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Confetam defende eleições diretas para presidente e reforça convocatória para Marcha à Brasília

Diante do novo escândalo envolvendo Michel Temer, a Confetam defende a convocatória de eleições diretas para Presidência e reforça chamamento dos municipais para marcha pela retirada das reformas

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 19/05/2017 - 16:39 • Última modificação: 23/05/2017 - 10:37 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 19/05/2017 - 16:39 Última modificação: 23/05/2017 - 10:37

Lidyane Ponciano Servidores, trabalhadores do campo e das cidades ocuparão Brasília no dia 24 de maio

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), diante das graves acusações de tentativa de obstrução de justiça divulgadas contra o presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) e de corrupção passiva reveladas contra o presidente do PSDB, senador Aécio Neves - desta vez com provas robustas e contundentes -, reforça a convocatória para que federações filiadas e sindicatos de base organizem caravanas à Brasília, no dia 24 de maio. O objetivo é reivindicar a retirada definitiva da pauta do Congresso Nacional das reformas da Previdência e trabalhista, e a revogação da Lei das Terceirizações e da Emenda Constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos.

A orientação é que os dirigentes organizem em seus municípios caravanas rumo a Capital Federal para exigir o afastamento imediato de Michel Temer, a apresentação e aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) convocando eleições diretas para a Presidência da República. Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais sindicais, diversas categorias de trabalhadores e movimentos sociais, pretendemos colocar 100 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. Para isso, é fundamental que o Ramo dos Municipais, organizado hoje em cerca de 900 sindicatos e mais de mil municípios, se empenhe na construção do #OcupaBrasília.   

A Confetam/CUT entende que o momento histórico exige de nós não só o fortalecimento da Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, mas a organização de um acampamento de servidores públicos municipais, prolongando a permanência de representantes da categoria na Capital Federal para além do dia 24 com a finalidade de pressionar as autoridades constituídas a devolverem ao país a democracia usurpada do povo brasileiro pelo golpe travestido de impeachment que depôs ilegalmente a presidente Dilma Rousseff.

Também convocamos nossas lideranças a fomentarem ações nos municípios no sentido de conscientizar a população sobre o agravamento da crise política no Brasil com a divulgação das novas denúncias contra Michel Temer. Com o apoio das federações estaduais, os sindicatos devem estimular a criação de Comitês de Resistência, a exemplo do Estado do Rio Grande do Sul, onde já foram instalados pelos menos 73 comitês regionais. 

Entre as ações locais, orientamos que as entidades também organizem ocupações de rua, espaços públicos e acampamentos nas Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas para deixar claro aos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e governadores que os municipais resistirão com firmeza até a derrubada do governo ilegítimo que ameaça direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira no último século.

A história exige dos servidores públicos municipais que assumam o protagonismo na luta em defesa da democracia, dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, e pela convocação de eleições diretas, de modo que deputados federais e senadores devolvam ao povo brasileiro o direito de decidir o nome do(a) presidente que governará os rumos do Brasil.

Nosso maior desafio no momento é fomentar o debate, dialogar com a população e ganhar o apoio de cidadãos e cidadãs na luta pela derrubada de Michel Temer e pelo reestabelecimento dos princípios do Estado Democrático de Direito que nos foi usurpado no último ano pelo governo ilegítimo e seus aliados no Legislativo, Judiciário e na grande mídia que sustenta o golpe parlamentar e tenta, a serviço do mercado, aniquilar o Estado de bem-estar social para substituí-lo pelo Estado mínimo, neoliberal, excludente e privatizante.

Brasília, 18 de maio de 2017

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT

Título: Confetam defende eleições diretas para presidente e reforça convocatória para Marcha à Brasília, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), diante das graves acusações de tentativa de obstrução de justiça divulgadas contra o presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) e de corrupção passiva reveladas contra o presidente do PSDB, senador Aécio Neves - desta vez com provas robustas e contundentes -, reforça a convocatória para que federações filiadas e sindicatos de base organizem caravanas à Brasília, no dia 24 de maio. O objetivo é reivindicar a retirada definitiva da pauta do Congresso Nacional das reformas da Previdência e trabalhista, e a revogação da Lei das Terceirizações e da Emenda Constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos. A orientação é que os dirigentes organizem em seus municípios caravanas rumo a Capital Federal para exigir o afastamento imediato de Michel Temer, a apresentação e aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) convocando eleições diretas para a Presidência da República. Com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais sindicais, diversas categorias de trabalhadores e movimentos sociais, pretendemos colocar 100 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. Para isso, é fundamental que o Ramo dos Municipais, organizado hoje em cerca de 900 sindicatos e mais de mil municípios, se empenhe na construção do #OcupaBrasília.    A Confetam/CUT entende que o momento histórico exige de nós não só o fortalecimento da Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, mas a organização de um acampamento de servidores públicos municipais, prolongando a permanência de representantes da categoria na Capital Federal para além do dia 24 com a finalidade de pressionar as autoridades constituídas a devolverem ao país a democracia usurpada do povo brasileiro pelo golpe travestido de impeachment que depôs ilegalmente a presidente Dilma Rousseff. Também convocamos nossas lideranças a fomentarem ações nos municípios no sentido de conscientizar a população sobre o agravamento da crise política no Brasil com a divulgação das novas denúncias contra Michel Temer. Com o apoio das federações estaduais, os sindicatos devem estimular a criação de Comitês de Resistência, a exemplo do Estado do Rio Grande do Sul, onde já foram instalados pelos menos 73 comitês regionais.  Entre as ações locais, orientamos que as entidades também organizem ocupações de rua, espaços públicos e acampamentos nas Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas para deixar claro aos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e governadores que os municipais resistirão com firmeza até a derrubada do governo ilegítimo que ameaça direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira no último século. A história exige dos servidores públicos municipais que assumam o protagonismo na luta em defesa da democracia, dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, e pela convocação de eleições diretas, de modo que deputados federais e senadores devolvam ao povo brasileiro o direito de decidir o nome do(a) presidente que governará os rumos do Brasil. Nosso maior desafio no momento é fomentar o debate, dialogar com a população e ganhar o apoio de cidadãos e cidadãs na luta pela derrubada de Michel Temer e pelo reestabelecimento dos princípios do Estado Democrático de Direito que nos foi usurpado no último ano pelo governo ilegítimo e seus aliados no Legislativo, Judiciário e na grande mídia que sustenta o golpe parlamentar e tenta, a serviço do mercado, aniquilar o Estado de bem-estar social para substituí-lo pelo Estado mínimo, neoliberal, excludente e privatizante. Brasília, 18 de maio de 2017 Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT



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