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Contram-ISP conclama apoio à greve pelo PCCR

Confederação dos Trabalhadores Públicos Municipais conclama a sociedade a doar fundos para financiar a continuidade da paralisação dos profissionais da Educação de Maracanaú (CE).

Escrito por: Contram-ISP/Confetam • Publicado em: 16/11/2017 - 13:30 • Última modificação: 17/11/2017 - 16:34 Escrito por: Contram-ISP/Confetam Publicado em: 16/11/2017 - 13:30 Última modificação: 17/11/2017 - 16:34

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Em greve há 44 dias pela implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PPCR), os professores da rede pública municipal de Maracanaú (CE) receberam, na última terça-feira (14), o apoio da Confederação dos Trabalhadores Públicos Municipais da Internacional de Serviços Públicos das Américas (Contram-ISP). Em nota, a entidade pede apoio financeiro para viabilizar a continuidade da paralisação e da ocupação da Câmara Municipal, onde os trabalhadores grevistas estão acampados há 15 dias. 

No mesmo dia do envio da carta de apoio da Contram-ISP, o Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação de Maracanaú (Suprema) também recebeu a solidariedade de representantes de diversas entidades, entre eles o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), Paulo Cayres, que participaram do Ato Político Resistir e Lutar. Realizado na noite de terça-feira (14), no pátio da sede do Legislativo Municipal, o objetivo do ato foi pressionar o prefeito Firmo de Castro a negociar com a categoria.   

Leia a nota da Contram-ISP

TODO APOIO À GREVE DOS TRABALHADORES MUNICIPAIS DE MARACANAÚ

É inadmissível que em pleno século XXI ainda nos deparemos com relações trabalho que desrespeitam
sistematicamente direitos básicos e com a recusa de diálogo e negociação com os trabalhadores. Os gestores de
Maracanaú parecem desconhecer não só os marcos civilizatórios historicamente estabelecidos pela OIT, que
reiteram a legitimidade das reivindicações dos trabalhadores, da negociação coletiva e do direito de greve, como a
importância de valorizar o trabalho dos profissionais da educação.

Além de não apresentar nenhuma proposta à implementação do Plano de Cargos e Carreiras dos professores, o
Prefeito Firmo Camurça cortou os seus salários e o vale alimentação, além de reduzir o valor do vale transporte
daqueles que moram fora do município, aprofundando ainda mais as dificuldades financeiras de muitos pais e
mães de família, que estão em greve há 40 dias.

Repudiamos as retaliações da prefeitura e, dada a importância do trabalho dos professores na construção da
cidadania e na promoção do desenvolvimento humano, econômico e social, conclamamos a sociedade a apoiar a
luta dos professores de Maracanaú, inclusive na arrecadação de fundos para que possam permanecer em greve
até que o Prefeito atenda às suas reivindicações.

Paula Leite
Presidenta da Contram-ISP

Título: Contram-ISP conclama apoio à greve pelo PCCR, Conteúdo: Em greve há 44 dias pela implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PPCR), os professores da rede pública municipal de Maracanaú (CE) receberam, na última terça-feira (14), o apoio da Confederação dos Trabalhadores Públicos Municipais da Internacional de Serviços Públicos das Américas (Contram-ISP). Em nota, a entidade pede apoio financeiro para viabilizar a continuidade da paralisação e da ocupação da Câmara Municipal, onde os trabalhadores grevistas estão acampados há 15 dias.  No mesmo dia do envio da carta de apoio da Contram-ISP, o Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação de Maracanaú (Suprema) também recebeu a solidariedade de representantes de diversas entidades, entre eles o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), Paulo Cayres, que participaram do Ato Político Resistir e Lutar. Realizado na noite de terça-feira (14), no pátio da sede do Legislativo Municipal, o objetivo do ato foi pressionar o prefeito Firmo de Castro a negociar com a categoria.    Leia a nota da Contram-ISP TODO APOIO À GREVE DOS TRABALHADORES MUNICIPAIS DE MARACANAÚ É inadmissível que em pleno século XXI ainda nos deparemos com relações trabalho que desrespeitam sistematicamente direitos básicos e com a recusa de diálogo e negociação com os trabalhadores. Os gestores de Maracanaú parecem desconhecer não só os marcos civilizatórios historicamente estabelecidos pela OIT, que reiteram a legitimidade das reivindicações dos trabalhadores, da negociação coletiva e do direito de greve, como a importância de valorizar o trabalho dos profissionais da educação. Além de não apresentar nenhuma proposta à implementação do Plano de Cargos e Carreiras dos professores, o Prefeito Firmo Camurça cortou os seus salários e o vale alimentação, além de reduzir o valor do vale transporte daqueles que moram fora do município, aprofundando ainda mais as dificuldades financeiras de muitos pais e mães de família, que estão em greve há 40 dias. Repudiamos as retaliações da prefeitura e, dada a importância do trabalho dos professores na construção da cidadania e na promoção do desenvolvimento humano, econômico e social, conclamamos a sociedade a apoiar a luta dos professores de Maracanaú, inclusive na arrecadação de fundos para que possam permanecer em greve até que o Prefeito atenda às suas reivindicações. Paula Leite Presidenta da Contram-ISP



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