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Coletivo da FCC intensifica ensaio sobre Plano de Carreira e Organograma

Os trabalhadores da Fundação Cultural de Curitiba se organizam novamente no coletivo no próximo dia 28 de julho. O objetivo é discutir a elaboração do Plano de Carreira e do organograma de trabalho.

Escrito por: • Publicado em: 18/07/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 18/07/2014 - 00:00

Além disso, os preocupa a falta de concursos públicos, que há mais de 20 anos não é realizado. Para eles, toda uma bagagem cultural pode ser perdida.
O debate sobre Plano de Carreira busca definir quais são as regras, onde e como dá pra avançar, segundo Adriana Claudia Kalckman, coordenadora do Sismuc: “Embora na Fundação Cultural haja muitas profissões, o Plano de Carreira é único, assim como ocorre na saúde e em outras secretarias”.
A diversidade de profissões na FCC também gera impasse sobre as atribuições de cada um. Ocorre que cada servidor pode desempenhar atividades em locais e eventos diferentes, acumulando funções. A solução seria a construção de um organograma.
O outro tema que tem preocupado bastante os trabalhadores é a ausência de concurso público há duas décadas. Com isso, boa parte dos servidores é cedida de outras secretarias. “Com o Plano de carreira, eles não querem ser devolvidos para sua antiga pasta”, alerta, Kalckmann, “e se saírem da pasta, o que será feito com o conteúdo adquirido ao longo dos anos”?
Fonte: SISMUC

Título: Coletivo da FCC intensifica ensaio sobre Plano de Carreira e Organograma, Conteúdo: Além disso, os preocupa a falta de concursos públicos, que há mais de 20 anos não é realizado. Para eles, toda uma bagagem cultural pode ser perdida. O debate sobre Plano de Carreira busca definir quais são as regras, onde e como dá pra avançar, segundo Adriana Claudia Kalckman, coordenadora do Sismuc: “Embora na Fundação Cultural haja muitas profissões, o Plano de Carreira é único, assim como ocorre na saúde e em outras secretarias”. A diversidade de profissões na FCC também gera impasse sobre as atribuições de cada um. Ocorre que cada servidor pode desempenhar atividades em locais e eventos diferentes, acumulando funções. A solução seria a construção de um organograma. O outro tema que tem preocupado bastante os trabalhadores é a ausência de concurso público há duas décadas. Com isso, boa parte dos servidores é cedida de outras secretarias. “Com o Plano de carreira, eles não querem ser devolvidos para sua antiga pasta”, alerta, Kalckmann, “e se saírem da pasta, o que será feito com o conteúdo adquirido ao longo dos anos”? Fonte: SISMUC



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