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Combate ao fascismo é nossa luta maior, defende Confetam em ato contra a reforma no Senado

Secretária-geral da entidade, Jucélia Vargas enfatizou que desafio da classe trabalhadora é ainda mais complexo que derrubar a reforma da previdência.

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 03/09/2019 - 16:08 • Última modificação: 04/09/2019 - 09:19 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 03/09/2019 - 16:08 Última modificação: 04/09/2019 - 09:19

. As dirigentes Jucélia Vargas e Irene Rodrigues representaram a Confetam/CUT no ato

A secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Jucélia Vargas, e a secretária de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, Irene Rodrigues, representaram a entidade no ato contra a reforma da previdência, realizado nesta terça-feira (03) no Senado.

Senadores, deputados federais e entidades apoiadoras da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, entre elas a Confetam/CUT, apontaram os danos profundos causados pela Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) que modifica as regras de aposentadoria no país, tornando o benefício inacessível à maioria dos trabalhadores brasileiros.

Privilegiados ficaram fora da reforma

Durante discurso, a secretária-geral da Confetam/CUT denunciou que os verdadeiros privilegiados ficaram de fora da reforma. “Essa reforma fala em privilegiados, fazendo com que a população ache que servidor público ganha muito, enquanto os verdadeiros privilegiados, as pessoas do ‘auxílio paletó’, ‘do auxílio gravata’, do ‘auxílio moradia’, não estão inclusos nessa reforma”, apontou Jucélia Vargas.

A dirigente enfatizou que a luta é muito maior que o combate à reforma previdenciária. Para ela, o inimigo a ser combatido é o projeto fascista explícito nos atos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e da base de sustentação do governo de ultradireita no Congresso Nacional.    

Querem que voltemos para as senzalas

“A nossa luta não é só contra a reforma da previdência. É porque cada vez que a gente come um prato de comida a mais, eles ficam muito bravos. Cada vez que um negro ousa um lugar na universidade, eles piram! Eles querem que nós, negras e negros, voltemos para as senzalas! Não voltaremos! Querem que nós, mulheres, voltemos para a frente do fogão e do tanque! Nós não voltaremos! Nós continuaremos na luta, homens e mulheres como a deputada Érika (Kokay) e o senador (Paulo) Paim, sigamos na luta porque nós derrotaremos! Senão nós, os que virão depois de nós!”, assegurou.

Jucélia Vargas lembrou ainda que os mesmos senadores e deputados federais que votaram a favor da reforma da previdência, definidos por ela como “vampiros brasileiros”, pedirão votos para seus candidatos e candidaturas nas eleições municipais de 2020 com o objetivo de se manterem no poder.

Vamos tirá-los do poder

“Eu não estou aqui porque temos esperança de derrotar essa reforma. Eu estou aqui porque temos a esperança de que vamos derrotar os fascistas deste país. Tirá-los do Parlamento! Tirá-los do governo!”, convocou a secretária-geral da Confetam/CUT.

 

Título: Combate ao fascismo é nossa luta maior, defende Confetam em ato contra a reforma no Senado, Conteúdo: A secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Jucélia Vargas, e a secretária de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, Irene Rodrigues, representaram a entidade no ato contra a reforma da previdência, realizado nesta terça-feira (03) no Senado. Senadores, deputados federais e entidades apoiadoras da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, entre elas a Confetam/CUT, apontaram os danos profundos causados pela Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) que modifica as regras de aposentadoria no país, tornando o benefício inacessível à maioria dos trabalhadores brasileiros. Privilegiados ficaram fora da reforma Durante discurso, a secretária-geral da Confetam/CUT denunciou que os verdadeiros privilegiados ficaram de fora da reforma. “Essa reforma fala em privilegiados, fazendo com que a população ache que servidor público ganha muito, enquanto os verdadeiros privilegiados, as pessoas do ‘auxílio paletó’, ‘do auxílio gravata’, do ‘auxílio moradia’, não estão inclusos nessa reforma”, apontou Jucélia Vargas. A dirigente enfatizou que a luta é muito maior que o combate à reforma previdenciária. Para ela, o inimigo a ser combatido é o projeto fascista explícito nos atos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e da base de sustentação do governo de ultradireita no Congresso Nacional.     Querem que voltemos para as senzalas “A nossa luta não é só contra a reforma da previdência. É porque cada vez que a gente come um prato de comida a mais, eles ficam muito bravos. Cada vez que um negro ousa um lugar na universidade, eles piram! Eles querem que nós, negras e negros, voltemos para as senzalas! Não voltaremos! Querem que nós, mulheres, voltemos para a frente do fogão e do tanque! Nós não voltaremos! Nós continuaremos na luta, homens e mulheres como a deputada Érika (Kokay) e o senador (Paulo) Paim, sigamos na luta porque nós derrotaremos! Senão nós, os que virão depois de nós!”, assegurou. Jucélia Vargas lembrou ainda que os mesmos senadores e deputados federais que votaram a favor da reforma da previdência, definidos por ela como “vampiros brasileiros”, pedirão votos para seus candidatos e candidaturas nas eleições municipais de 2020 com o objetivo de se manterem no poder. Vamos tirá-los do poder “Eu não estou aqui porque temos esperança de derrotar essa reforma. Eu estou aqui porque temos a esperança de que vamos derrotar os fascistas deste país. Tirá-los do Parlamento! Tirá-los do governo!”, convocou a secretária-geral da Confetam/CUT.  



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