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Juiz manda prefeitura de Joinville se manifestar sobre a ação de suspensão das aulas presenciais

Em estado de Greve desde fevereiro, categoria deliberou por indicativo de greve

Escrito por: Sinsej • Publicado em: 17/03/2021 - 18:25 • Última modificação: 17/03/2021 - 18:42 Escrito por: Sinsej Publicado em: 17/03/2021 - 18:25 Última modificação: 17/03/2021 - 18:42

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Poucas horas após o protocolo da ação em que o Sindicato dos Servidores Municipais de Joinville e Região (Sinsej/SC) reivindica a suspensão das aulas presenciais na cidade, o juiz da Segunda Vara da Fazenda Pública do município, Roberto Lepper, despachou ontem (16) mandando a prefeitura se manifestar sobre o pedido do Sinsej.

O prazo para a manifestação é de três dias contados a partir da intimação, que ainda não aconteceu.

Na ação, o Sinsej argumenta que a suspensão das aulas presenciais resultaria em quase 74 mil pessoas a menos circulando nas ruas da cidade, entre alunos e profissionais da educação, nesse momento gravíssimo da pandemia de covid-19.

Na segunda-feira, dia 22, a categoria tem assembleia para deliberar sobre o assunto, pois mais de um mês após o início do ano letivo em sistema híbrido não foram garantidas segurança sanitária, condições de trabalho e nem a testagem necessárias para a comunidade escolar.

A categoria, que está em estado de Greve desde fevereiro, decidiu por indicativo de greve em assembleia realizada dia 16

Título: Juiz manda prefeitura de Joinville se manifestar sobre a ação de suspensão das aulas presenciais, Conteúdo: Poucas horas após o protocolo da ação em que o Sindicato dos Servidores Municipais de Joinville e Região (Sinsej/SC) reivindica a suspensão das aulas presenciais na cidade, o juiz da Segunda Vara da Fazenda Pública do município, Roberto Lepper, despachou ontem (16) mandando a prefeitura se manifestar sobre o pedido do Sinsej. O prazo para a manifestação é de três dias contados a partir da intimação, que ainda não aconteceu. Na ação, o Sinsej argumenta que a suspensão das aulas presenciais resultaria em quase 74 mil pessoas a menos circulando nas ruas da cidade, entre alunos e profissionais da educação, nesse momento gravíssimo da pandemia de covid-19. Na segunda-feira, dia 22, a categoria tem assembleia para deliberar sobre o assunto, pois mais de um mês após o início do ano letivo em sistema híbrido não foram garantidas segurança sanitária, condições de trabalho e nem a testagem necessárias para a comunidade escolar. A categoria, que está em estado de Greve desde fevereiro, decidiu por indicativo de greve em assembleia realizada dia 16



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