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Entidades denunciam criminalização do movimento sindical por parte da Assembleia Legislativa do CE

Deputados querem que a Mesa Diretora da "Casa do Povo" se desculpe pelo tratamento dispensado aos servidores municipais.

Escrito por: Confetam • Publicado em: 04/03/2016 - 13:30 • Última modificação: 04/03/2016 - 19:06 Escrito por: Confetam Publicado em: 04/03/2016 - 13:30 Última modificação: 04/03/2016 - 19:06

Marcos Adegas Apenas 80 pessoas tiveram acesso às galerias do Plenário 13 de Maio

O esquema de segurança montado pela Assembleia Legislativa do Ceará (ALEC) para receber a passeata em alusão ao Dia Nacional de Lutas, nesta quinta-feira (03), gerou revolta entre os servidores municipais. Quando chegaram local de encerramento do ato, os manifestantes encontraram viaturas de Polícia nas ruas próximas e uma equipe de militares isolando as entradas. Grades de ferro e cordas foram dispostas nas galerias do Plenário 13 de Maio e no Complexo das Comissões para impedir o acesso à "Casa do Povo".  

"O senhor vai me bater?", perguntou a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), Vilani Oliveira. "Se for preciso...", respondeu um dos policiais que estavam postados na entrada do lado da Avenida Desembargador Moreira. O “diálogo”, que retrata bem o tratamento dispensado aos trabalhadores pelo Parlamento Estadual, foi relatado pela própria Vilani à uma comissão de parlamentares que recebeu as líderes da passeata.

Presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Ceará (Fetamce), Enedina Soares exigiu respeito aos trabalhadores e providências a respieto do caso. “Pedimos aqui que a Casa do Povo não criminalize os movimentos sociais”, exigiu. Ela relatou aos parlamentares que, embora ainda houvesse lugares disponíveis nas galerias, muitos servidores ficaram expostos ao sol, depois de serem impedidos de entrar.

“Não é justo que sejam barrados. Vamos reforçar a solicitação perante a Mesa Diretora”, afirmou o vice-líder do Governo, deputado Júlio César.

“A Casa deve formalizar um pedido de desculpas e não naturalizar situações de desrespeito a um dirigente sindical”, criticou o deputado estadual Renato Roseno.

“Vamos apresentar uma representação sobre a entrada dos servidores na próxima reunião da Mesa Diretora”, disse Elmano de Freitas.

Além de Fortaleza, Caucaia e Maracanaú, também participaram da passeata servidores dos municípios de Meruoca, Maranguape, Itapipoca, Tururu, Uruburetama, Ubajara, Jaguaribe, Barreira, Acarape, Pentecoste e Icó. 

Título: Entidades denunciam criminalização do movimento sindical por parte da Assembleia Legislativa do CE, Conteúdo: O esquema de segurança montado pela Assembleia Legislativa do Ceará (ALEC) para receber a passeata em alusão ao Dia Nacional de Lutas, nesta quinta-feira (03), gerou revolta entre os servidores municipais. Quando chegaram local de encerramento do ato, os manifestantes encontraram viaturas de Polícia nas ruas próximas e uma equipe de militares isolando as entradas. Grades de ferro e cordas foram dispostas nas galerias do Plenário 13 de Maio e no Complexo das Comissões para impedir o acesso à Casa do Povo.   O senhor vai me bater?, perguntou a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), Vilani Oliveira. Se for preciso..., respondeu um dos policiais que estavam postados na entrada do lado da Avenida Desembargador Moreira. O “diálogo”, que retrata bem o tratamento dispensado aos trabalhadores pelo Parlamento Estadual, foi relatado pela própria Vilani à uma comissão de parlamentares que recebeu as líderes da passeata. Presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Ceará (Fetamce), Enedina Soares exigiu respeito aos trabalhadores e providências a respieto do caso. “Pedimos aqui que a Casa do Povo não criminalize os movimentos sociais”, exigiu. Ela relatou aos parlamentares que, embora ainda houvesse lugares disponíveis nas galerias, muitos servidores ficaram expostos ao sol, depois de serem impedidos de entrar. “Não é justo que sejam barrados. Vamos reforçar a solicitação perante a Mesa Diretora”, afirmou o vice-líder do Governo, deputado Júlio César. “A Casa deve formalizar um pedido de desculpas e não naturalizar situações de desrespeito a um dirigente sindical”, criticou o deputado estadual Renato Roseno. “Vamos apresentar uma representação sobre a entrada dos servidores na próxima reunião da Mesa Diretora”, disse Elmano de Freitas. Além de Fortaleza, Caucaia e Maracanaú, também participaram da passeata servidores dos municípios de Meruoca, Maranguape, Itapipoca, Tururu, Uruburetama, Ubajara, Jaguaribe, Barreira, Acarape, Pentecoste e Icó. 



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