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Confetam participa da primeira atividade da Frente Ampla Brasil

O objetivo é reunir as frentes já existentes para fortalecer a defesa dos direitos sociais, dos trabalhadores, dos aposentados e das minorias

Escrito por: Confetam • Publicado em: 15/09/2016 - 11:16 • Última modificação: 19/09/2016 - 21:06 Escrito por: Confetam Publicado em: 15/09/2016 - 11:16 Última modificação: 19/09/2016 - 21:06

. Senador Paulo Paim e a secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT Graça Costa

A secretária de Relações do Trabalho da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Carmem Santiago, representou o Ramo dos Municipais no primeiro evento da Frente Ampla Brasil, realizado na manhã desta quarta-feira (14), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal.

O objetivo da Frente, articulada pelo senador Paulo Paim (PT/RS), é debater temas de relevância nacional, como democracia, terceirização, trabalho escravo, previdência social e negociado acima do legislado, entre outros.

O debate contou com a participação da secretária nacional de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Graça Costa. “A Frente Ampla Brasil unifica as principais frentes que tratam da defesa de direitos”, explica. O grupo unifica mais de vinte frentes mistas de parlamentares e movimentos sociais ativos no Congresso Nacional.

“Individualmente o grupo não vai a lugar nenhum, mas articulados em uma Frente Ampla em defesa da democracia, podemos mudar o curso da história do país”, argumenta o senador Paulo Paim.

De acordo com a secretária da CUT Nacional, a atividade deliberou por uma ação combinada nos estados, com a promoção de audiências públicas. “Serão realizadas audiências em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará. Também estamos articulando com Santa Catarina”, informa Graça Costa.

A Frente Ampla Brasil é um movimento suprapartidário e intersindical, que pretende atuar em defesa da manutenção dos direitos sociais, dos direitos dos trabalhadores e dos aposentados, buscando defender também os setores alvo de discriminações no país, como os negros, índios, ciganos, pessoas em situação de rua, LGBTT, idosos, entre outros.

Pronunciamento

Em pronunciamento no Plenário, o parlamentar gaúcho comunicou a criação da Frente e explicou tratar-se de um movimento de união de diversas associações, sindicatos e entidades da sociedade, que tem como objetivo lutar pela preservação de conquistas sociais.

O senador ressaltou que a Frente Ampla nasce e cresce de forma espontânea, como uma reação a diversas medidas já anunciadas ou ainda negociadas na gestão do presidente ilegítimo Michel Temer. Esses setores, segundo Paim, estão muito preocupados com os rumos que têm tomado as medidas relacionadas às reformas trabalhista, previdenciária e de diminuição do papel do Estado.

“Também fazem parte movimentos ligados a minorias, aos estudantes, às universidades, à área cultural e personalidades em geral. É um movimento sem dono e sem estatuto, na defesa da democracia e por nenhum direito a menos”, reforçou o senador, para quem a Frente Ampla pode "mudar o curso da História”.

Com informações do mandato do senador Paulo Paim

Título: Confetam participa da primeira atividade da Frente Ampla Brasil, Conteúdo: A secretária de Relações do Trabalho da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Carmem Santiago, representou o Ramo dos Municipais no primeiro evento da Frente Ampla Brasil, realizado na manhã desta quarta-feira (14), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal. O objetivo da Frente, articulada pelo senador Paulo Paim (PT/RS), é debater temas de relevância nacional, como democracia, terceirização, trabalho escravo, previdência social e negociado acima do legislado, entre outros. O debate contou com a participação da secretária nacional de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Graça Costa. “A Frente Ampla Brasil unifica as principais frentes que tratam da defesa de direitos”, explica. O grupo unifica mais de vinte frentes mistas de parlamentares e movimentos sociais ativos no Congresso Nacional. “Individualmente o grupo não vai a lugar nenhum, mas articulados em uma Frente Ampla em defesa da democracia, podemos mudar o curso da história do país”, argumenta o senador Paulo Paim. De acordo com a secretária da CUT Nacional, a atividade deliberou por uma ação combinada nos estados, com a promoção de audiências públicas. “Serão realizadas audiências em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará. Também estamos articulando com Santa Catarina”, informa Graça Costa. A Frente Ampla Brasil é um movimento suprapartidário e intersindical, que pretende atuar em defesa da manutenção dos direitos sociais, dos direitos dos trabalhadores e dos aposentados, buscando defender também os setores alvo de discriminações no país, como os negros, índios, ciganos, pessoas em situação de rua, LGBTT, idosos, entre outros. Pronunciamento Em pronunciamento no Plenário, o parlamentar gaúcho comunicou a criação da Frente e explicou tratar-se de um movimento de união de diversas associações, sindicatos e entidades da sociedade, que tem como objetivo lutar pela preservação de conquistas sociais. O senador ressaltou que a Frente Ampla nasce e cresce de forma espontânea, como uma reação a diversas medidas já anunciadas ou ainda negociadas na gestão do presidente ilegítimo Michel Temer. Esses setores, segundo Paim, estão muito preocupados com os rumos que têm tomado as medidas relacionadas às reformas trabalhista, previdenciária e de diminuição do papel do Estado. “Também fazem parte movimentos ligados a minorias, aos estudantes, às universidades, à área cultural e personalidades em geral. É um movimento sem dono e sem estatuto, na defesa da democracia e por nenhum direito a menos”, reforçou o senador, para quem a Frente Ampla pode mudar o curso da História”. Com informações do mandato do senador Paulo Paim



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