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Confetam repudia ameaça do prefeito de São Bernardo do Campo de censurar o debate de gênero nas escolas

Prefeito Luiz Marinho quer enviar um projeto de lei à Câmara Municipal proibindo o debate sobre o que chama de “ideologia de gênero” em todas as escolas da cidade.

Escrito por: Confetam • Publicado em: 25/01/2016 - 18:04 • Última modificação: 19/02/2016 - 15:32 Escrito por: Confetam Publicado em: 25/01/2016 - 18:04 Última modificação: 19/02/2016 - 15:32

. Para a Confetam, prefeito presta um desserviço ao município e ao País

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) repudia de forma veemente a ameaça do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, de enviar um projeto de lei à Câmara Municipal proibindo o debate sobre o que chama de “ideologia de gênero” em todas as escolas da cidade. A decisão, que nega a promoção da igualdade de gênero e de orientação sexual prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), é um retrocesso na luta dos movimentos sociais e sindicais por políticas públicas voltadas para a promoção dos direitos humanos e da igualdade entre mulheres, homens e homossexuais.

A postura do prefeito de São Bernardo do Campo e de tantos outros chefes de Executivos Municipais no Brasil, que tentam excluir deliberadamente dos Planos Municipais de Educação (PME) a proposta de um ensino voltado para a promoção da igualdade, impõe derrota à vitoriosa luta das organizações dos trabalhadores de incluir este debate no PNE.

Portanto, diante da tentativa de desconstrução de iniciativas que visam única e exclusivamente o fomento à educação para a cidadania, tolerância, respeito à diversidade, contra a violência, discriminação e qualquer forma de preconceito, a Confetam reafirma seu compromisso com a educação para a inclusão e exige que o prefeito Luiz Marinho, por uma questão de coerência, se abstenha de apresentar mencionado projeto de lei ou qualquer outra iniciativa que vise a censurar o debate de gênero nas escolas de São Bernardo do Campo.  

Para a Confetam, tal iniciativa, se concretizada, nada mais é do que um desserviço ao município e ao País. Afinal, o debate de gênero – masculino e feminino - não é uma ideologia. Ao contrário, é a tentativa de desconstrução, dentro das escolas, de uma ideologia que reforça a desigualdade entre seres humanos.

Título: Confetam repudia ameaça do prefeito de São Bernardo do Campo de censurar o debate de gênero nas escolas, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) repudia de forma veemente a ameaça do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, de enviar um projeto de lei à Câmara Municipal proibindo o debate sobre o que chama de “ideologia de gênero” em todas as escolas da cidade. A decisão, que nega a promoção da igualdade de gênero e de orientação sexual prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), é um retrocesso na luta dos movimentos sociais e sindicais por políticas públicas voltadas para a promoção dos direitos humanos e da igualdade entre mulheres, homens e homossexuais. A postura do prefeito de São Bernardo do Campo e de tantos outros chefes de Executivos Municipais no Brasil, que tentam excluir deliberadamente dos Planos Municipais de Educação (PME) a proposta de um ensino voltado para a promoção da igualdade, impõe derrota à vitoriosa luta das organizações dos trabalhadores de incluir este debate no PNE. Portanto, diante da tentativa de desconstrução de iniciativas que visam única e exclusivamente o fomento à educação para a cidadania, tolerância, respeito à diversidade, contra a violência, discriminação e qualquer forma de preconceito, a Confetam reafirma seu compromisso com a educação para a inclusão e exige que o prefeito Luiz Marinho, por uma questão de coerência, se abstenha de apresentar mencionado projeto de lei ou qualquer outra iniciativa que vise a censurar o debate de gênero nas escolas de São Bernardo do Campo.   Para a Confetam, tal iniciativa, se concretizada, nada mais é do que um desserviço ao município e ao País. Afinal, o debate de gênero – masculino e feminino - não é uma ideologia. Ao contrário, é a tentativa de desconstrução, dentro das escolas, de uma ideologia que reforça a desigualdade entre seres humanos.



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