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Coletivo Nacional de Formação debate projetos em disputa na sociedade

Definir estratégias e ações de formação são fundamentais para o fortalecimento do movimento sindical, diz secretário nacional de Formação da CUT, José Celestino Lourenço

Escrito por: • Publicado em: 14/03/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 14/03/2014 - 00:00

Entre os dias 11 a 14 de março acontece um espaço participativo de construção e avaliação do plano de ações da formação da CUT, no Hotel Canto da Ilha em Florianópolis. Reunidos no Coletivo Nacional de Formação – CONAFOR, dirigentes CUTistas de diferente regiões do país que avaliam o Plano Nacional, construído no XVIII Encontro Nacional de Formação – ENAFOR, que aconteceu em abril de 2013. “A ideia é fazer um balanço e, a partir dele, estabelecer as estratégias com a visão de ampliar a cobertura dos programas e projetos de formação oferecidos pela central, para que nós trabalhadores estejamos empoderados para fazer a disputa de hegemonia na sociedade”, destacou José Celestino Lourenço, o Tino, Secretário de Formação da CUT. Para o secretário, definir estratégias e ações para avançar na formação sindical são prioridades do CONAFOR.
Projetos em disputa na sociedade - Para fazer essa importante disputa é preciso compreender que a situação do trabalho esta ligada ao modelo e a forma com que se organiza e se desenvolve a sociedade. Para fazer essa avaliação o CONAFOR trouxe um painel com o tema “Desenvolvimento, Mundos do Trabalho e Projetos em Disputa em 2014: desafios da CUT e papel da Formação Sindical neste contexto”.
O professor Dari Krein, coordenador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas – CESIT/Unicamp, fez um recorte sobre os avanços nas conquistas de direitos dos trabalhadores nos últimos anos. Segundo ele as transformações do capitalismo nas últimas décadas, trouxe uma mudança brutal nas relações de capital x trabalho. “Tivemos grandes avanços na conquista e consolidação dos direitos dos trabalhadores, porém precisamos avançar mais na redução da exploração da classe trabalhadora, própria da intensificação do trabalho presente nos tempos atuais”, salientou Dari.
O sociólogo da Universidade Federal do ABC, Arilson Favareto fez uma avaliação sobre os projetos políticos e econômicos que estarão em disputa nas eleições de 2014. Arilson destacou as conquistas dos últimos anos, com projetos de inclusão e desenvolvimento que garantiram a melhoria na renda do trabalhador e combate à pobreza, porém refletiu as limitações deste projeto que esta dando amostras de esgotamento. “Estamos chegando num ponto de pensar num novo modelo econômico, que aprofunde as transformações sociais e continue garantindo a inserção dos trabalhadores, reduzindo as desigualdades e sendo sustentável para o país”, afirmou Arilson. O sociólogo alertou também, sobre os projetos que estão postos em disputas, alguns com propostas que trazem retrocessos para a classe trabalhadora e reduzem direitos conquistados ao longo dos últimos anos. “É preciso que a CUT enquanto entidade representativa e que faz a luta de classe na sociedade, esteja preparada para informar os trabalhadores sobre quais dos modelos políticos e econômicos que estão em disputa, os quais trarão mais conquistas à classe trabalhadora”, pondera Arilson.
Importância do Movimento Sindical neste cenário de disputa

O Secretário de Organização Sindical da CUT, Jacy Afonso participou do debate e salientou o papel dos Sindicatos na luta de hegemonia da sociedade. Ele trouxe um resgate histórico das lutas e participação do movimento sindical nas transformações e avanços nas conquistas de direitos dos trabalhadores. “Com os avanços econômicos dos últimos anos, temos um novo perfil de trabalhador, por isso o movimento sindical tem a necessidade permanente de renovação do sindicalismo que acompanhe as mudanças para que possamos contribuir na construção de um novo modelo de desenvolvimento econômico e principalmente social”, destacou Jacy. Dialogando com essa renovação o Secretário Adjunto de Formação, Admirson Medeiros Ferro Junior, o Greg destaca o papel da formação nessa construção de projeto. “Precisamos sensibilizar todos os dirigentes sindicais da importância da formação, que este é o caminho para transformar a sociedade”, salientou Greg.
Participam do Coletivo Nacional de Formação representantes das CUTs estaduais, das Escolas de Formação da CUT e representantes dos ramos. Olinto Teonácio Neto, Secretário de Formação da Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços – Contracs, tem como expectativa do CONAFOR aprofundar os programas de formação da CUT em sintonia com os ramos. “Que esse espaço seja um grande momento de construção com os ramos e CUTs estaduais para que possamos contribuir no fortalecimento das políticas de formação da central”, ressalta Olinto.
No encontro estão programadas atividades em grupo que farão a avaliação do Programa Nacional de Formação e análise de cada projeto da Secretaria de Formação. “Precisamos avançar na pauta da classe trabalhadora, como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, a luta contra o PL4330 e várias outras bandeiras de lutas. A formação tem papel estratégico nisso, precisamos fortalecer as nossas lideranças que vão fazer essa disputa na sociedade. Temos clareza que só vamos avançar com trabalhadores preparados para a luta”, destacou Tino.
Fonte: CUT Nacional

Título: Coletivo Nacional de Formação debate projetos em disputa na sociedade, Conteúdo: Entre os dias 11 a 14 de março acontece um espaço participativo de construção e avaliação do plano de ações da formação da CUT, no Hotel Canto da Ilha em Florianópolis. Reunidos no Coletivo Nacional de Formação – CONAFOR, dirigentes CUTistas de diferente regiões do país que avaliam o Plano Nacional, construído no XVIII Encontro Nacional de Formação – ENAFOR, que aconteceu em abril de 2013. “A ideia é fazer um balanço e, a partir dele, estabelecer as estratégias com a visão de ampliar a cobertura dos programas e projetos de formação oferecidos pela central, para que nós trabalhadores estejamos empoderados para fazer a disputa de hegemonia na sociedade”, destacou José Celestino Lourenço, o Tino, Secretário de Formação da CUT. Para o secretário, definir estratégias e ações para avançar na formação sindical são prioridades do CONAFOR. Projetos em disputa na sociedade - Para fazer essa importante disputa é preciso compreender que a situação do trabalho esta ligada ao modelo e a forma com que se organiza e se desenvolve a sociedade. Para fazer essa avaliação o CONAFOR trouxe um painel com o tema “Desenvolvimento, Mundos do Trabalho e Projetos em Disputa em 2014: desafios da CUT e papel da Formação Sindical neste contexto”. O professor Dari Krein, coordenador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas – CESIT/Unicamp, fez um recorte sobre os avanços nas conquistas de direitos dos trabalhadores nos últimos anos. Segundo ele as transformações do capitalismo nas últimas décadas, trouxe uma mudança brutal nas relações de capital x trabalho. “Tivemos grandes avanços na conquista e consolidação dos direitos dos trabalhadores, porém precisamos avançar mais na redução da exploração da classe trabalhadora, própria da intensificação do trabalho presente nos tempos atuais”, salientou Dari. O sociólogo da Universidade Federal do ABC, Arilson Favareto fez uma avaliação sobre os projetos políticos e econômicos que estarão em disputa nas eleições de 2014. Arilson destacou as conquistas dos últimos anos, com projetos de inclusão e desenvolvimento que garantiram a melhoria na renda do trabalhador e combate à pobreza, porém refletiu as limitações deste projeto que esta dando amostras de esgotamento. “Estamos chegando num ponto de pensar num novo modelo econômico, que aprofunde as transformações sociais e continue garantindo a inserção dos trabalhadores, reduzindo as desigualdades e sendo sustentável para o país”, afirmou Arilson. O sociólogo alertou também, sobre os projetos que estão postos em disputas, alguns com propostas que trazem retrocessos para a classe trabalhadora e reduzem direitos conquistados ao longo dos últimos anos. “É preciso que a CUT enquanto entidade representativa e que faz a luta de classe na sociedade, esteja preparada para informar os trabalhadores sobre quais dos modelos políticos e econômicos que estão em disputa, os quais trarão mais conquistas à classe trabalhadora”, pondera Arilson. Importância do Movimento Sindical neste cenário de disputa O Secretário de Organização Sindical da CUT, Jacy Afonso participou do debate e salientou o papel dos Sindicatos na luta de hegemonia da sociedade. Ele trouxe um resgate histórico das lutas e participação do movimento sindical nas transformações e avanços nas conquistas de direitos dos trabalhadores. “Com os avanços econômicos dos últimos anos, temos um novo perfil de trabalhador, por isso o movimento sindical tem a necessidade permanente de renovação do sindicalismo que acompanhe as mudanças para que possamos contribuir na construção de um novo modelo de desenvolvimento econômico e principalmente social”, destacou Jacy. Dialogando com essa renovação o Secretário Adjunto de Formação, Admirson Medeiros Ferro Junior, o Greg destaca o papel da formação nessa construção de projeto. “Precisamos sensibilizar todos os dirigentes sindicais da importância da formação, que este é o caminho para transformar a sociedade”, salientou Greg. Participam do Coletivo Nacional de Formação representantes das CUTs estaduais, das Escolas de Formação da CUT e representantes dos ramos. Olinto Teonácio Neto, Secretário de Formação da Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços – Contracs, tem como expectativa do CONAFOR aprofundar os programas de formação da CUT em sintonia com os ramos. “Que esse espaço seja um grande momento de construção com os ramos e CUTs estaduais para que possamos contribuir no fortalecimento das políticas de formação da central”, ressalta Olinto. No encontro estão programadas atividades em grupo que farão a avaliação do Programa Nacional de Formação e análise de cada projeto da Secretaria de Formação. “Precisamos avançar na pauta da classe trabalhadora, como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, a luta contra o PL4330 e várias outras bandeiras de lutas. A formação tem papel estratégico nisso, precisamos fortalecer as nossas lideranças que vão fazer essa disputa na sociedade. Temos clareza que só vamos avançar com trabalhadores preparados para a luta”, destacou Tino. Fonte: CUT Nacional



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