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Assembleia com 1.500 professores aprova greve em Maracanaú

Até o dia 24, quando inicia a paralisação, os profissionais reunirão pais de alunos para informar os motivos do movimento e distribuir a “Carta ao Povo de Maracanaú”.

Escrito por: Suprema • Publicado em: 18/02/2016 - 21:11 • Última modificação: 19/02/2016 - 18:17 Escrito por: Suprema Publicado em: 18/02/2016 - 21:11 Última modificação: 19/02/2016 - 18:17

. Assembleia superlotou o Colégio 7 de Setembro da Pajuçara

Cerca de mil e quinhentos professores aprovaram a deflagração de greve geral na educação de Maracanaú, em assembleia realizada na tarde de hoje. A atividade superlotou o auditório do Colégio 7 de Setembro da Pajuçara, deixando recepção, escada e jardim do prédio também tomados pela multidão.

O que levou à paralisação definitiva foi a indignação da categoria com a contraposta feita pelo prefeito Firmo Camurça, que ofereceu um reajuste de apenas 4%, enquanto a categoria reivindica 11,36%, baseada no reajuste do valor aluno, conforme a Lei do Piso Salarial Nacional.

A paralisação total começa na próxima quarta-feira (24), atendendo assim o prazo legal de 72 horas úteis estipulado por lei, a partir do anúncio da greve pela categoria.

Como se não bastasse o tamanho descaso com os professores, o gestor ainda enviou carta aos profissionais, onde tenta justificar que o município enfrentaria barreiras colocadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal para oferecer qualquer outra proposta.

O Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação no Município de Maracanaú (Suprema) entende que os educadores da cidade não podem ser responsabilizados pelos problemas criados pela gestão e orienta que o Executivo diminua as gratificações e o número de cargos comissionados para abrir espaço para o aumento pleiteado pelos trabalhadores da educação.

A pauta prioritária da campanha salarial 2016 inclui também reajuste para os secretários escolares, recursos do antigo Fundef para a Educação, reajuste do Auxílio Alimentação, fim dos sábados letivos, renovação e aplicação do Plano de Carreiras e do Estatuto do Magistério.

Conheça o calendário de greve aprovado em assembleia:

  • 24 de fevereiro (quarta-feira) – Ato na Câmara Municipal de Maracanaú – 8 horas;
  • 25 de fevereiro (quinta-feira) – Ato em frente a Secretaria de Educação com passeata pelo Centro – 8 horas;
  • 26 de fevereiro (sexta-feira) – Ato na CE 060, em frente a CEASA – 8 horas;
  • 29 de fevereiro (segunda-feira) – Café comunitário no Gabinete do Prefeito, com apresentação de teatro de rua – 8 horas;
  • 1º de março (terça-feira) – Realização de blitz em 4 localidades: Cemitério Municipal, Hospital de Maracanaú, North Shopping e CEASA – 8 horas;
  • 02 de março (quarta-feira) – Assembleia de avaliação do andamento da greve e definição de novo cronograma de atividades – Local a definir – 8 horas.
  • De 24 de fevereiro a 02 de março – No período da tarde – Mobilizações nas 6 regionais ou zonais de Maracanaú

O Suprema informa ainda que, de 19 a 23 de fevereiro, enquanto a categoria aguarda o prazo legal para iniciar a greve, os profissionais devem reunir os pais de alunos e informar da instalação do movimento. No mesmo período, a diretoria do Suprema visitará as escolas distribuindo a “Carta ao Povo de Maracanaú”, onde a entidade comunica à sociedade sobre os motivos que levaram à interrupção das atividades da classe.

Título: Assembleia com 1.500 professores aprova greve em Maracanaú, Conteúdo: Cerca de mil e quinhentos professores aprovaram a deflagração de greve geral na educação de Maracanaú, em assembleia realizada na tarde de hoje. A atividade superlotou o auditório do Colégio 7 de Setembro da Pajuçara, deixando recepção, escada e jardim do prédio também tomados pela multidão. O que levou à paralisação definitiva foi a indignação da categoria com a contraposta feita pelo prefeito Firmo Camurça, que ofereceu um reajuste de apenas 4%, enquanto a categoria reivindica 11,36%, baseada no reajuste do valor aluno, conforme a Lei do Piso Salarial Nacional. A paralisação total começa na próxima quarta-feira (24), atendendo assim o prazo legal de 72 horas úteis estipulado por lei, a partir do anúncio da greve pela categoria. Como se não bastasse o tamanho descaso com os professores, o gestor ainda enviou carta aos profissionais, onde tenta justificar que o município enfrentaria barreiras colocadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal para oferecer qualquer outra proposta. O Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação no Município de Maracanaú (Suprema) entende que os educadores da cidade não podem ser responsabilizados pelos problemas criados pela gestão e orienta que o Executivo diminua as gratificações e o número de cargos comissionados para abrir espaço para o aumento pleiteado pelos trabalhadores da educação. A pauta prioritária da campanha salarial 2016 inclui também reajuste para os secretários escolares, recursos do antigo Fundef para a Educação, reajuste do Auxílio Alimentação, fim dos sábados letivos, renovação e aplicação do Plano de Carreiras e do Estatuto do Magistério. Conheça o calendário de greve aprovado em assembleia: 24 de fevereiro (quarta-feira) – Ato na Câmara Municipal de Maracanaú – 8 horas; 25 de fevereiro (quinta-feira) – Ato em frente a Secretaria de Educação com passeata pelo Centro – 8 horas; 26 de fevereiro (sexta-feira) – Ato na CE 060, em frente a CEASA – 8 horas; 29 de fevereiro (segunda-feira) – Café comunitário no Gabinete do Prefeito, com apresentação de teatro de rua – 8 horas; 1º de março (terça-feira) – Realização de blitz em 4 localidades: Cemitério Municipal, Hospital de Maracanaú, North Shopping e CEASA – 8 horas; 02 de março (quarta-feira) – Assembleia de avaliação do andamento da greve e definição de novo cronograma de atividades – Local a definir – 8 horas. De 24 de fevereiro a 02 de março – No período da tarde – Mobilizações nas 6 regionais ou zonais de Maracanaú O Suprema informa ainda que, de 19 a 23 de fevereiro, enquanto a categoria aguarda o prazo legal para iniciar a greve, os profissionais devem reunir os pais de alunos e informar da instalação do movimento. No mesmo período, a diretoria do Suprema visitará as escolas distribuindo a “Carta ao Povo de Maracanaú”, onde a entidade comunica à sociedade sobre os motivos que levaram à interrupção das atividades da classe.



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