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De roxo, Saúde sai às ruas no dia 25 contra arrocho e por direitos

Prefeitura tenta espalhar desinformação para divicategoria e colocar população contra os trabalhadores.

Escrito por: • Publicado em: 12/11/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 12/11/2014 - 00:00

As pessoas que trabalham no Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba estão mobilizadas pelo cumprimento de acordos já firmados pela Prefeitura e contra a redução de direitos conquistados pela categoria. No último Coletivo da Saúde de hoje, foi positiva a avaliação dos atos realizados em frente às Unidades de Saúde no sábado (8). Também foram organizadas as pautas prioritárias e listados problemas enfrentados pela categoria frente à atual gestão municipal.
As principais pautas em debate são: Isonomia para todos os cargos na Estratégia de Saúde da Família (ESF) e nenhuma perda de diretos dos trabalhadores. A mobilização tende a esquentar ainda mais a partir de agora. Principalmente por conta do conteúdo do último ofício da Prefeitura, assinado pela secretária de Recursos Humanos, Merougy Cavet, e o de Saúde, Adriano Massuda. Nele, a equipe de Gustavo Fruet mais uma vez ignora a diversidade de problemas para responder apenas sobre a pauta específica de um cargo, que tem todo o mérito, mas é somente a "ponta do iceberg".
E os trabalhadores sabem que isso é só uma tática para divia categoria. "E pior, ao gerar desinformação e colocar uns trabalhadores contra os outros, a Prefeitura tenta voltar a própria população contra os servidores públicos municipais. Então essa pauta é nossa, é de toda a equipe. A confiança política dessa gestão já está quebrada e a categoria não é boba", afirma Irene Rodrigues, coordenadora do Sismuc.
Até porque são muitos os problemas enfrentados pela categoria. Exemplos não faltam:
- Calote das horas-extras nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs);
- Falta de insumos como remédios nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);
- Falta de material como bandagem e contenção nos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMUs);
- Fechamento de serviços de referência no atendimento de pacientes com Parkinson, na geriatria e Amigo Especial;
- Falta de servidores em todos os locais de trabalho;
- Consequente acúmulo de funções.
Diante disso, a categoria continua mobilizada e ficou decidido que no dia 25 de novembro terá uma grande ação nos principais terminais de ônibus do Centro da Cidade. Para dar unidade às pautas da categoria, uma edição extraordinária do Jornal Curitiba de Verdade está sendo preparada para o ato. Novas atualizações sobre o evento serão publicadas pela Imprensa do Sismuc.
Se você sabe de mais problemas enfrentados pela Saúde, ou qualquer outro segmento do serviço público municipal, clique aqui e mande pra gente por meio dos canais de comunicação do Sismuc!

Título: De roxo, Saúde sai às ruas no dia 25 contra arrocho e por direitos, Conteúdo: As pessoas que trabalham no Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba estão mobilizadas pelo cumprimento de acordos já firmados pela Prefeitura e contra a redução de direitos conquistados pela categoria. No último Coletivo da Saúde de hoje, foi positiva a avaliação dos atos realizados em frente às Unidades de Saúde no sábado (8). Também foram organizadas as pautas prioritárias e listados problemas enfrentados pela categoria frente à atual gestão municipal. As principais pautas em debate são: Isonomia para todos os cargos na Estratégia de Saúde da Família (ESF) e nenhuma perda de diretos dos trabalhadores. A mobilização tende a esquentar ainda mais a partir de agora. Principalmente por conta do conteúdo do último ofício da Prefeitura, assinado pela secretária de Recursos Humanos, Merougy Cavet, e o de Saúde, Adriano Massuda. Nele, a equipe de Gustavo Fruet mais uma vez ignora a diversidade de problemas para responder apenas sobre a pauta específica de um cargo, que tem todo o mérito, mas é somente a ponta do iceberg. E os trabalhadores sabem que isso é só uma tática para divia categoria. E pior, ao gerar desinformação e colocar uns trabalhadores contra os outros, a Prefeitura tenta voltar a própria população contra os servidores públicos municipais. Então essa pauta é nossa, é de toda a equipe. A confiança política dessa gestão já está quebrada e a categoria não é boba, afirma Irene Rodrigues, coordenadora do Sismuc. Até porque são muitos os problemas enfrentados pela categoria. Exemplos não faltam: - Calote das horas-extras nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); - Falta de insumos como remédios nas Unidades Básicas de Saúde (UBS); - Falta de material como bandagem e contenção nos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMUs); - Fechamento de serviços de referência no atendimento de pacientes com Parkinson, na geriatria e Amigo Especial; - Falta de servidores em todos os locais de trabalho; - Consequente acúmulo de funções. Diante disso, a categoria continua mobilizada e ficou decidido que no dia 25 de novembro terá uma grande ação nos principais terminais de ônibus do Centro da Cidade. Para dar unidade às pautas da categoria, uma edição extraordinária do Jornal Curitiba de Verdade está sendo preparada para o ato. Novas atualizações sobre o evento serão publicadas pela Imprensa do Sismuc. Se você sabe de mais problemas enfrentados pela Saúde, ou qualquer outro segmento do serviço público municipal, clique aqui e mande pra gente por meio dos canais de comunicação do Sismuc!



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