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CUT e movimentos sociais resistem à invasão da embaixada da Venezuela

A invasão ocorreu horas antes da abertura da 11ª Cúpula dos Presidentes dos BRICS, que reúne em Brasília chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Escrito por: CUT Brasília • Publicado em: 13/11/2019 - 16:00 • Última modificação: 13/11/2019 - 16:18 Escrito por: CUT Brasília Publicado em: 13/11/2019 - 16:00 Última modificação: 13/11/2019 - 16:18

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Representantes da CUT Brasília, movimentos sociais e parlamentares da oposição chegaram cedo à embaixada da Venezuela nesta quarta-feira (13/11). O grupo se manifesta contra a invasão da representação do país no Brasil, realizada por cerca de 20 apoiadores do presidente autodeclarado da Venezuela, Juan Guaidó, aliado à mesma extrema direita que Jair Bolsonaro (PSL) integra.

“Estamos resistindo a essa tentativa de invasão, de impor uma embaixada ilegítima e golpista. Venham fortalecer essa resistência”, convoca o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues.

A invasão ocorreu durante a madrugada desta quarta. O corpo diplomático da Venezuela está refugiado dentro da embaixada. No mesmo lote, existe um espaço para residência, onde habitam várias famílias, muitas delas com crianças. A ação aconteceu horas antes do início do encontro do BRICS em Brasília, que reúne chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

“Claramente manipuladora essa invasão acontecer no dia da reunião do BRICS. O grupo de invasores está uniformizado. Estão tentando passar uma mensagem. Talvez de que os aliados a mais suja direita golpista estão dispostos a impor suas ideologias em todos os países da América Latina. Mas nós, da esquerda, estamos na resistência pela democracia”, afirma a secretária de Comunicação da CUT Brasília, Ana Paula Cusinato, que também está em frente à embaixada da Venezuela.

A polícia militar do DF também está em frente à embaixada da Venezuela, mas não pode acessar o espaço por tratar-se de território estrangeiro. Segundo o presidente da CUT Brasília, existe um grupo dentro da embaixada tentando negociar a saída dos invasores. Um desses negociadores é o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que foi rapidamente ao portão dar informações do que acontece dentro da embaixada. “Os invasores colocaram correntes nos espaços principais da embaixada, colocaram um carro para bloquear o portão. E através do uso da força, tentaram tomar todas as instalações”, disse. Segundo ele, o grupo é claramente “uma milícia contratada para realizar essa invasão do território venezuelano”.

Além do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Guaidó também tem o apoio declarado de Bolsonaro.

Os militantes permanecerão em frente à embaixada da Venezuela no Brasil até que a situação seja solucionada. A embaixada fica na SES 803 – Brasília.

Título: CUT e movimentos sociais resistem à invasão da embaixada da Venezuela, Conteúdo: Representantes da CUT Brasília, movimentos sociais e parlamentares da oposição chegaram cedo à embaixada da Venezuela nesta quarta-feira (13/11). O grupo se manifesta contra a invasão da representação do país no Brasil, realizada por cerca de 20 apoiadores do presidente autodeclarado da Venezuela, Juan Guaidó, aliado à mesma extrema direita que Jair Bolsonaro (PSL) integra. “Estamos resistindo a essa tentativa de invasão, de impor uma embaixada ilegítima e golpista. Venham fortalecer essa resistência”, convoca o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues. A invasão ocorreu durante a madrugada desta quarta. O corpo diplomático da Venezuela está refugiado dentro da embaixada. No mesmo lote, existe um espaço para residência, onde habitam várias famílias, muitas delas com crianças. A ação aconteceu horas antes do início do encontro do BRICS em Brasília, que reúne chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. “Claramente manipuladora essa invasão acontecer no dia da reunião do BRICS. O grupo de invasores está uniformizado. Estão tentando passar uma mensagem. Talvez de que os aliados a mais suja direita golpista estão dispostos a impor suas ideologias em todos os países da América Latina. Mas nós, da esquerda, estamos na resistência pela democracia”, afirma a secretária de Comunicação da CUT Brasília, Ana Paula Cusinato, que também está em frente à embaixada da Venezuela. A polícia militar do DF também está em frente à embaixada da Venezuela, mas não pode acessar o espaço por tratar-se de território estrangeiro. Segundo o presidente da CUT Brasília, existe um grupo dentro da embaixada tentando negociar a saída dos invasores. Um desses negociadores é o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que foi rapidamente ao portão dar informações do que acontece dentro da embaixada. “Os invasores colocaram correntes nos espaços principais da embaixada, colocaram um carro para bloquear o portão. E através do uso da força, tentaram tomar todas as instalações”, disse. Segundo ele, o grupo é claramente “uma milícia contratada para realizar essa invasão do território venezuelano”. Além do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Guaidó também tem o apoio declarado de Bolsonaro. Os militantes permanecerão em frente à embaixada da Venezuela no Brasil até que a situação seja solucionada. A embaixada fica na SES 803 – Brasília.



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