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Greve dos professores de Umuarama impõe derrota ao prefeito

Depois de um dia inteiro de protestos e pressão sobre os vereadores, projeto de lei de Celso Pozzobom que retirava direitos foi derrotado na Câmara.

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 07/08/2018 - 17:02 • Última modificação: 07/08/2018 - 17:33 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 07/08/2018 - 17:02 Última modificação: 07/08/2018 - 17:33

. Professores amanheceram e anoiteceram na Câmara Municipal para exigir a rejeição do PL

Eram cerca de 200 pessoas dentro da Câmara Municipal de Umuarama (PR) e em torno de 500 do lado de fora assistindo, por meio de um telão montado pelo sindicato, a derrota do projeto de lei (PL) 37/17, que retirava direitos conquistados pelos professores e precarizava a Educação do município, reconhecida como referência nacional. 

De autoria do prefeito Celso Pozzobom, o PL foi rejeitado, na noite de segunda (06), por 6 votos a 4, graças a articulação do Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sispumu) e à mobilização da base, que mostrou toda a sua força e resistência durante um dia inteiro de grandes manifestações que repercutiram na cidade e Região.

PL motivou greve

Derrubado com uma folga de dois votos, o PL motivou os professores municipais a deliberarem, em assembleia no dia 31 de julho, pela greve por tempo indeterminado, até a retirada da matéria pelo prefeito ou a rejeição do projeto pelo Plenário da Casa. Mas a greve, que iniciou na manhã da segunda (06), não durou nem sequer 24 horas, dada a forte pressão exercida durante todo o dia por professores e dirigentes do Sispumu sobre os parlamentares.

Logo cedo, eles ocuparam o prédio da Câmara para exigir a rejeição do PL, que estava na pauta de votação da sessão extraordinária a ser realizada à noite. À tarde fizeram uma grande passeata pelas principais ruas da cidade, conseguindo reunir centenas de manifestantes. De noite voltaram a sede do Parlamento, lotando a parte interna e o entorno do prédio, que ficaram repletos de professores, estudantes, pais e mães de alunos, sindicalistas e apoiadores da greve da categoria.

Vereadores entenderam o recado

E o resultado não poderia ser outro: a maioria dos vereadores entendeu a importância da reivindicação dos professores para a Educação municipal de Umuarama e decidiu votar contra o prefeito e a favor do povo do município.  

Nesta terça (07) os docentes voltaram ao trabalho. Eles puderam comemorar em sala de aula e também agradecer aos alunos o apoio de suas famílias e da comunidade à luta dos professores por direitos e pela Educação pública de qualidade. 

Título: Greve dos professores de Umuarama impõe derrota ao prefeito, Conteúdo: Eram cerca de 200 pessoas dentro da Câmara Municipal de Umuarama (PR) e em torno de 500 do lado de fora assistindo, por meio de um telão montado pelo sindicato, a derrota do projeto de lei (PL) 37/17, que retirava direitos conquistados pelos professores e precarizava a Educação do município, reconhecida como referência nacional.  De autoria do prefeito Celso Pozzobom, o PL foi rejeitado, na noite de segunda (06), por 6 votos a 4, graças a articulação do Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sispumu) e à mobilização da base, que mostrou toda a sua força e resistência durante um dia inteiro de grandes manifestações que repercutiram na cidade e Região. PL motivou greve Derrubado com uma folga de dois votos, o PL motivou os professores municipais a deliberarem, em assembleia no dia 31 de julho, pela greve por tempo indeterminado, até a retirada da matéria pelo prefeito ou a rejeição do projeto pelo Plenário da Casa. Mas a greve, que iniciou na manhã da segunda (06), não durou nem sequer 24 horas, dada a forte pressão exercida durante todo o dia por professores e dirigentes do Sispumu sobre os parlamentares. Logo cedo, eles ocuparam o prédio da Câmara para exigir a rejeição do PL, que estava na pauta de votação da sessão extraordinária a ser realizada à noite. À tarde fizeram uma grande passeata pelas principais ruas da cidade, conseguindo reunir centenas de manifestantes. De noite voltaram a sede do Parlamento, lotando a parte interna e o entorno do prédio, que ficaram repletos de professores, estudantes, pais e mães de alunos, sindicalistas e apoiadores da greve da categoria. Vereadores entenderam o recado E o resultado não poderia ser outro: a maioria dos vereadores entendeu a importância da reivindicação dos professores para a Educação municipal de Umuarama e decidiu votar contra o prefeito e a favor do povo do município.   Nesta terça (07) os docentes voltaram ao trabalho. Eles puderam comemorar em sala de aula e também agradecer aos alunos o apoio de suas famílias e da comunidade à luta dos professores por direitos e pela Educação pública de qualidade. 



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