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Mais de três mil pessoas participam da Dia Nacional de Lutas em Curitiba

A manifestação foi pacífica e não houve qualquer registro de incidente.

Escrito por: • Publicado em: 17/03/2015 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 17/03/2015 - 00:00

No final da tarde do dia 13, as ruas Marechal Deodoro e Marechal Floriano foram tomadas por sindicatos e movimentos sociais, em marcha até a Boca Maldita, no centro de Curitiba.Os movimentos reforçaram, ao longo da trajetória do ato, as pautas da reforma política via a convocatória de uma Constituinte, a defesa da Petrobrás, distante de qualquer projeto de privatização; manifestaram-se pela democracia e contra qualquer tentativa de golpe, e pela manutenção dos direitos trabalhistas, na forma da retirada das medidas provisórias 664 e 665 propostas pelo governo federal.
No caso da Petrobrás, petroleiros e petroquímicos, iniciaram as atividades de hoje com paralisação da Repar pela manhã. No ato da tarde, reforçaram a defesa da manutenção dos investimentos dos recursos do pré-sal em Educação e contra a atual fase de ataques contrários que geram um estado atual de paralisia da empresa.
“Muitas obras pararam e por isso houve demissões. Famílias sofreram como nas obras da Comperj e em Pernambuco. Achamos que deve haver investigação, mas não podemos parar o país”, ressaltou à imprensa Gerson Castellano, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e trabalhador na unidade da Fafen – unidade de fertilizantes - em Araucária (PR).
Ao final do ato, foi estendida uma faixa de 30 metros do alto de um prédio, no centro de Curitiba. A faixa trazia a demanda por uma Constituinte para mudança do sistema político, hoje marcado pelo financiamento empresarial de candidaturas.

Título: Mais de três mil pessoas participam da Dia Nacional de Lutas em Curitiba, Conteúdo: No final da tarde do dia 13, as ruas Marechal Deodoro e Marechal Floriano foram tomadas por sindicatos e movimentos sociais, em marcha até a Boca Maldita, no centro de Curitiba.Os movimentos reforçaram, ao longo da trajetória do ato, as pautas da reforma política via a convocatória de uma Constituinte, a defesa da Petrobrás, distante de qualquer projeto de privatização; manifestaram-se pela democracia e contra qualquer tentativa de golpe, e pela manutenção dos direitos trabalhistas, na forma da retirada das medidas provisórias 664 e 665 propostas pelo governo federal. No caso da Petrobrás, petroleiros e petroquímicos, iniciaram as atividades de hoje com paralisação da Repar pela manhã. No ato da tarde, reforçaram a defesa da manutenção dos investimentos dos recursos do pré-sal em Educação e contra a atual fase de ataques contrários que geram um estado atual de paralisia da empresa. “Muitas obras pararam e por isso houve demissões. Famílias sofreram como nas obras da Comperj e em Pernambuco. Achamos que deve haver investigação, mas não podemos parar o país”, ressaltou à imprensa Gerson Castellano, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e trabalhador na unidade da Fafen – unidade de fertilizantes - em Araucária (PR). Ao final do ato, foi estendida uma faixa de 30 metros do alto de um prédio, no centro de Curitiba. A faixa trazia a demanda por uma Constituinte para mudança do sistema político, hoje marcado pelo financiamento empresarial de candidaturas.



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