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Ato na Câmara em apoio ao Plebiscito da Reforma Política

Manifestação ocorre nesta terça (2); iniciativa é do deputado federal Renato Simões

Escrito por: • Publicado em: 03/09/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 03/09/2014 - 00:00

Será realizado nesta terça-feira (2) no Hall da Taquigrafia da Câmara dos Deputados, às 17h, o ato público de lançamento do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva para Reformar o Sistema Político, a partir de iniciativa de Renato Simões (PT-SP). A campanha pelo plebiscito conta com o apoio de aproximadamente 400 entidades, que buscam conseguir durante a Semana da Pátria (de 1º a 7 de Setembro) cerca de 10 milhões de votos e assinaturas para reformar o sistema político e eleitoral brasileiro.
Após as manifestações de junho de 2013, a presidenta Dilma Rousseff defendeu a realização de um plebiscito para viabilizar a reforma política, mas a proposta foi barrada por vários partidos conservadores no Congresso. Na ocasião, o PT apoiou a iniciativa da presidenta.
“Esse ato público vai servir para resgatar a reforma política das trevas, onde o Congresso o colocou, e jogar luz sobre o assunto. O parlamento precisa ouvir a vontade popular expressa nas manifestações ocorridas em junho de 2013, que repudiaram o atual sistema”, explicou Simões.
Ainda de acordo com o parlamentar, o Congresso já demorou demais para avaliar o tema. “O Congresso precisa cumprir o seu papel. Há mais de 20 anos que a reforma política não avança no parlamento, e para que ocorra é preciso ouvir a população em um plebiscito oficial”, afirmou.
Dentre os temas a serem abordados estão a discussão sobre financiamento de campanhas, mudanças no sistema eleitoral, maior participação social nas políticas públicas do país, o fortalecimento dos mecanismos de democracia direta e maior representatividade de grupos considerados subrepresentados no sistema político e nos espaços de poder – tais como mulheres, negros e indígenas, entre outros.
Organização – Conforme os organizadores, o movimento já está estruturado em mais de cem municípios, em mais de 1.500 comitês, e com estrutura preparada para ouvir a população por meio da disposição de urnas e cédulas. A expectativa é de que sejam recolhidos aproximadamente 10 milhões de votos. Além disso, a votação via internet ocorre pelo site do movimento, organizado com um sistema que impedirá que uma mesma pessoa vote mais de uma vez.
Fonte: CUT Nacional

Título: Ato na Câmara em apoio ao Plebiscito da Reforma Política, Conteúdo: Será realizado nesta terça-feira (2) no Hall da Taquigrafia da Câmara dos Deputados, às 17h, o ato público de lançamento do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva para Reformar o Sistema Político, a partir de iniciativa de Renato Simões (PT-SP). A campanha pelo plebiscito conta com o apoio de aproximadamente 400 entidades, que buscam conseguir durante a Semana da Pátria (de 1º a 7 de Setembro) cerca de 10 milhões de votos e assinaturas para reformar o sistema político e eleitoral brasileiro. Após as manifestações de junho de 2013, a presidenta Dilma Rousseff defendeu a realização de um plebiscito para viabilizar a reforma política, mas a proposta foi barrada por vários partidos conservadores no Congresso. Na ocasião, o PT apoiou a iniciativa da presidenta. “Esse ato público vai servir para resgatar a reforma política das trevas, onde o Congresso o colocou, e jogar luz sobre o assunto. O parlamento precisa ouvir a vontade popular expressa nas manifestações ocorridas em junho de 2013, que repudiaram o atual sistema”, explicou Simões. Ainda de acordo com o parlamentar, o Congresso já demorou demais para avaliar o tema. “O Congresso precisa cumprir o seu papel. Há mais de 20 anos que a reforma política não avança no parlamento, e para que ocorra é preciso ouvir a população em um plebiscito oficial”, afirmou. Dentre os temas a serem abordados estão a discussão sobre financiamento de campanhas, mudanças no sistema eleitoral, maior participação social nas políticas públicas do país, o fortalecimento dos mecanismos de democracia direta e maior representatividade de grupos considerados subrepresentados no sistema político e nos espaços de poder – tais como mulheres, negros e indígenas, entre outros. Organização – Conforme os organizadores, o movimento já está estruturado em mais de cem municípios, em mais de 1.500 comitês, e com estrutura preparada para ouvir a população por meio da disposição de urnas e cédulas. A expectativa é de que sejam recolhidos aproximadamente 10 milhões de votos. Além disso, a votação via internet ocorre pelo site do movimento, organizado com um sistema que impedirá que uma mesma pessoa vote mais de uma vez. Fonte: CUT Nacional



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