Webmail CUT

Acesse seu Webmail CUT


Login CUT

Acesse a CUT

Esqueceu a senha?

Em defesa da Caixa 100% pública

Contra a proposta de abertura de capital, Contraf, Fenae e centrais criam comitê

Escrito por: • Publicado em: 27/02/2015 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 27/02/2015 - 00:00

 A Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas criaram um comitê em defesa da manutenção da Caixa 100% pública. A ideia é unificar e fortalecer as ações contra a proposta de abertura de capital do banco. Essa foi uma das deliberações do Ato em Defesa da Caixa 100% Pública, realizado na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (25). O evento foi promovido por Contraf/CUT, Fenae e gabinete da deputada federal Erika Kokay (PT-DF).
Para Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, o único banco público de fato é a Caixa. "Se houver a abertura de capital, quem vai mandar na empresa são os acionistas. A Caixa não pertence ao mercado, mas ao povo brasileiro".
Na avaliação de Cordeiro, o país precisa de uma instituição pública que continue revertendo seu lucro para o Estado investir em políticas públicas. "Defendemos um estado forte, capaz de realizar as políticas públicas que o Brasil precisa. Para isso, precisamos de bancos públicos fortes para gerar crédito para o desenvolvimento econômico e se contrapor à ganância dos bancos privados e de uma reforma tributária que possa financiar os projetos de interesse da sociedade. Um grande passo para isso é taxar as grandes fortunas.
"Pode a vaca tossir, o boi voar, o cachorro miar, o gato latir e o jacaré dançar balé que continuaremos mobilizados para não permitir nenhum tipo de retrocesso", destacou o presidente da Contraf-CUT.
Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae, lembrou que a Caixa é protagonista no desenvolvimento social do país. "Ela dobrou de tamanho, abriu mais agências, expandiu sua atuação, e quem ganhou foi a sociedade", afirmou.
Ele disse que o debate no parlamento é importante, mas defendeu que a discussão seja levada também para Câmaras de Vereadores, Prefeituras, associações de moradores, entre outros segmentos. "É uma luta coletiva. Precisamos ter determinação, e esse comitê será fundamental para a vitória", frisou.
Para a deputada Erika Kokay, que é empregada do banco e ex-presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília, defender a empresa 100% pública é defender o patrimônio brasileiro. "A Caixa é muito valiosa para o povo. Portanto, que não toquem nesta empresa, que é a principal articuladora das políticas públicas que mudaram a história do nosso país, sobretudo nos últimos 12 anos. Com nossa mobilização, não vamos permitir que esta instituição tenha seu capital aberto", declarou.
Representantes das principais centrais sindicais do país também marcaram presença. A vice-presidente da CUT, Carmem Helena Foro, afirmou: "Essa é uma luta da classe trabalhadora, que deve ganhar as ruas para mostrar o papel da Caixa na vida dos brasileiros".
Emanoel Sousa de Jesus, representante da CTB, destacou: "Não somos apenas o maior banco pública do país. Somos a única possibilidade do Estado brasileiro intervir no mercado financeiro".
Jaury Luiz Chagas, representante da CSP-Conlutas, defendeu a unidade de todos os segmentos sociais para evitar a abertura de capital da Caixa. "Não podemos permitir que o banco do povo brasileiro seja entregue ao capital internacional", disse.
Já Idelmar Casagrande, da Intersindical, acrescentou: "Não estamos defendendo o corporativismo dos bancários e das entidades representativas. Defender a empresa significa defender o Brasil".
O ato também contou com pronunciamentos de dirigentes da Fenacef, Fenag, AudiCaixa, Aneac e Advocef. Participaram ainda representantes de entidades sindicais de todo o país e de algumas Apcefs.
Comitê
A coordenação do Comitê em Defesa da Caixa 100% pública já agendou a primeira reunião. Será no próximo dia 6 de março, com a participação de representantes da da Contraf-CUT, Fenae e das quatro centrais sindicais. O objetivo é debater e elaborar um calendário com novas mobilizações, no sentido de unificar e fortalecer o movimento.
Frente Parlamentar
Vários parlamentares prestigiaram o evento na Câmara. O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) anunciou que já está coletando assinaturas para formar uma Frente Parlamentar em Defesa da Caixa 100% Pública. "Não é tolerável se tente abrir o capital no momento em que o banco está em ampla expansão. A Caixa já sofreu outros ataques, e os empregados e a sociedade resistiram. Seremos capazes, mais uma vez, de evitar esse risco para o Brasil e para os trabalhadores", enfatizou o parlamentar.
Também participaram do ato a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) e os deputados federais Luiz Couto (PT-PB), Assis Carvalho (PT-PI), Chico Lopes (PCdoB-CE), Daivdson Magalhães (PCdoB-BA) e Luciana Santos (PCdoB-PE).
Todos foram unânimes em defender a importância da Caixa continuar 100% pública, sempre a serviço do Brasil e dos brasileiros, e devem integrar a Frente Parlamentar que está sendo criada.

Título: Em defesa da Caixa 100% pública, Conteúdo:  A Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas criaram um comitê em defesa da manutenção da Caixa 100% pública. A ideia é unificar e fortalecer as ações contra a proposta de abertura de capital do banco. Essa foi uma das deliberações do Ato em Defesa da Caixa 100% Pública, realizado na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (25). O evento foi promovido por Contraf/CUT, Fenae e gabinete da deputada federal Erika Kokay (PT-DF). Para Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, o único banco público de fato é a Caixa. Se houver a abertura de capital, quem vai mandar na empresa são os acionistas. A Caixa não pertence ao mercado, mas ao povo brasileiro. Na avaliação de Cordeiro, o país precisa de uma instituição pública que continue revertendo seu lucro para o Estado investir em políticas públicas. Defendemos um estado forte, capaz de realizar as políticas públicas que o Brasil precisa. Para isso, precisamos de bancos públicos fortes para gerar crédito para o desenvolvimento econômico e se contrapor à ganância dos bancos privados e de uma reforma tributária que possa financiar os projetos de interesse da sociedade. Um grande passo para isso é taxar as grandes fortunas. Pode a vaca tossir, o boi voar, o cachorro miar, o gato latir e o jacaré dançar balé que continuaremos mobilizados para não permitir nenhum tipo de retrocesso, destacou o presidente da Contraf-CUT. Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae, lembrou que a Caixa é protagonista no desenvolvimento social do país. Ela dobrou de tamanho, abriu mais agências, expandiu sua atuação, e quem ganhou foi a sociedade, afirmou. Ele disse que o debate no parlamento é importante, mas defendeu que a discussão seja levada também para Câmaras de Vereadores, Prefeituras, associações de moradores, entre outros segmentos. É uma luta coletiva. Precisamos ter determinação, e esse comitê será fundamental para a vitória, frisou. Para a deputada Erika Kokay, que é empregada do banco e ex-presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília, defender a empresa 100% pública é defender o patrimônio brasileiro. A Caixa é muito valiosa para o povo. Portanto, que não toquem nesta empresa, que é a principal articuladora das políticas públicas que mudaram a história do nosso país, sobretudo nos últimos 12 anos. Com nossa mobilização, não vamos permitir que esta instituição tenha seu capital aberto, declarou. Representantes das principais centrais sindicais do país também marcaram presença. A vice-presidente da CUT, Carmem Helena Foro, afirmou: Essa é uma luta da classe trabalhadora, que deve ganhar as ruas para mostrar o papel da Caixa na vida dos brasileiros. Emanoel Sousa de Jesus, representante da CTB, destacou: Não somos apenas o maior banco pública do país. Somos a única possibilidade do Estado brasileiro intervir no mercado financeiro. Jaury Luiz Chagas, representante da CSP-Conlutas, defendeu a unidade de todos os segmentos sociais para evitar a abertura de capital da Caixa. Não podemos permitir que o banco do povo brasileiro seja entregue ao capital internacional, disse. Já Idelmar Casagrande, da Intersindical, acrescentou: Não estamos defendendo o corporativismo dos bancários e das entidades representativas. Defender a empresa significa defender o Brasil. O ato também contou com pronunciamentos de dirigentes da Fenacef, Fenag, AudiCaixa, Aneac e Advocef. Participaram ainda representantes de entidades sindicais de todo o país e de algumas Apcefs. Comitê A coordenação do Comitê em Defesa da Caixa 100% pública já agendou a primeira reunião. Será no próximo dia 6 de março, com a participação de representantes da da Contraf-CUT, Fenae e das quatro centrais sindicais. O objetivo é debater e elaborar um calendário com novas mobilizações, no sentido de unificar e fortalecer o movimento. Frente Parlamentar Vários parlamentares prestigiaram o evento na Câmara. O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) anunciou que já está coletando assinaturas para formar uma Frente Parlamentar em Defesa da Caixa 100% Pública. Não é tolerável se tente abrir o capital no momento em que o banco está em ampla expansão. A Caixa já sofreu outros ataques, e os empregados e a sociedade resistiram. Seremos capazes, mais uma vez, de evitar esse risco para o Brasil e para os trabalhadores, enfatizou o parlamentar. Também participaram do ato a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) e os deputados federais Luiz Couto (PT-PB), Assis Carvalho (PT-PI), Chico Lopes (PCdoB-CE), Daivdson Magalhães (PCdoB-BA) e Luciana Santos (PCdoB-PE). Todos foram unânimes em defender a importância da Caixa continuar 100% pública, sempre a serviço do Brasil e dos brasileiros, e devem integrar a Frente Parlamentar que está sendo criada.



Informativo CONFETAM

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.