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Fruet dá novo calote nos servidores municipais

Descanso semanal, horas extras, férias e verbas transitórias não foram honradas pela gestão

Escrito por: Manoel Ramires • Publicado em: 29/11/2016 - 14:26 • Última modificação: 29/11/2016 - 14:34 Escrito por: Manoel Ramires Publicado em: 29/11/2016 - 14:26 Última modificação: 29/11/2016 - 14:34

Cesar Brustolin/SMCS .

A Prefeitura de Curitiba deixou de fazer o pagamento do Descanso Semanal Remunerado, horas extras, férias e verbas transitórias de diversas categorias. O calote não foi anunciado pelo prefeito Gustavo Fruet, que está em viagem no México. Os servidores só ficaram sabendo que não seriam pagos quando receberam o contra cheque, que foi liberado no dia 28 de novembro, no fim da tarde. O Sismuc cobra explicações da gestão e mobiliza os trabalhadores para possível paralisação.

Os motivos para o não pagamento dessas remunerações não foram esclarecidos pelo governo Gustavo Fruet. Por isso, o Sismuc enviou ofício à secretaria de recursos humanos solicitando informações. O sindicato quer saber por que a remuneração não foi paga e quantos servidores foram atingidos pela medida. O ofício 227/2016 foi protocolado no começo da manhã do dia 29 de novembro.

O sindicato espera ser recebido a tarde pela secretária de recursos humanos Meroujy Cavet. A entidade deve comparece ao local às 14h30, no Edifício Delta. Para essa mobilização de emergência, o Sismuc convoca os trabalhadores a irem ao local para pressionar a gestão em fim de mandato. “É mais um presente de grego do governo Gustavo Fruet. Em 2014 ele já tinha usado de expediente parecido quando, via decreto, congelou pagamentos semelhantes”, recorda a coordenadora Cáthia Almeida.

De acordo com o levantamento inicial do Sismuc, diversas categorias ficaram sem receber os valores. São eles inspetores de transporte escolar, fiscais, enfermagem, guarda municipal, servidores da FAS como educadores sociais. “A medida que novas categorias vão nos informando, estaremos tomando a dimensão do problema que, para nós, é muito grave”, argumenta Casturina Berquó, coordenadora do Sismuc. A entidade cogita realizar um ato expondo o novo calote.

Bomba relógio

No começo de novembro, Gustavo Fruet se reuniu com o prefeito eleito Rafael Greca para iniciar a transição de governo. Na oportunidade, Fruet disse que não ia deixar nenhuma bomba relógio para a próxima gestão. “Não vou deixar nenhuma surpresa, nenhuma bomba-relógio, como recebi", alfinetou. O pedetista recordou que Luciano Ducci, que apoiou Greca, deixou déficit de R$ 446 milhões para 2013.

No entanto, além do calote nessas remunerações, Fruet pode deixar outro problema para a próxima gestão. Trata-se do 1/3 de férias da educação. O acordo firmado com a secretaria de educação previa inicio das férias a partir de 2 de janeiro de 2017. Isso obrigaria a gestão a fazer o pagamento no fim de dezembro de 2016. Agora, a gestão Gustavo Fruet quer que as férias tenham início no dia 4 de janeiro. Dessa maneira, o pagamento do terço de férias pode ocorrer em 2 de janeiro de 2017, no início da gestão Greca. Isso altera as verbas municipais de acordo com o exercício financeiro. A medida atinge 20 mil servidores.

CMC (atualizado às 13h12)

Hoje, 29, o Sismuc se reuniu com a comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal. O encontro sobre o 1/3 férias e o Plano de Carreira da Fundação Cultural de Curitiba ocorreria no período da tarde. No entanto, a comissão chamou a reunião pela manhã.

A comissão aprovou o projeto que posterga para janeiro o pagamento do terço de férias da educação e também liberou o projeto de lei da FCC. Ambos textos devem passar por duas outras comissões e ir a votação em plenário.

Título: Fruet dá novo calote nos servidores municipais, Conteúdo: A Prefeitura de Curitiba deixou de fazer o pagamento do Descanso Semanal Remunerado, horas extras, férias e verbas transitórias de diversas categorias. O calote não foi anunciado pelo prefeito Gustavo Fruet, que está em viagem no México. Os servidores só ficaram sabendo que não seriam pagos quando receberam o contra cheque, que foi liberado no dia 28 de novembro, no fim da tarde. O Sismuc cobra explicações da gestão e mobiliza os trabalhadores para possível paralisação. Os motivos para o não pagamento dessas remunerações não foram esclarecidos pelo governo Gustavo Fruet. Por isso, o Sismuc enviou ofício à secretaria de recursos humanos solicitando informações. O sindicato quer saber por que a remuneração não foi paga e quantos servidores foram atingidos pela medida. O ofício 227/2016 foi protocolado no começo da manhã do dia 29 de novembro. O sindicato espera ser recebido a tarde pela secretária de recursos humanos Meroujy Cavet. A entidade deve comparece ao local às 14h30, no Edifício Delta. Para essa mobilização de emergência, o Sismuc convoca os trabalhadores a irem ao local para pressionar a gestão em fim de mandato. “É mais um presente de grego do governo Gustavo Fruet. Em 2014 ele já tinha usado de expediente parecido quando, via decreto, congelou pagamentos semelhantes”, recorda a coordenadora Cáthia Almeida. De acordo com o levantamento inicial do Sismuc, diversas categorias ficaram sem receber os valores. São eles inspetores de transporte escolar, fiscais, enfermagem, guarda municipal, servidores da FAS como educadores sociais. “A medida que novas categorias vão nos informando, estaremos tomando a dimensão do problema que, para nós, é muito grave”, argumenta Casturina Berquó, coordenadora do Sismuc. A entidade cogita realizar um ato expondo o novo calote. Bomba relógio No começo de novembro, Gustavo Fruet se reuniu com o prefeito eleito Rafael Greca para iniciar a transição de governo. Na oportunidade, Fruet disse que não ia deixar nenhuma bomba relógio para a próxima gestão. “Não vou deixar nenhuma surpresa, nenhuma bomba-relógio, como recebi, alfinetou. O pedetista recordou que Luciano Ducci, que apoiou Greca, deixou déficit de R$ 446 milhões para 2013. No entanto, além do calote nessas remunerações, Fruet pode deixar outro problema para a próxima gestão. Trata-se do 1/3 de férias da educação. O acordo firmado com a secretaria de educação previa inicio das férias a partir de 2 de janeiro de 2017. Isso obrigaria a gestão a fazer o pagamento no fim de dezembro de 2016. Agora, a gestão Gustavo Fruet quer que as férias tenham início no dia 4 de janeiro. Dessa maneira, o pagamento do terço de férias pode ocorrer em 2 de janeiro de 2017, no início da gestão Greca. Isso altera as verbas municipais de acordo com o exercício financeiro. A medida atinge 20 mil servidores. CMC (atualizado às 13h12) Hoje, 29, o Sismuc se reuniu com a comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal. O encontro sobre o 1/3 férias e o Plano de Carreira da Fundação Cultural de Curitiba ocorreria no período da tarde. No entanto, a comissão chamou a reunião pela manhã. A comissão aprovou o projeto que posterga para janeiro o pagamento do terço de férias da educação e também liberou o projeto de lei da FCC. Ambos textos devem passar por duas outras comissões e ir a votação em plenário.



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