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Greve: servidores de Gravatá ocupam Praça Rodolfo de Moraes

Paralisação busca sensibilizar prefeito a negociar com a categoria.

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 07/10/2015 - 17:39 • Última modificação: 16/10/2015 - 17:22 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 07/10/2015 - 17:39 Última modificação: 16/10/2015 - 17:22

Fetampe

Depois de 27h de ocupação na sede da Prefeitura de Gravatá (PE), os servidores municipais da cidade deixaram o prédio nesta terça-feira (6) para fortalecer o acampamento na Praça Rodolfo de Moraes, no Paço Municpal. Em greve desde o dia 5 de outubro, a categoria busca defender uma pauta com 12 itens que, até o momento, não foram respondidos pelo prefeito Bruno Martiniano. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Gravatá (Sindsgra) afirma que a paralisação continua até que o gestor se disponha a negociar.
 
Dentre as revivindicações, destaca-se o reajuste salarial; o cumprimento do calendário de pagamento; o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), descumprido pelo prefeito, e o adicional de insalubridade para os servidores da Sáude. “O que viemos pedir não é algo impossível, que essa gestão não possa fazer. São direitos essenciais, previstos na Constituição Federal. Direito não se negocia e nem discute, se cumpre. Essa é a concepção que temos enquanto servidores”, destacou o agente comunitário de saúde, Antônio Silva.
 
O presidente do Sindsgra, Marcelo de Brito, ressalta que "o prefeito não se aproxima dos servidores públicos, só mandou nas últimas negociações os secretários, que não deram nenhuma efetividade aos intens da pauta", levando a categoria a intensificar o movimento grevista. A população gravataense, todavia, não está desassistida, "a exigência mínima de 30% (trinta por cento) da manutenção do serviço público vem sendo respeitada, quantitativo suficiente para o atendimento dos serviços essenciais", informa Marcelo.
 
Recursos
Um dos argumentos dados por secretários do Executivo para a falta de negociação é a escassez de recursos financeiros. O salário de outubro dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, inclusive, ainda não foi pago até o fechamento desta matéria sob a alegativa de atraso no repasse do Governo Federal. Contudo, conforme Isaac Romão, presidente da Federação dos Trabalhadores/as no Serviço Público Municipal do Estado de Pernambuco (Fetampe), a respota não passas de uma desculpa sem fundamento. "Os servidores da saúde já verificaram que os recursos caíram na conta de Prefeitura no dia 28 de setembro. Não há justificativa para o salário não ter sido pago ainda", relata.
 
Confira abaixo a pauta completa reivindicada pelo Sindsgra
1. Calendário de Vencimentos;
2. Reajustes remuneratórios dos servidores;
3. Projeto de Lei dos adicionais;
4. Elaboração do Plano de Cargos Carreira e Remuneração (PCCR);
5. Criação do Estatuto do Servidores Municipais de Gravatá;
6. Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Equipamento de Proteção Coletivo (EPC);
7. Concurso público;
8. Adequação do PCCR da Educação;
9. Produtividade SUS;
10. Promoções dos Guardas Municipais;
11. Reajuste dos salários dos Guardas;
12. Criação de uma Comissão Multidisciplinar para a elaboração de Perfil Previdenciário Profissiográfico (PPP) de todos os servidores.
Título: Greve: servidores de Gravatá ocupam Praça Rodolfo de Moraes, Conteúdo: Depois de 27h de ocupação na sede da Prefeitura de Gravatá (PE), os servidores municipais da cidade deixaram o prédio nesta terça-feira (6) para fortalecer o acampamento na Praça Rodolfo de Moraes, no Paço Municpal. Em greve desde o dia 5 de outubro, a categoria busca defender uma pauta com 12 itens que, até o momento, não foram respondidos pelo prefeito Bruno Martiniano. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Gravatá (Sindsgra) afirma que a paralisação continua até que o gestor se disponha a negociar.   Dentre as revivindicações, destaca-se o reajuste salarial; o cumprimento do calendário de pagamento; o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), descumprido pelo prefeito, e o adicional de insalubridade para os servidores da Sáude. “O que viemos pedir não é algo impossível, que essa gestão não possa fazer. São direitos essenciais, previstos na Constituição Federal. Direito não se negocia e nem discute, se cumpre. Essa é a concepção que temos enquanto servidores”, destacou o agente comunitário de saúde, Antônio Silva.   O presidente do Sindsgra, Marcelo de Brito, ressalta que o prefeito não se aproxima dos servidores públicos, só mandou nas últimas negociações os secretários, que não deram nenhuma efetividade aos intens da pauta, levando a categoria a intensificar o movimento grevista. A população gravataense, todavia, não está desassistida, a exigência mínima de 30% (trinta por cento) da manutenção do serviço público vem sendo respeitada, quantitativo suficiente para o atendimento dos serviços essenciais, informa Marcelo.   Recursos Um dos argumentos dados por secretários do Executivo para a falta de negociação é a escassez de recursos financeiros. O salário de outubro dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, inclusive, ainda não foi pago até o fechamento desta matéria sob a alegativa de atraso no repasse do Governo Federal. Contudo, conforme Isaac Romão, presidente da Federação dos Trabalhadores/as no Serviço Público Municipal do Estado de Pernambuco (Fetampe), a respota não passas de uma desculpa sem fundamento. Os servidores da saúde já verificaram que os recursos caíram na conta de Prefeitura no dia 28 de setembro. Não há justificativa para o salário não ter sido pago ainda, relata.   Confira abaixo a pauta completa reivindicada pelo Sindsgra 1. Calendário de Vencimentos; 2. Reajustes remuneratórios dos servidores; 3. Projeto de Lei dos adicionais; 4. Elaboração do Plano de Cargos Carreira e Remuneração (PCCR); 5. Criação do Estatuto do Servidores Municipais de Gravatá; 6. Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Equipamento de Proteção Coletivo (EPC); 7. Concurso público; 8. Adequação do PCCR da Educação; 9. Produtividade SUS; 10. Promoções dos Guardas Municipais; 11. Reajuste dos salários dos Guardas; 12. Criação de uma Comissão Multidisciplinar para a elaboração de Perfil Previdenciário Profissiográfico (PPP) de todos os servidores.



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