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Em Fortaleza, 50 mil pessoas vão às ruas pela democracia, por direitos e contra o golpe

Uma multidão defendeu a democracia e disse não aceitar a campanha jurídico-midiática contra o projeto que retirou 42 milhões da miséria e outros 22 milhões da extrema pobreza.

Escrito por: Confetam • Publicado em: 21/03/2016 - 10:41 • Última modificação: 22/03/2016 - 22:57 Escrito por: Confetam Publicado em: 21/03/2016 - 10:41 Última modificação: 22/03/2016 - 22:57

Fabio Lima Manifestantes ocuparam toda a Praça do Ferreira

Um dia que vai ficar na memória do povo e da cidade de Fortaleza. 50 mil pessoas foram às ruas históricas do Centro da Capital do Ceará, nesta sexta-feira, 18 de março, para defender a democracia e repudiar o golpe jurídico-midiático em curso no país. Com bandeiras, banners e cartazes, uma massa do campo e da cidade mostrou que não admitirá retrocessos institucionais e nos direitos trabalhistas e humanos.

O ato foi marcado pela diversidade do público, que contou com a participação, especialmente, dos agrupamentos sociais que passaram a alcançar a cidadania, com as políticas públicas implantadas pelos governos populares nos últimos 13 anos, em especial crianças, jovens, mulheres, negros, índios, LGBTs (que são lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e trabalhadores.

Em uma só voz, a multidão disse que não aceitará o ataque ao projeto político que retirou da miséria 42 milhões de brasileiros e outros 22 milhões da extrema pobreza; fez ascender à nova classe média 30 milhões de pessoas; gerou 21 milhões vagas de empregos; abriu as portas de 18 novas universidades públicas federais para negros e filhos de trabalhadores; ofereceu casa própria a 1,5 milhão de famílias e renda aos mais pobres; deu às empregadas domésticas a dignidade de uma profissão; elevou o salário mínimo de R$ 200,00 para R$ 880,00; além de reduzir a desigualdade social, as taxas de pobreza e de mortalidade infantil, promovendo a inclusão e a justiça social no Brasil, entre tantos outros indiscutíveis avanços.

A palavra de ordem mais gritada na manifestação, convocada pela Frente Brasil Popular, é “não vai ter golpe”. A avaliação é que o “mercado”, definitivamente, entrou em cena para influir no processo político, o que inclui derrubar a presidenta reeleita em 2014, Dilma Rousseff, mesmo sem que a gestora seja investigada ou processada por algum crime. Para o movimento anti-impitimam, vozes do poder econômico globalizado ditam (ou tentam ditar) os rumos das economias do mundo. O receituário do Capital internacional aposta na desregulamentação do Estado e na flexibilização das leis trabalhistas. Derrubar Dilma e o PT seria um grande passo para isso.

Entre os participantes do protesto, foi veemente a defesa do ex-presidente Lula, que está sendo vítima de campanha odiosa da direita, aliada a setores da grande mídia, do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, que atropelam o processo legal e a Constituição, com o objetivo de encarcerar Lula por supostos crimes não comprovados.

Diante disso, foi forte também o repudio à cobertura da Rede Globo, que atua de forma tendenciosa frente à crise política, dedicando boa parte de seu tempo a atacar Lula, Dilma e o PT. Em muitos momentos, em alto e bom som, o público gritou: “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, em referencia ao apoio do Grupo Globo ao regime militar e à deposição de Getúlio Vargas e apelos inúmeros episódios em que agiu mais como partido político do que empresa jornalística.

Com informações da Fetamce e O Povo.

Título: Em Fortaleza, 50 mil pessoas vão às ruas pela democracia, por direitos e contra o golpe, Conteúdo: Um dia que vai ficar na memória do povo e da cidade de Fortaleza. 50 mil pessoas foram às ruas históricas do Centro da Capital do Ceará, nesta sexta-feira, 18 de março, para defender a democracia e repudiar o golpe jurídico-midiático em curso no país. Com bandeiras, banners e cartazes, uma massa do campo e da cidade mostrou que não admitirá retrocessos institucionais e nos direitos trabalhistas e humanos. O ato foi marcado pela diversidade do público, que contou com a participação, especialmente, dos agrupamentos sociais que passaram a alcançar a cidadania, com as políticas públicas implantadas pelos governos populares nos últimos 13 anos, em especial crianças, jovens, mulheres, negros, índios, LGBTs (que são lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e trabalhadores. Em uma só voz, a multidão disse que não aceitará o ataque ao projeto político que retirou da miséria 42 milhões de brasileiros e outros 22 milhões da extrema pobreza; fez ascender à nova classe média 30 milhões de pessoas; gerou 21 milhões vagas de empregos; abriu as portas de 18 novas universidades públicas federais para negros e filhos de trabalhadores; ofereceu casa própria a 1,5 milhão de famílias e renda aos mais pobres; deu às empregadas domésticas a dignidade de uma profissão; elevou o salário mínimo de R$ 200,00 para R$ 880,00; além de reduzir a desigualdade social, as taxas de pobreza e de mortalidade infantil, promovendo a inclusão e a justiça social no Brasil, entre tantos outros indiscutíveis avanços. A palavra de ordem mais gritada na manifestação, convocada pela Frente Brasil Popular, é “não vai ter golpe”. A avaliação é que o “mercado”, definitivamente, entrou em cena para influir no processo político, o que inclui derrubar a presidenta reeleita em 2014, Dilma Rousseff, mesmo sem que a gestora seja investigada ou processada por algum crime. Para o movimento anti-impitimam, vozes do poder econômico globalizado ditam (ou tentam ditar) os rumos das economias do mundo. O receituário do Capital internacional aposta na desregulamentação do Estado e na flexibilização das leis trabalhistas. Derrubar Dilma e o PT seria um grande passo para isso. Entre os participantes do protesto, foi veemente a defesa do ex-presidente Lula, que está sendo vítima de campanha odiosa da direita, aliada a setores da grande mídia, do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, que atropelam o processo legal e a Constituição, com o objetivo de encarcerar Lula por supostos crimes não comprovados. Diante disso, foi forte também o repudio à cobertura da Rede Globo, que atua de forma tendenciosa frente à crise política, dedicando boa parte de seu tempo a atacar Lula, Dilma e o PT. Em muitos momentos, em alto e bom som, o público gritou: “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, em referencia ao apoio do Grupo Globo ao regime militar e à deposição de Getúlio Vargas e apelos inúmeros episódios em que agiu mais como partido político do que empresa jornalística. Com informações da Fetamce e O Povo.



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