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Em defesa da democracia: 30 mil devem ocupar hoje as ruas de Fortaleza

Estimativa de público é da Frente Brasil Popular, que organiza manifestações em todo o Brasil para defender a Constituição Federal e o mandato da presidente Dilma.

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 31/03/2016 - 13:31 • Última modificação: 04/04/2016 - 14:35 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 31/03/2016 - 13:31 Última modificação: 04/04/2016 - 14:35

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Trinta mil trabalhadores, desempregados, aposentados e estudantes do Ceará voltam a se reunir hoje (31) em mais uma manifestação em defesa da democracia e contra o golpe jurídico-midiático, disfarçado de impeachment, em curso contra o mandato da presidente Dilma Roussef (PT). Integrando a agenda da Jornada Nacional pela Democracia, o ato em Fortaleza será realizado a partir das 15 horas, na Praça Clóvis Beviláqua, mais conhecida como Praça da Bandeira, no Centro da cidade.

Organizada pela Frente Brasil Popular (FBP), a atividade, que deve reunir mais de 30 mil manifestantes, segundo a FBP, ocorrerá paralelamente a diversos atos públicos realizados nas principais cidades do Brasil e do Exterior. A Frente reúne entidades dos movimentos sociais e sindical, coletivos e partidos políticos. O grupo reforça que o atual momento político exige unidade e mobilização para barrar a ofensiva da direita golpista, que tem ao seu lado a mídia tradicional.

Além da atividade de quinta-feira, também será realizado o Ato contra a Mídia Golpista, às 17 horas desta sexta-feira (02), na Praça da Imprensa, em frente da TV Verdes Mares. A manifestação será um protesto contra empresas de comunicação, particularmente a Rede Globo de Televisão, que incitam o golpe durante toda a programação.

Presença do ex-presidente Lula

Mas o ponto alto das manifestações desta semana na Capital do Ceará está agendada para o sábado (02), a partir das 9 horas, na Praça do Ferreira. “Teremos a presença do nosso líder maior, o ex-presidente Lula, que vem dialogar diretamente com a população para esclarecer os reais motivos que estão por trás desta tentativa de golpe contra a Constituição Federal”, afirma a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira.

Lula iniciou uma série de viagens a capitais brasileiras com o objetivo de angariar apoio contra o impeachment. Previsto na Constituição, o impeachment pode ser aplicado contra um chefe de Estado, caso comprovado crime de responsabilidade. No entanto, Dilma Rousseff não é acusada de nenhum crime, daí a caracterização do golpe civil. 

O processo de impeachment em andamento acusa a presidente de lançar mão de “pedaladas fiscais”, termo referente a atrasos nos repasses do Tesouro a bancos públicos encarregados da operação financeira de programas sociais, uma maneira de cumprir o orçamento artificialmente, mas que não caracteriza crime de responsabilidade.

Golpe contra a democracia

Os articuladores do golpe contra a democracia, em sua grande maioria, são investigados e réus em processos. Na comissão do impeachment, são 34 investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Caso aprovada, a votação irá para a Câmara dos Deputados, onde 271 deputados enfrentam acusações que vão de fraude a homicídio. Contra Dilma, contudo, não há absolutamente nada!

Além disso, os integrantes dos movimentos contra o golpe alertam que a insatisfação com o governo ou com a própria presidenta não é motivo legal para impeachment. A legalidade do mandato da presidente é baseada na Constituição, uma vez que foi legitimamente conquistado nas urnas, nas eleições de 2014, com mais de 54 milhões de votos. 

Como perdeu as eleições, a oposição derrota quer agora chegar ao poder pela via ilegal: o golpe. “Ainda faltam mais de dois anos para o término do mandato da presidente. Queiram ou não, os derrotados nas eleições presidenciais de 2014 terão de esperar 2018 para se submeterem às urnas novamente, por um simples motivo: não vai ter golpe!”, concluiu Vilani Oliveira.

Serviço:

Jornada Nacional pela Democracia

31 de março (quinta-feira)

Concentração a partir das 15 horas, na Praça da Bandeira (General Sampaio com Meton de Alencar), com caminhada até o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema)

Manifestação contra a Mídia Golpista

1º de abril (sexta-feira)

17 horas, na Praça da Imprensa (Antônio Sales com Desembargador Moreira), em frente da TV Verdes Mares

Ato por mais Democracia

02 de abril (sábado)

9 horas, na Praça do Ferreira (Floriano Peixoto), com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Título: Em defesa da democracia: 30 mil devem ocupar hoje as ruas de Fortaleza, Conteúdo: Trinta mil trabalhadores, desempregados, aposentados e estudantes do Ceará voltam a se reunir hoje (31) em mais uma manifestação em defesa da democracia e contra o golpe jurídico-midiático, disfarçado de impeachment, em curso contra o mandato da presidente Dilma Roussef (PT). Integrando a agenda da Jornada Nacional pela Democracia, o ato em Fortaleza será realizado a partir das 15 horas, na Praça Clóvis Beviláqua, mais conhecida como Praça da Bandeira, no Centro da cidade. Organizada pela Frente Brasil Popular (FBP), a atividade, que deve reunir mais de 30 mil manifestantes, segundo a FBP, ocorrerá paralelamente a diversos atos públicos realizados nas principais cidades do Brasil e do Exterior. A Frente reúne entidades dos movimentos sociais e sindical, coletivos e partidos políticos. O grupo reforça que o atual momento político exige unidade e mobilização para barrar a ofensiva da direita golpista, que tem ao seu lado a mídia tradicional. Além da atividade de quinta-feira, também será realizado o Ato contra a Mídia Golpista, às 17 horas desta sexta-feira (02), na Praça da Imprensa, em frente da TV Verdes Mares. A manifestação será um protesto contra empresas de comunicação, particularmente a Rede Globo de Televisão, que incitam o golpe durante toda a programação. Presença do ex-presidente Lula Mas o ponto alto das manifestações desta semana na Capital do Ceará está agendada para o sábado (02), a partir das 9 horas, na Praça do Ferreira. “Teremos a presença do nosso líder maior, o ex-presidente Lula, que vem dialogar diretamente com a população para esclarecer os reais motivos que estão por trás desta tentativa de golpe contra a Constituição Federal”, afirma a presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira. Lula iniciou uma série de viagens a capitais brasileiras com o objetivo de angariar apoio contra o impeachment. Previsto na Constituição, o impeachment pode ser aplicado contra um chefe de Estado, caso comprovado crime de responsabilidade. No entanto, Dilma Rousseff não é acusada de nenhum crime, daí a caracterização do golpe civil.  O processo de impeachment em andamento acusa a presidente de lançar mão de “pedaladas fiscais”, termo referente a atrasos nos repasses do Tesouro a bancos públicos encarregados da operação financeira de programas sociais, uma maneira de cumprir o orçamento artificialmente, mas que não caracteriza crime de responsabilidade. Golpe contra a democracia Os articuladores do golpe contra a democracia, em sua grande maioria, são investigados e réus em processos. Na comissão do impeachment, são 34 investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Caso aprovada, a votação irá para a Câmara dos Deputados, onde 271 deputados enfrentam acusações que vão de fraude a homicídio. Contra Dilma, contudo, não há absolutamente nada! Além disso, os integrantes dos movimentos contra o golpe alertam que a insatisfação com o governo ou com a própria presidenta não é motivo legal para impeachment. A legalidade do mandato da presidente é baseada na Constituição, uma vez que foi legitimamente conquistado nas urnas, nas eleições de 2014, com mais de 54 milhões de votos.  Como perdeu as eleições, a oposição derrota quer agora chegar ao poder pela via ilegal: o golpe. “Ainda faltam mais de dois anos para o término do mandato da presidente. Queiram ou não, os derrotados nas eleições presidenciais de 2014 terão de esperar 2018 para se submeterem às urnas novamente, por um simples motivo: não vai ter golpe!”, concluiu Vilani Oliveira. Serviço: Jornada Nacional pela Democracia 31 de março (quinta-feira) Concentração a partir das 15 horas, na Praça da Bandeira (General Sampaio com Meton de Alencar), com caminhada até o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema) Manifestação contra a Mídia Golpista 1º de abril (sexta-feira) 17 horas, na Praça da Imprensa (Antônio Sales com Desembargador Moreira), em frente da TV Verdes Mares Ato por mais Democracia 02 de abril (sábado) 9 horas, na Praça do Ferreira (Floriano Peixoto), com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva



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