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Confetam repudia pedido de prisão de dirigentes do Sintrasem

A Procuradoria de Florianópolis pediu à Justiça a prisão dos dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais (Sintrasem) sob o argumento de crime de desobediência de decisões judiciais

Escrito por: Confetam • Publicado em: 08/02/2017 - 16:32 • Última modificação: 13/02/2017 - 16:51 Escrito por: Confetam Publicado em: 08/02/2017 - 16:32 Última modificação: 13/02/2017 - 16:51

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A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) vem a público repudiar a decisão do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (PMDB), de determinar que a Procuradoria Geral do Município (PGM) solicite à Justiça a prisão dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), a destituição da diretoria e a intervenção na entidade.

A notícia, vazada por um colunista da cidade, circulou um dia depois de a "Manifestação Monstro", organizada pelo Sintrasem, reunir cerca de dez mil pessoas nas ruas da Capital de Santa Catarina, na manhã desta terça-feira (7). 

Em greve há 23 dias e com grande apoio popular, os servidores protestaram contra o pacote de maldades do prefeito, que incluiu desde a articulação da aprovação pela Câmara Municipal de quase 40 projetos de lei prejudiciais à população, até a destruição do Plano de Cargos e Salários do funcionalismo, a fusão dos fundos de previdência, entre outros retrocessos.

A PGM alega que, ao dar prosseguimento à greve, o Sintrasem desobedeceu decisões judiciais que decretaram a ilegalidade do movimento e determinaram o retorno dos servidores ao trabalho.   

Para a Confetam/CUT, o pedido de prisão da direção do Sintrasem nada mais é do que uma reação desesperada do prefeito Gean Loureiro ao sucesso grandioso da manifestação de ontem, que reivindicou, com o apoio explícito da população, a revogação imediata das leis do "pacotão". 

Ao invés de tentar intimidar a categoria, acusar seus dirigentes de criminosos e agir claramente para criminalizar o direito de greve, o prefeito deveria assumir o papel que lhe cabe na mediação do conflito. Não há outra saída para o impasse que não seja o diálogo maduro e civilizado entre gestor e comando de greve. 

Ao tempo em que se solidariza com o servidores municipais de Florianópolis e com a direção do Sintrasem, a Confetam/CUT adverte que nenhuma tentativa de desmobilização da categoria originária do Executivo, do Judiciário ou do Legislativo será bem sucedida, pois a categoria está suficientemente organizada e consciente para resistir até o fim contra as medidas de sucateamento do serviço público municipal de Florianópolis.

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT

Fortaleza, 8 de fevereiro de 2017    

Título: Confetam repudia pedido de prisão de dirigentes do Sintrasem, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) vem a público repudiar a decisão do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (PMDB), de determinar que a Procuradoria Geral do Município (PGM) solicite à Justiça a prisão dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), a destituição da diretoria e a intervenção na entidade. A notícia, vazada por um colunista da cidade, circulou um dia depois de a Manifestação Monstro, organizada pelo Sintrasem, reunir cerca de dez mil pessoas nas ruas da Capital de Santa Catarina, na manhã desta terça-feira (7).  Em greve há 23 dias e com grande apoio popular, os servidores protestaram contra o pacote de maldades do prefeito, que incluiu desde a articulação da aprovação pela Câmara Municipal de quase 40 projetos de lei prejudiciais à população, até a destruição do Plano de Cargos e Salários do funcionalismo, a fusão dos fundos de previdência, entre outros retrocessos. A PGM alega que, ao dar prosseguimento à greve, o Sintrasem desobedeceu decisões judiciais que decretaram a ilegalidade do movimento e determinaram o retorno dos servidores ao trabalho.    Para a Confetam/CUT, o pedido de prisão da direção do Sintrasem nada mais é do que uma reação desesperada do prefeito Gean Loureiro ao sucesso grandioso da manifestação de ontem, que reivindicou, com o apoio explícito da população, a revogação imediata das leis do pacotão.  Ao invés de tentar intimidar a categoria, acusar seus dirigentes de criminosos e agir claramente para criminalizar o direito de greve, o prefeito deveria assumir o papel que lhe cabe na mediação do conflito. Não há outra saída para o impasse que não seja o diálogo maduro e civilizado entre gestor e comando de greve.  Ao tempo em que se solidariza com o servidores municipais de Florianópolis e com a direção do Sintrasem, a Confetam/CUT adverte que nenhuma tentativa de desmobilização da categoria originária do Executivo, do Judiciário ou do Legislativo será bem sucedida, pois a categoria está suficientemente organizada e consciente para resistir até o fim contra as medidas de sucateamento do serviço público municipal de Florianópolis. Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT Fortaleza, 8 de fevereiro de 2017    



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