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Cofetam repudia intimação de dirigente cutista pela Polícia Federal

Além de repudiar as suspeitas lançadas injustamente contra Roberto Ponciano, a Confetam hipoteca total solidariedade ao ativista vítima de perseguição política em função das opiniões que defende

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 03/04/2017 - 17:02 • Última modificação: 03/04/2017 - 17:43 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 03/04/2017 - 17:02 Última modificação: 03/04/2017 - 17:43

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A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) vem a público repudiar a intimação da Polícia Federal (PF) para que o diretor adjunto de Saúde do Trabalhador da CUT Rio de Janeiro, Roberto Ponciano, compareça, no dia 11 de abril, a audiência na sede da Superintendência da PF no Estado. 

Pelo simples fato de exercer o direito à liberdade de expressão e criticar nas redes sociais e em blogs de opinião as falhas da operação Lava Jato e a seletividade do juiz federal Sérgio Moro, Ponciano esta sendo investigado sob acusações de "injúria", "ameaça", "incitação ao crime". Sob a justificativa de que pessoas ainda não identificadas estariam usando perfis em redes sociais para atentar contra a vida de Sérgio Moro, a Polícia Federal notificou o dirigente, na última quinta-feira (30).

Servidor da Justiça Federal do Rio, Roberto Ponciano tem afirmado que a Lava Jato é fruto de "uma orquestração política usada por veículos de comunicação e a direita interessados apenas em demonizar a imagem do Partido dos Trabalhadores e suas lideranças". No entanto, ele esclarece que em nenhum momento quis injuriar e ameaçar a integridade física de Moro ou de qualquer pessoa envolvida na investigação.  

Filósofo e pesquisador marxista, Ricardo Ponciano é a terceira vítima desse tipo de acusação. Antes dele, o petroleiro Emanuel Cancella, dirigente do Sindipetro RJ, e o blogueiro Eduardo Guimarães foram convocados a depor por suspeita de crime de opinião, algo inadmissível em pleno século XXI.

Além de repudiar as suspeitas lançadas injustamente contra o dirigente, o petroleiro e o blogueiro, a Confetam hipoteca toda solidariedade aos três ativistas vítimas de clara perseguição política em função das opiniões que defendem.   

Fortaleza, 03 de abril de 2017.

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT

 

Título: Cofetam repudia intimação de dirigente cutista pela Polícia Federal, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) vem a público repudiar a intimação da Polícia Federal (PF) para que o diretor adjunto de Saúde do Trabalhador da CUT Rio de Janeiro, Roberto Ponciano, compareça, no dia 11 de abril, a audiência na sede da Superintendência da PF no Estado.  Pelo simples fato de exercer o direito à liberdade de expressão e criticar nas redes sociais e em blogs de opinião as falhas da operação Lava Jato e a seletividade do juiz federal Sérgio Moro, Ponciano esta sendo investigado sob acusações de injúria, ameaça, incitação ao crime. Sob a justificativa de que pessoas ainda não identificadas estariam usando perfis em redes sociais para atentar contra a vida de Sérgio Moro, a Polícia Federal notificou o dirigente, na última quinta-feira (30). Servidor da Justiça Federal do Rio, Roberto Ponciano tem afirmado que a Lava Jato é fruto de uma orquestração política usada por veículos de comunicação e a direita interessados apenas em demonizar a imagem do Partido dos Trabalhadores e suas lideranças. No entanto, ele esclarece que em nenhum momento quis injuriar e ameaçar a integridade física de Moro ou de qualquer pessoa envolvida na investigação.   Filósofo e pesquisador marxista, Ricardo Ponciano é a terceira vítima desse tipo de acusação. Antes dele, o petroleiro Emanuel Cancella, dirigente do Sindipetro RJ, e o blogueiro Eduardo Guimarães foram convocados a depor por suspeita de crime de opinião, algo inadmissível em pleno século XXI. Além de repudiar as suspeitas lançadas injustamente contra o dirigente, o petroleiro e o blogueiro, a Confetam hipoteca toda solidariedade aos três ativistas vítimas de clara perseguição política em função das opiniões que defendem.    Fortaleza, 03 de abril de 2017. Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT  



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