho e em todos os espaços da vida. Por isso, se fazem necessárias ações afirmativas das entidades sindicais para que o preconceito e a violência nos locais de trabalho, motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero, sejam superados.  Nos últimos 13 anos, a pauta LGBT avançou bastante no Brasil. Tivemos três Conferências de Políticas Públicas para a população LBGT, a criação do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT, a consolidação do Programa Brasil sem Homofobia e o fomento do uso do nome social por travestis e transsexuais no serviço público.   Infelizmente com o golpe aplicado no Brasil, onde o poder é tomado por políticos retrógrados e conservadores, o futuro para a pauta LGBT parece sombrio. Teme-se que não apenas não se avance, mas que, sobretudo, haja retrocesso nas conquistas adquiridas a duras penas.     A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) possui uma Secretaria LGBT bastante atuante e tem dialogado com as Federações do Ramo no sentido de minimizar os efeitos danosos da homofobia nos locais de trabalho. VI Marcha Nacional contra a LGBTFobia Em Fortaleza, uma ato na Praça da Gentilândia, agendado para às 17 horas de hoje, marcará o Dia Internacional de Combate a Homofobia. A atividade, que integra o programa da VI Marcha Nacional contra a LGBTFobia, reunirá negros, índios, gays, lésbicas, mulheres cisgêneras, mulheres travestis e transexuais, homens trans e trabalhadores, que aproveitarão a data para ir às ruas protestar contra o golpismo, pela despatologização das identidades trans, pelo fim do machismo e da lesbofobia e em defesa da democracia. Com informações da Fetamce



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