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XI Congresso do Sismuc ressalta resistência dos servidores

Evento foi realizado em Praia de Leste, com 400 delegados, em meio a ataques contra o serv

Escrito por: Sismuc • Publicado em: 16/08/2016 - 10:36 • Última modificação: 16/08/2016 - 13:49 Escrito por: Sismuc Publicado em: 16/08/2016 - 10:36 Última modificação: 16/08/2016 - 13:49

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Com o poema de “Mãos Dadas”, de Carlos Drummond de Andrade, espírito de união e a presença de mais de 400 delegados, foi aberto o XI Congresso do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc), em Praia de Leste (PR), no último dia 12. O evento, encerrado no dia 14, definiu a estratégia de ação sindical do Sismuc e os rumos da lutas da entidade.

O pontapé inicial do congresso ressaltou que o momento é de os trabalhadores se unirem, porque vários ataques estão colocados.

Irene Rodrigues, coordenadora-geral do Sismuc, relembrou o início do sindicato na década de 1980 e as lutas que receberam apoio das entidades ali presentes.

Mais que isso, Rodrigues fez um quadro geral dos vários ataques às conquistas sociais sofridos atualmente – saúde, previdência, direitos trabalhistas, dentre outros:

“Que déficit é esse na nossa aposentadoria? Na Prefeitura de Curitiba nesta semana, infelizmente, a Câmara aprovou o parcelamento da dívida com a previdência do município. Então, não há déficit. Por essas situações, na luta do próximo período é fundamental a participação de todos e de todas”, convoca.

Falas da mesa de abertura

Cathia Almeida, da coordenação do Sismuc, afirmou na mesa de abertura do congresso que “tudo o que se registrar aqui é fundamental levar para os locais de trabalho”.

Representando a comissão organizadora, Rosângela Pimentel, por sua vez, afirmou que o sindicato representa o servidor “nas suas lutas cotidianas”.

Ataques gerais contra os trabalhadores

Já Luiz Carlos Paixão, representando o movimento negro e movimentos populares, ressaltou que o XI Congresso se dá em um momento carregado de desafios. Isso porque notícias recentes dão conta de que o governo interino de Michel Temer (PMDB) e o congresso nacional promovem uma série de ataques contra todos os trabalhadores.

Alysson Nathan, presidente da Federação dos Servidores Públicos Municipais Cutistas (Fessmuc), que hoje agrega 42 sindicatos municipais do Paraná filiados à CUT, também apontou que os desafios não são apenas dos servidores, mas da classe trabalhadora em geral, frente aos ataques do governo Temer.

“O momento não está para brincadeira”

Um sindicato muito importante em todo o Brasil, que tem contribuído com as conquistas dos servidores. Foi assim que Jucélia Vargas, secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), classificou o papel do Sismuc. Para a dirigente, está em jogo o serviço público de nosso país.

Regina Cruz, presidenta estadual da CUT, ressaltou a combatividade do Sismuc e recordou o papel conservador jogado hoje pelo Congresso, que aprovou na semana passada o PL 257 – iniciativa que destrói o serviço público municipal, estadual e federal. “Vamos fazer um grande ato unitário das centrais sindicais no dia 16 de agosto, em frente à agência dos Correios. Precisamos construir sim uma grande greve geral no país”, declarou.

A mesa de abertura encerrou-se com poesia e a convocatória para o baile dos servidores.

 

Título: XI Congresso do Sismuc ressalta resistência dos servidores, Conteúdo: Com o poema de “Mãos Dadas”, de Carlos Drummond de Andrade, espírito de união e a presença de mais de 400 delegados, foi aberto o XI Congresso do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc), em Praia de Leste (PR), no último dia 12. O evento, encerrado no dia 14, definiu a estratégia de ação sindical do Sismuc e os rumos da lutas da entidade. O pontapé inicial do congresso ressaltou que o momento é de os trabalhadores se unirem, porque vários ataques estão colocados. Irene Rodrigues, coordenadora-geral do Sismuc, relembrou o início do sindicato na década de 1980 e as lutas que receberam apoio das entidades ali presentes. Mais que isso, Rodrigues fez um quadro geral dos vários ataques às conquistas sociais sofridos atualmente – saúde, previdência, direitos trabalhistas, dentre outros: “Que déficit é esse na nossa aposentadoria? Na Prefeitura de Curitiba nesta semana, infelizmente, a Câmara aprovou o parcelamento da dívida com a previdência do município. Então, não há déficit. Por essas situações, na luta do próximo período é fundamental a participação de todos e de todas”, convoca. Falas da mesa de abertura Cathia Almeida, da coordenação do Sismuc, afirmou na mesa de abertura do congresso que “tudo o que se registrar aqui é fundamental levar para os locais de trabalho”. Representando a comissão organizadora, Rosângela Pimentel, por sua vez, afirmou que o sindicato representa o servidor “nas suas lutas cotidianas”. Ataques gerais contra os trabalhadores Já Luiz Carlos Paixão, representando o movimento negro e movimentos populares, ressaltou que o XI Congresso se dá em um momento carregado de desafios. Isso porque notícias recentes dão conta de que o governo interino de Michel Temer (PMDB) e o congresso nacional promovem uma série de ataques contra todos os trabalhadores. Alysson Nathan, presidente da Federação dos Servidores Públicos Municipais Cutistas (Fessmuc), que hoje agrega 42 sindicatos municipais do Paraná filiados à CUT, também apontou que os desafios não são apenas dos servidores, mas da classe trabalhadora em geral, frente aos ataques do governo Temer. “O momento não está para brincadeira” Um sindicato muito importante em todo o Brasil, que tem contribuído com as conquistas dos servidores. Foi assim que Jucélia Vargas, secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), classificou o papel do Sismuc. Para a dirigente, está em jogo o serviço público de nosso país. Regina Cruz, presidenta estadual da CUT, ressaltou a combatividade do Sismuc e recordou o papel conservador jogado hoje pelo Congresso, que aprovou na semana passada o PL 257 – iniciativa que destrói o serviço público municipal, estadual e federal. “Vamos fazer um grande ato unitário das centrais sindicais no dia 16 de agosto, em frente à agência dos Correios. Precisamos construir sim uma grande greve geral no país”, declarou. A mesa de abertura encerrou-se com poesia e a convocatória para o baile dos servidores.  



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