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Setorial de Serviços Públicos da CUT aponta combate à reforma da previdência como luta prioritária

Representado pela secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, o Ramo dos Municipais participou da reunião do setorial, que contou ainda com a presença de servidores estaduais e federais.

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 09/04/2019 - 17:45 • Última modificação: 09/04/2019 - 18:43 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 09/04/2019 - 17:45 Última modificação: 09/04/2019 - 18:43

. Graça Costa (direita) representou o Ramo dos Municipais na reunião

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) participou no último dia 4, em Brasília, da reunião do Setorial de Serviços Públicos da CUT Nacional, que contou com a presença de Graça Costa, representante do Ramo dos Municipais e secretária de Relações do Trabalho da entidade, e Ivany Almeida, assessora da Confetam/CUT. Representantes dos servidores públicos estaduais e federais CUTistas também participaram da atividade, realizada na sede do Sindicato dos Servidores Públicos do Distrito Federal (SINDSEP/DF).

Os participantes debateram as perspectivas frente ao desgoverno de ultradireita de Jair Bolsonaro (PSL), as ameaças ao serviço público, aos servidores das três esferas de governo e à classe trabalhadora em geral, além dos prejuízos previstos na reforma da previdência e na Medida Provisória 873. 

Foram passados informes sobre a luta contra a PEC da Reforma Previdenciária (09/2019), a última reunião da Executiva Nacional da CUT, e a organização do 13º Congresso Nacional da entidade, previsto para os dias 7, 8 e 9 de outubro. Nesta quarta-feira (11), a comissão organizadora se reunirá para discutir o planejamento do Congresso e a elaboração dos cadernos que subsidiarão o debate preparatório nos estados.

Diagnóstico da crise

Às CUTs estaduais foi solicitado um diagnóstico local dos sindicatos, que enfrentam crise agravada pelo fim do imposto sindical. O documento deve ser apresentado na próxima reunião da Direção Nacional, nos dias 23 e 24 de abril. Com base no quadro geral dos estados, a direção apresentará às entidades orientações imediatas sobre como reagir e resistir aos ataques ao movimento sindical.  

Secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa pontuou que alguns companheiros conseguiram entender o processo de ataques que estava em curso, mas muitos subestimaram o adversário, não acreditando que a extinção da contribuição sindical compulsória se concretizasse. A dirigente enfatizou que os ataques não pararam e que a classe trabalhadora precisa reagir à altura. 

O foco da luta é o combate à PEC da Reforma da Previdência, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados; além da MP 873 e MP 871, Medidas Provisórias em debate no Congresso Nacional; e também a MP 870, que desmonta a Administração e acaba com o Ministério do Trabalho.

Contra a reforma, informação 

Lançados pelas centrais sindicais, a cartilha explicativa e o abaixo-assinado contra a reforma da previdência também devem ser prioridade, de maneira que a campanha contra a PEC 06/19 se espalhe por todo o Brasil. A cartilha (aqui) explica à população os prejuízos da reforma e o abaixo-assinado (aqui) coletará assinaturas a serem entregues ao Parlamento como uma manifestação contrária do povo brasileiro à matéria. 

A CUT Nacional também lançou o site  ‘Reaja Agora’ e o Dieese elaborou o  “Aposentômetro”, uma calculadora para os trabalhadores simularem perdas com o desmonte da Previdência Social. As duas ferramentas de luta contra o fim da aposentadoria serão massificadas pelas entidades CUTistas junto à população. 

A CUT, em conjunto com as entidades filiadas, promoverá ainda atos semanais no aeroporto de Brasília para dar visibilidade à campanha nacional contra a reforma e pressionar deputados federais e senadores que desembarcam no Distrito Federal a assumirem posição contrária à PEC 06.  

Entre as ações da campanha estão previstas audiências públicas nos estados, atividades no Congresso Nacional, visitas aos gabinetes e corpo a corpo com os parlamentares, ampliando a pauta para o debate das MPs 873 e MP 871. As entidades também fortalecerão a Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Social, lançada em 20 de março com a presença da presidenta da Confetam/CUT, Vilani Oliveira. 

Confira a Agenda de Lutas:

11 de abril - Ato das Mulheres contra a Reforma da Previdência no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, das 9hs às 13hs

23 e 24 de abril - Reunião da Direção Nacional da CUT

1º de Maio - Dia do Trabalhador, com a realização de atividades por todo o país dirigidas não só aos profissionais com carteira assinada, mas também para desempregados e trabalhadores informais

6 de maio - Dia Nacional de Lutas contra as Privatizações

13 e 14 de agosto - Marcha das Margaridas 

7, 8 e 9 de outubro - 13º Congresso Nacional da CUT 

Título: Setorial de Serviços Públicos da CUT aponta combate à reforma da previdência como luta prioritária, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) participou no último dia 4, em Brasília, da reunião do Setorial de Serviços Públicos da CUT Nacional, que contou com a presença de Graça Costa, representante do Ramo dos Municipais e secretária de Relações do Trabalho da entidade, e Ivany Almeida, assessora da Confetam/CUT. Representantes dos servidores públicos estaduais e federais CUTistas também participaram da atividade, realizada na sede do Sindicato dos Servidores Públicos do Distrito Federal (SINDSEP/DF). Os participantes debateram as perspectivas frente ao desgoverno de ultradireita de Jair Bolsonaro (PSL), as ameaças ao serviço público, aos servidores das três esferas de governo e à classe trabalhadora em geral, além dos prejuízos previstos na reforma da previdência e na Medida Provisória 873.  Foram passados informes sobre a luta contra a PEC da Reforma Previdenciária (09/2019), a última reunião da Executiva Nacional da CUT, e a organização do 13º Congresso Nacional da entidade, previsto para os dias 7, 8 e 9 de outubro. Nesta quarta-feira (11), a comissão organizadora se reunirá para discutir o planejamento do Congresso e a elaboração dos cadernos que subsidiarão o debate preparatório nos estados. Diagnóstico da crise Às CUTs estaduais foi solicitado um diagnóstico local dos sindicatos, que enfrentam crise agravada pelo fim do imposto sindical. O documento deve ser apresentado na próxima reunião da Direção Nacional, nos dias 23 e 24 de abril. Com base no quadro geral dos estados, a direção apresentará às entidades orientações imediatas sobre como reagir e resistir aos ataques ao movimento sindical.   Secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa pontuou que alguns companheiros conseguiram entender o processo de ataques que estava em curso, mas muitos subestimaram o adversário, não acreditando que a extinção da contribuição sindical compulsória se concretizasse. A dirigente enfatizou que os ataques não pararam e que a classe trabalhadora precisa reagir à altura.  O foco da luta é o combate à PEC da Reforma da Previdência, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados; além da MP 873 e MP 871, Medidas Provisórias em debate no Congresso Nacional; e também a MP 870, que desmonta a Administração e acaba com o Ministério do Trabalho. Contra a reforma, informação  Lançados pelas centrais sindicais, a cartilha explicativa e o abaixo-assinado contra a reforma da previdência também devem ser prioridade, de maneira que a campanha contra a PEC 06/19 se espalhe por todo o Brasil. A cartilha (aqui) explica à população os prejuízos da reforma e o abaixo-assinado (aqui) coletará assinaturas a serem entregues ao Parlamento como uma manifestação contrária do povo brasileiro à matéria.  A CUT Nacional também lançou o site  ‘Reaja Agora’ e o Dieese elaborou o  “Aposentômetro”, uma calculadora para os trabalhadores simularem perdas com o desmonte da Previdência Social. As duas ferramentas de luta contra o fim da aposentadoria serão massificadas pelas entidades CUTistas junto à população.  A CUT, em conjunto com as entidades filiadas, promoverá ainda atos semanais no aeroporto de Brasília para dar visibilidade à campanha nacional contra a reforma e pressionar deputados federais e senadores que desembarcam no Distrito Federal a assumirem posição contrária à PEC 06.   Entre as ações da campanha estão previstas audiências públicas nos estados, atividades no Congresso Nacional, visitas aos gabinetes e corpo a corpo com os parlamentares, ampliando a pauta para o debate das MPs 873 e MP 871. As entidades também fortalecerão a Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Social, lançada em 20 de março com a presença da presidenta da Confetam/CUT, Vilani Oliveira.  Confira a Agenda de Lutas: 11 de abril - Ato das Mulheres contra a Reforma da Previdência no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, das 9hs às 13hs 23 e 24 de abril - Reunião da Direção Nacional da CUT 1º de Maio - Dia do Trabalhador, com a realização de atividades por todo o país dirigidas não só aos profissionais com carteira assinada, mas também para desempregados e trabalhadores informais 6 de maio - Dia Nacional de Lutas contra as Privatizações 13 e 14 de agosto - Marcha das Margaridas  7, 8 e 9 de outubro - 13º Congresso Nacional da CUT 



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