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CUT/SE realiza 2ª Plenária Estadual do Orçamento Participativo

Para presidente da Central Estadual, OP é importante para viabilizar a ação política e nunca pode estar dissociada deste debate

Escrito por: • Publicado em: 13/05/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 13/05/2014 - 00:00

Uma análise de conjuntura sobre os desafios da classe trabalhadora para avançar em sua pauta foi a atividade que abriu a 2ª Plenária Estadual do Orçamento Participativo da CUT/SE, realizado na manhã desta sexta-feira (9), no auditório da central sindical. A importância da unidade dos trabalhadores e o papel da CUT como central sindical que acredita em um avanço pela esquerda foram os dois primeiros tópicos enfatizados por diferentes categorias de trabalhadores presentes.
Dirigentes sindicais avaliaram as demandas prioritárias para auxiliar cada entidade. Vários sindicalistas deram seus depoimentos. Entre as organizações estavam representantes do STASE, SINTRADISPEN, SINTESE, SINDLAGARTO, SINDISERVE PROPRIÁ, SINDOMÉSTICO, SINDISERVE GLÓRIA, SINDISERGE, CASA DAS DOMÉSTICAS, SINDITÊXTIL, SINDIBRITO, SINDIJUS, SINTRADISPEN/SE e SINDITIC/SE.
Representando a diretoria nacional da Central Única dos Trabalhadores, Quintino Severo conduziu o debate trazendo sugestões e compartilhando experiências. “O Seminário do Orçamento Participativo está sendo eficaz em seu objetivo de fazer com que o sindicato tenha uma compreensão melhor do papel político da CUT. Então não se trata de financiamento por financiamento, mas para a ação política. A viabilidade da interiorização da CUT, por exemplo, é uma pauta recorrente em diferentes Estados brasileiros. A partir daí entendemos que é claro o esforço de diferentes entidades sindicais de chegar cada vez mais próximo ao trabalhador”, resumiu.
A presidente do SINDOMESTICO, Sueli Maria de Fátima, enfatizou a importância da solidariedade entre os sindicatos, pois a luta é uma só. “Reconhecimento e empoderamento foram os primeiros passos da nossa militância. Hoje nós pedimos o apoio de todos os demais sindicatos nesta luta pela equiparação de direitos, pois desde a Constituição de 1989 nós lutamos para a correção desta injustiça contra os trabalhadores domésticos, excluídos de direitos reservados às demais categorias”, recordou a presidenta. Sueli Maria lembrou que a PEC das Domésticas ainda não foi aprovada no Congresso Nacional e apesar de toda propaganda que se faz sobre o assunto, a situação das trabalhadoras e trabalhadores domésticos mudou muito pouco.
O presidente da CUT/SE, professor Rubens Marques, frisou a importância do debate político também durante as discussões sobre orçamento. “A discussão do orçamento participativo é importante para viabilizar a ação política e nunca pode estar dissociada deste debate”, enfatizou.
Conforme deliberado pela Direção Nacional da CUT, o Orçamento Participativo é um instrumento de democratização da gestão financeira da CUT, para equacionar a vontade política de fazer com o planejamento financeiro para executar. O OP é uma importante estratégia para a valorização das Estaduais da CUT e para o fortalecimento do nosso projeto político organizativo.
Fonte: CUT Nacional

Título: CUT/SE realiza 2ª Plenária Estadual do Orçamento Participativo, Conteúdo: Uma análise de conjuntura sobre os desafios da classe trabalhadora para avançar em sua pauta foi a atividade que abriu a 2ª Plenária Estadual do Orçamento Participativo da CUT/SE, realizado na manhã desta sexta-feira (9), no auditório da central sindical. A importância da unidade dos trabalhadores e o papel da CUT como central sindical que acredita em um avanço pela esquerda foram os dois primeiros tópicos enfatizados por diferentes categorias de trabalhadores presentes. Dirigentes sindicais avaliaram as demandas prioritárias para auxiliar cada entidade. Vários sindicalistas deram seus depoimentos. Entre as organizações estavam representantes do STASE, SINTRADISPEN, SINTESE, SINDLAGARTO, SINDISERVE PROPRIÁ, SINDOMÉSTICO, SINDISERVE GLÓRIA, SINDISERGE, CASA DAS DOMÉSTICAS, SINDITÊXTIL, SINDIBRITO, SINDIJUS, SINTRADISPEN/SE e SINDITIC/SE. Representando a diretoria nacional da Central Única dos Trabalhadores, Quintino Severo conduziu o debate trazendo sugestões e compartilhando experiências. “O Seminário do Orçamento Participativo está sendo eficaz em seu objetivo de fazer com que o sindicato tenha uma compreensão melhor do papel político da CUT. Então não se trata de financiamento por financiamento, mas para a ação política. A viabilidade da interiorização da CUT, por exemplo, é uma pauta recorrente em diferentes Estados brasileiros. A partir daí entendemos que é claro o esforço de diferentes entidades sindicais de chegar cada vez mais próximo ao trabalhador”, resumiu. A presidente do SINDOMESTICO, Sueli Maria de Fátima, enfatizou a importância da solidariedade entre os sindicatos, pois a luta é uma só. “Reconhecimento e empoderamento foram os primeiros passos da nossa militância. Hoje nós pedimos o apoio de todos os demais sindicatos nesta luta pela equiparação de direitos, pois desde a Constituição de 1989 nós lutamos para a correção desta injustiça contra os trabalhadores domésticos, excluídos de direitos reservados às demais categorias”, recordou a presidenta. Sueli Maria lembrou que a PEC das Domésticas ainda não foi aprovada no Congresso Nacional e apesar de toda propaganda que se faz sobre o assunto, a situação das trabalhadoras e trabalhadores domésticos mudou muito pouco. O presidente da CUT/SE, professor Rubens Marques, frisou a importância do debate político também durante as discussões sobre orçamento. “A discussão do orçamento participativo é importante para viabilizar a ação política e nunca pode estar dissociada deste debate”, enfatizou. Conforme deliberado pela Direção Nacional da CUT, o Orçamento Participativo é um instrumento de democratização da gestão financeira da CUT, para equacionar a vontade política de fazer com o planejamento financeiro para executar. O OP é uma importante estratégia para a valorização das Estaduais da CUT e para o fortalecimento do nosso projeto político organizativo. Fonte: CUT Nacional



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